Empadas, rissóis e pastéis de massa tenra são das minhas perdições.
Há algo nestes salgados que me atrai.
A cor dourada depois de fritos ou assados, o cheiro quando acabados de cozinhar... gosto essencialmente da massa. É lógico que não menosprezo o recheio, mas a massa é fundamental!
Os pastéis de massa tenra acabam por ser os mais práticos de se fazer. Não é preciso forrar forminhas, como nas empadas, não é preciso panar em ovo e pão ralado nem cozer a massa, como nos rissóis.
Enquanto os rissóis e empadas demoram umas horas a preparar, porque também não se faz meia dúzia de cada vez, os pastéis de massa tenra preparam-se para uma refeição, se a pressa não for demasiada, e como em todos os outros salgadinhos, congelam-se alguns para fritar depois.
Para acelerar ainda mais o preparação, estiquei a massa na máquina da massa fresca e em vez de a cortar no formato tradicional português, retângulos, cortei na prensa em meia-lua.
Comum às empadas, rissóis e pastéis de massa tenra é poderem ser usadas as sobras de carne cozinhada, por exemplo, cozida ou assada. São por isso formas ótimas de reciclagem de alimentos.
Mesmo que se demore um pouco mais na preparação, a vantagem é estar-se a adiantar uma outra refeição.
Naqueles dias onde não houve tempo de programar o jantar ou quando o cansaço impera ou quando nos lembramos que no dia seguinte é preciso preparar o almoço para os garotos levarem numa saída, ei-los (os pastéis) no congelador, a sorrir para nós :)
Fiz assim...
PASTÉIS DE MASSA TENRA
INGREDIENTES
Para a massa:
30g de manteiga com sal
20g de banha
100ml de água
300g de farinha
Para o recheio:
carne picada à bolonhesa (carne de vaca refogada em cebola, alho e um pouco de molho de tomate, temperada com vinho branco, sal, pimenta e orégãos)
PREPARAÇÃO
Numa caçarola derreter a manteiga e banha. Retirar do lume.
Acrescentar os restantes ingredientes e mexer com a colher de pau até formar uma bola de massa homogénea. Se for preciso para unir a massa, acrescentar mais 1 colher (sopa) de água e mexer.
Deixar descansar 1h.
Dividir a massa em porções e esticar com o rolo da massa na pedra enfarinhada.
Rechear e cortar a massa com o bordo de um copo, a carretilha ou com uma prensa.
Fritar em óleo quente até ficarem dourados.
Escorrer em papel absorvente.
Acompanhar com arroz branco ou outro e uma salada.
NOTAS, MAS NÃO MENOS IMPORTANTES
- A massa no fim de pronta fica a descansar no mínimo 1h, podendo ficar mais tempo ou mesmo de um dia para o outro no frigorífico;
- O recheio deve ser seco, sem molho, pois enquanto a massa dos rissóis é impermeável a dos pastéis de massa tenra ficará humedecida se houver líquido no interior;
- Quando sobra um pouco de massa, também não há desperdícios, um pouco de queijo e fiambre, por exemplo, e ficam uns pastéis deliciosos. Desta vez usei queijo roquefort, fiambre e orégãos.
pão, bolos e bolinhos, biscoitos e bolachas, muffins e scones, waffles e donuts, bôlas e empadas, tartes e tortas, quiches e salgadinhos, crepes e panquecas, assados e cozidos, fritos e grelhados...
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sábado, 19 de abril de 2014
PASTÉIS DE MASSA TENRA
Referências:
Aproveitamentos,
Carne picada,
Carnes,
Cozinha portuguesa,
Salgadinhos - Pastéis - Empadas
segunda-feira, 11 de novembro de 2013
ROLO DE CARNE RECHEADO (SLOW COOKER)
Para agradar a miúdos e graúdos os rolos de carne são, quase sempre, uma boa sugestão.
O recheio pode variar desde: cenoura cozida, chouriço, farinheira, ovos inteiros cozidos, ameixa seca... ao clássico de queijo e fiambre. Pode não ser nada original mas há momentos que ganhamos se não invertamos ;)
A receita é do The Perfect Recipe de Pam Anderson, Bacon-wrapped meat loaf with brown sugar-ketchup glaze.
Relativamente à sugestão original desta vez não envolvi o rolo em bacon nem usei a cobertura por ficar demasiado adocicado para o momento a que se destinava.
É uma boa ideia usar carnes misturadas, em geral porco e vaca. E mesmo sendo de vaca pode ser usada uma parte de carne mais magra e outra mais gorda, mais barata, mas repleta de sabor.
Misturando partes diferentes de carnes obtém-se mais sabor e maior humidade.
Costumo comprar as carnes e picá-las em casa, mas desta vez quando passava pelo talho estavam a picar carne, por isso aproveitei o preço já que estava bem fresca e os pedaços eram aceitáveis.
Por uma questão de conveniência, em vez do forno assei o rolo na panela de cozedura lenta, Crock-Pot.
Fiz assim...
ROLO DE CARNE RECHEADO (SLOW COOKER)
INGREDIENTES
Para o rolo de carne:
2 colheres (sopa) de azeite
1 cebola média picada
2 dentes de alho picados finamente
2 ovos
1 colher (chá) de tomilho seco
1 colher (chá) de sal
1/2 colher (chá) de pimenta preta moída
2 colheres (chá) de mostarda Dijon
2 colheres (chá) de molho inglês Worcestershire
gotas de molho picante (Tabasco por exemplo)
125ml de leite, leitelho ou iogurte natural
salsa picada
1kg de carne picada (porco e vaca)
16 bolachas cream cracker em migalhas ou bolachas salgadas ou flocos de aveia
Para o recheio:
fiambre em fatias não muito finas
queijo em fatias
Para o molho:
1 folha de louro
125ml de vinho branco
1 colher (chá) de colorau
4 colheres (sopa) de polpa de tomate
1 colher (chá) de tomilho seco
PREPARAÇÃO
Aquecer uma frigideira e saltear a cebola e o alho. Reservar até arrefecer.
Numa taça grande colocar a cebola e os alho refogados, os ovos, o tomilho, o sal, a pimenta, a mostarda e o molho inglês, o picante, o leite e a salsa. Bater com o garfo.
Juntar a carne as bolachas e apertar com as mãos deixando sair os ingredientes entre os dedos.
Colocar a mistura da carne num saco plástico transparente, da largura da assadeira ou forma. Espalmar bem a carne, usando um rolo de madeira.
Cortar o saco e cobrir a carne com o queijo e fiambre.
Enrolar a carne deixando a selagem para baixo.
Transferir para a taça de cerâmica da Crock-Pot ou assadeira.
Colocar o vinho e a folha de louro no fundo da assadeira, polvilhar com o colorau e dispor a polpa de tomate e o tomilho por cima do rolo.
Levar a assar.
Na Crock-Pot deixar cozinhar durante 6h em temperatura baixa e no forno, pré-aquecido a 200ºC, 1h ou até atingir a temperatura interna de 70ºC, se controlado com um termómetro de carnes.
No fim de assado, retirar o rolo para uma travessa e deixar descansar 15min. antes de fatiar.
Para o molho, retirar a folha de louro e triturar tudo com a varinha mágica.
Servir com a carne.
NOTAS, MAS NÃO MENOS IMPORTANTES
- Embora no livro sugira assar o rolo numa forma, tipo bolo inglês, nunca o fiz, sempre o enrolei e assei numa assadeira;
- Se não tiver bolachas para esmigalhar pode usar pão fresco picado;
- O saco plástico usado é dos das frutas do supermercado (há que reutilizar, são ótimos para congelar febras espalmadas).
O recheio pode variar desde: cenoura cozida, chouriço, farinheira, ovos inteiros cozidos, ameixa seca... ao clássico de queijo e fiambre. Pode não ser nada original mas há momentos que ganhamos se não invertamos ;)
A receita é do The Perfect Recipe de Pam Anderson, Bacon-wrapped meat loaf with brown sugar-ketchup glaze.
Relativamente à sugestão original desta vez não envolvi o rolo em bacon nem usei a cobertura por ficar demasiado adocicado para o momento a que se destinava.
É uma boa ideia usar carnes misturadas, em geral porco e vaca. E mesmo sendo de vaca pode ser usada uma parte de carne mais magra e outra mais gorda, mais barata, mas repleta de sabor.
Misturando partes diferentes de carnes obtém-se mais sabor e maior humidade.
Costumo comprar as carnes e picá-las em casa, mas desta vez quando passava pelo talho estavam a picar carne, por isso aproveitei o preço já que estava bem fresca e os pedaços eram aceitáveis.
Por uma questão de conveniência, em vez do forno assei o rolo na panela de cozedura lenta, Crock-Pot.
Fiz assim...
ROLO DE CARNE RECHEADO (SLOW COOKER)
INGREDIENTES
Para o rolo de carne:
2 colheres (sopa) de azeite
1 cebola média picada
2 dentes de alho picados finamente
2 ovos
1 colher (chá) de tomilho seco
1 colher (chá) de sal
1/2 colher (chá) de pimenta preta moída
2 colheres (chá) de mostarda Dijon
2 colheres (chá) de molho inglês Worcestershire
gotas de molho picante (Tabasco por exemplo)
125ml de leite, leitelho ou iogurte natural
salsa picada
1kg de carne picada (porco e vaca)
16 bolachas cream cracker em migalhas ou bolachas salgadas ou flocos de aveia
Para o recheio:
fiambre em fatias não muito finas
queijo em fatias
Para o molho:
1 folha de louro
125ml de vinho branco
1 colher (chá) de colorau
4 colheres (sopa) de polpa de tomate
1 colher (chá) de tomilho seco
PREPARAÇÃO
Aquecer uma frigideira e saltear a cebola e o alho. Reservar até arrefecer.
Numa taça grande colocar a cebola e os alho refogados, os ovos, o tomilho, o sal, a pimenta, a mostarda e o molho inglês, o picante, o leite e a salsa. Bater com o garfo.
Juntar a carne as bolachas e apertar com as mãos deixando sair os ingredientes entre os dedos.
Colocar a mistura da carne num saco plástico transparente, da largura da assadeira ou forma. Espalmar bem a carne, usando um rolo de madeira.
Cortar o saco e cobrir a carne com o queijo e fiambre.
Enrolar a carne deixando a selagem para baixo.
Transferir para a taça de cerâmica da Crock-Pot ou assadeira.
Colocar o vinho e a folha de louro no fundo da assadeira, polvilhar com o colorau e dispor a polpa de tomate e o tomilho por cima do rolo.
Levar a assar.
Na Crock-Pot deixar cozinhar durante 6h em temperatura baixa e no forno, pré-aquecido a 200ºC, 1h ou até atingir a temperatura interna de 70ºC, se controlado com um termómetro de carnes.
No fim de assado, retirar o rolo para uma travessa e deixar descansar 15min. antes de fatiar.
Para o molho, retirar a folha de louro e triturar tudo com a varinha mágica.
Servir com a carne.
NOTAS, MAS NÃO MENOS IMPORTANTES
- Embora no livro sugira assar o rolo numa forma, tipo bolo inglês, nunca o fiz, sempre o enrolei e assei numa assadeira;
- Se não tiver bolachas para esmigalhar pode usar pão fresco picado;
- O saco plástico usado é dos das frutas do supermercado (há que reutilizar, são ótimos para congelar febras espalmadas).
quinta-feira, 10 de outubro de 2013
ENTRECOSTO COM MOLHO BARBECUE (SLOW COOKER)
O molho barbecue é levemente adocicado, para os que não apreciam este contraste com a carne, basta eliminar ou reduzir a colher de açúcar mascavado usada.
Este entrecosto pode ser cozinhado no forno, no fogão ou na panela de cozimento lento, desde que seja obviamente muito lentamente.
Ao ser cozinhado a baixa temperatura e lentamente a carne solta-se do osso, fica extremamente macia. Pelas fotos percebe-se que ao retirar a carne da panela alguns dos ossos ficaram no fundo, no molho!
Este entrecosto fica um misto entre o assado e o estufado, mas muiiiiito macio.
A panela de cozimento lento (em Portugal), panela elétrica (no Brasil), slow cooker (nome inglês não associado a nenhuma marca) ou com a designação Crock-Pot, modelo original da marca Rival, é de funcionamento muito simples. Há de várias marcas.
É composta por uma taça amovível em cerâmica embutida num suporte com resistência elétrica. Geralmente têm apenas 2 temperaturas, baixa e alta e algumas mantém quente após terminar o tempo de cozinhar. A temperatura máxima atingida é a mesma nas duas potências, apenas o tempo de atingir essa temperatura é diferente.
Podem ter de vários tamanhos, para 1 pessoa ou até 5-6 pessoas. Podem ser redondas ou ovais. Apenas com um botão analógico ou com ecrã digital. As não programáveis/digitais são mais baratas e permitem acoplar na tomada um temporizador controlando o tempo de funcionamento. Algumas têm o exterior do corpo de suporte da taça esmaltado, inox, plástico ou mesmo com decoração personalizável ou vintage.
A primeira panela que vi deste género foi quando a Cris - From our home to yours, publicou este post, e antevi as potencialidades da panela.
Embora a panela possa cozinhar outros alimentos, a carne é um dos melhores sucessos, peixe, alguns legumes e ervas frescas perdem cor, textura e sabor pelo cozimento muito longo. Dependendo da imaginação podem ser cozinhadas entradas, sopas, pratos principais e sobremesas.
Há mesmo grupos de amigos e de fãs deste tipo de panela que se reúnem e onde cada elemento leva a sua panela com um cozinhado para partilha.
Uma das grandes vantagens desta panela é cozinhar enquanto estamos ausentes. Já se imaginou chegar de casa depois de um dia cansativo de trabalho, sentir o cheiro de comida fresca e não ter que fazer o jantar? Durante a sua ausência o jantar esteve a ser cozinhado.
O conceito desta panela slow cooker surgiu nos Estados Unidos há várias décadas atrás quando as mulheres começaram a trabalhar fora de casa. Hoje continua atual já que o tempo que sobra é muito reduzido.
As aplicações são várias, as panelas de tamanho pequeno permitem um fondue de chocolate, por exemplo, as de tamanho médio permitem cozinhar no trabalho, num quarto sem cozinha ou no campismo, para apenas 1-2 pessoas, e as de tamanho grande, familiar, permitem preparar um jantar para toda a família enquanto prepara os acompanhamentos.
Outra vantagem, e grande, do cozimento lento é poder cozinhar carnes menos macias, menos nobres, mais baratas, mas muito mais saborosas, que muitas vezes são desprezadas. Cozinhado lentamente o colagénio (a gelatina) dalgumas carnes desfaz-se, enriquece o molho e torna a carne mais húmida.
Os dias em que a Crock-pot é usada é sinónimo de relax, o chegar a casa e fazer jantar é tudo menos uma obrigação. Não a uso apenas no outono e inverno, embora as comidas onde todos os ingredientes se colocam juntos, de uma panela só, sejam reconfortantes, uso-a também para dias de verão, para poder aproveitar a praia até aos últimos minutos e chegar a casa e ter o jantar feito.
Realmente falo sempre em jantar, pois o único almoço que costumo preparar nela é, por vezes, o de domingo.
Fiz assim...
ENTRECOSTO COM MOLHO BARBECUE (SLOW COOKER)
INGREDIENTES
1,5kg de entrecosto
4 colheres (sopa) de polpa de tomate
100ml de vinho tinto
1 colher (sopa) de açúcar mascavado
1 colher (sopa) de whisky
1 colher (sopa) de molho inglês (Worcestershire sauce)
1 folha de louro
3 dentes de alho
sal
pimenta
malagueta cortada
1 colher (sopa) de farinha de trigo
PREPARAÇÃO
Cortar com o cutelo (ou pedir no talho para o fazer) a tira de entrecosto em 3 tiras longitudinais.
Cortar o entrecosto em pedaços de 3-4 ossos cada.
Colocar o entrecosto na panela de cerâmica da slow cooker e temperar com os restantes ingredientes, excepto a farinha, ou misturar à parte os ingredientes numa taça e depois untar toda a carne.
Deixar cozinhar por 6h na temperatura alta ou 8h na temperatura baixa.
Se houver oportunidade a meio da cozedura virar a carne e cobrir com o molho.
No fim de cozinhado, retirar para uma travessa e coar o molho para uma caçarola.
Levar a caçarola ao lume com a farinha e mexer com a vara de arames, até engrossar um pouco.
Servir o entrecosto com o molho, acompanhado de polenta, polenta frita, puré de batata, arroz ou batatas fritas, com salada.
NOTAS, MAS NÃO MENOS IMPORTANTES
- Podem ser usadas ervas secas para criar novos sabores: tomilho, alecrim, orégãos...
- O cozimento lento intensifica alguns sabores pelo que não convém exagerar no alho e no picante.
Este entrecosto pode ser cozinhado no forno, no fogão ou na panela de cozimento lento, desde que seja obviamente muito lentamente.
Ao ser cozinhado a baixa temperatura e lentamente a carne solta-se do osso, fica extremamente macia. Pelas fotos percebe-se que ao retirar a carne da panela alguns dos ossos ficaram no fundo, no molho!
Este entrecosto fica um misto entre o assado e o estufado, mas muiiiiito macio.
A panela de cozimento lento (em Portugal), panela elétrica (no Brasil), slow cooker (nome inglês não associado a nenhuma marca) ou com a designação Crock-Pot, modelo original da marca Rival, é de funcionamento muito simples. Há de várias marcas.
É composta por uma taça amovível em cerâmica embutida num suporte com resistência elétrica. Geralmente têm apenas 2 temperaturas, baixa e alta e algumas mantém quente após terminar o tempo de cozinhar. A temperatura máxima atingida é a mesma nas duas potências, apenas o tempo de atingir essa temperatura é diferente.
Podem ter de vários tamanhos, para 1 pessoa ou até 5-6 pessoas. Podem ser redondas ou ovais. Apenas com um botão analógico ou com ecrã digital. As não programáveis/digitais são mais baratas e permitem acoplar na tomada um temporizador controlando o tempo de funcionamento. Algumas têm o exterior do corpo de suporte da taça esmaltado, inox, plástico ou mesmo com decoração personalizável ou vintage.
A primeira panela que vi deste género foi quando a Cris - From our home to yours, publicou este post, e antevi as potencialidades da panela.
Embora a panela possa cozinhar outros alimentos, a carne é um dos melhores sucessos, peixe, alguns legumes e ervas frescas perdem cor, textura e sabor pelo cozimento muito longo. Dependendo da imaginação podem ser cozinhadas entradas, sopas, pratos principais e sobremesas.
Há mesmo grupos de amigos e de fãs deste tipo de panela que se reúnem e onde cada elemento leva a sua panela com um cozinhado para partilha.
Uma das grandes vantagens desta panela é cozinhar enquanto estamos ausentes. Já se imaginou chegar de casa depois de um dia cansativo de trabalho, sentir o cheiro de comida fresca e não ter que fazer o jantar? Durante a sua ausência o jantar esteve a ser cozinhado.
O conceito desta panela slow cooker surgiu nos Estados Unidos há várias décadas atrás quando as mulheres começaram a trabalhar fora de casa. Hoje continua atual já que o tempo que sobra é muito reduzido.
As aplicações são várias, as panelas de tamanho pequeno permitem um fondue de chocolate, por exemplo, as de tamanho médio permitem cozinhar no trabalho, num quarto sem cozinha ou no campismo, para apenas 1-2 pessoas, e as de tamanho grande, familiar, permitem preparar um jantar para toda a família enquanto prepara os acompanhamentos.
Outra vantagem, e grande, do cozimento lento é poder cozinhar carnes menos macias, menos nobres, mais baratas, mas muito mais saborosas, que muitas vezes são desprezadas. Cozinhado lentamente o colagénio (a gelatina) dalgumas carnes desfaz-se, enriquece o molho e torna a carne mais húmida.
Os dias em que a Crock-pot é usada é sinónimo de relax, o chegar a casa e fazer jantar é tudo menos uma obrigação. Não a uso apenas no outono e inverno, embora as comidas onde todos os ingredientes se colocam juntos, de uma panela só, sejam reconfortantes, uso-a também para dias de verão, para poder aproveitar a praia até aos últimos minutos e chegar a casa e ter o jantar feito.
Realmente falo sempre em jantar, pois o único almoço que costumo preparar nela é, por vezes, o de domingo.
Fiz assim...
ENTRECOSTO COM MOLHO BARBECUE (SLOW COOKER)
INGREDIENTES
1,5kg de entrecosto
4 colheres (sopa) de polpa de tomate
100ml de vinho tinto
1 colher (sopa) de açúcar mascavado
1 colher (sopa) de whisky
1 colher (sopa) de molho inglês (Worcestershire sauce)
1 folha de louro
3 dentes de alho
sal
pimenta
malagueta cortada
1 colher (sopa) de farinha de trigo
PREPARAÇÃO
Cortar com o cutelo (ou pedir no talho para o fazer) a tira de entrecosto em 3 tiras longitudinais.
Cortar o entrecosto em pedaços de 3-4 ossos cada.
Colocar o entrecosto na panela de cerâmica da slow cooker e temperar com os restantes ingredientes, excepto a farinha, ou misturar à parte os ingredientes numa taça e depois untar toda a carne.
Deixar cozinhar por 6h na temperatura alta ou 8h na temperatura baixa.
Se houver oportunidade a meio da cozedura virar a carne e cobrir com o molho.
No fim de cozinhado, retirar para uma travessa e coar o molho para uma caçarola.
Levar a caçarola ao lume com a farinha e mexer com a vara de arames, até engrossar um pouco.
Servir o entrecosto com o molho, acompanhado de polenta, polenta frita, puré de batata, arroz ou batatas fritas, com salada.
NOTAS, MAS NÃO MENOS IMPORTANTES
- Podem ser usadas ervas secas para criar novos sabores: tomilho, alecrim, orégãos...
- O cozimento lento intensifica alguns sabores pelo que não convém exagerar no alho e no picante.
Referências:
Carnes,
Entrecosto,
Molhos,
Panela de cozimento lento - Slow cooker - Crock-Pot,
Porco
quarta-feira, 14 de agosto de 2013
HAMBÚRGUERES COM AVEIA E SEMENTES DE GIRASSOL
Parece algo vulgar, rotineiro, mas os hambúrgueres podem tornar-se bem diferentes quando feitos em casa.
No pão ou no prato, é como se queira, mas há melhor que um pouco de carne grelhada dentro dum pedaço de pão?
Nos hambúrgueres caseiros podem ser escolhidas as carnes, com mais ou menos gordura, as ervas e especiarias a usar, legumes, sementes...
Como é um prato do agrado dos mais pequenos, ao introduzir vegetais picados ou ralados, a refeição torna-se mais completa e sem rabugices.
Para além de serem saborosos, do agrado de todos, consegue-se equilibrar os nutrientes, reduzindo a carne, aumentando os vegetais tornando-os mais saudáveis e... económicos.
Não aprecio muito hambúrgueres apenas de porco, mas costumo misturar carne de porco com a de vaca. Nestes hambúrgueres "normais" apenas tempero com sal e pimenta, acrescento um ovo para unir e pão duro ralado para dar consistência e retirar a humidade.
Outras vezes gosto de carnes mais magras, apenas de frango ou peru, com cebola ou cebolinho picados e salsa ou coentros. Com carne de porco uso cebola e pimento vermelho picados e cenoura ralada.
Por vezes, se tenho algum queijo duro no frigorífico, pico e acrescento às carnes e vegetais.
Depois é só grelhar!
Desta vez usei flocos de aveia demolhados, que se tornam mais gelatinosos, para fazer a união da carne, pois não queria usar ovo. Os flocos de aveia também podem ser usados sem demolhar, absorvendo a humidade das carnes.
As sementes ficam crocantes.
Sugiro que agora para o verão, moldem hambúrgueres bem pequenos, mini-hambúrgueres, para que possam ser comidos à mão e "dipados" num molho à escolha. Em vez de 1 hambúrguer por pessoa, fazer 3-4 mini-hambúrgueres. Como a ideia das sementes é acrescentar uma textura crocante, quanto mais pequenos forem maior a superfície que é grelhada.
Geralmente não faço hambúrgueres apenas para uma refeição, faço para congelar, facilitando outra refeição a meio da semana.
Fiz assim...
HAMBÚRGUERES COM AVEIA E SEMENTES DE GIRASSOL
INGREDIENTES
(Para 12 hambúrgueres médio-grandes)
500g de carne de vaca
100g de flocos de aveia
água quente q.b.
150g de sementes de girassol
2 colheres (sopa) de molho inglês (Worcestershire sauce)
sal q.b.
pimenta q.b.
PREPARAÇÃO
Numa taça grande demolhar os flocos de aveia colocando água quente até cobrir os flocos. Deixar repousar 5min..
Acrescentar aos flocos os restantes ingredientes e amassar.
Moldar pequenas bolas e depois achatar, dando a forma de hambúrgueres.
Dispor num prato até terminar de moldar.
Aquecer muito bem uma frigideira antiaderente.
Passar um fio de azeite por cima dos hambúrgueres e espalhar com os dedos.
Levar a grelhar os hambúrgueres com a face untada para baixo, em lume médio.
Virar os hambúrgueres a meio do tempo com uma espátula.
Acompanhar com arroz, batatas fritas, salada ou simplesmente no pão.
Rende 12 hambúrgueres médio-grandes.
NOTAS, MAS NÃO MENOS IMPORTANTES
- Assim que moldar os hambúrgueres pode colocá-los no frigorífico para a refeição seguinte ou dispo-los num saco plástico, afastados um dos outros para poder dobrar o saco e sobrepor os hambúrgueres e congelar;
- Se moldar os mini-hambúrgueres poderá optar também por moldar bolinhas de arroz (usei tipo sushi que é mais fácil de moldar pela goma que tem) para poderem ser comidas à mão.
No pão ou no prato, é como se queira, mas há melhor que um pouco de carne grelhada dentro dum pedaço de pão?
Nos hambúrgueres caseiros podem ser escolhidas as carnes, com mais ou menos gordura, as ervas e especiarias a usar, legumes, sementes...
Como é um prato do agrado dos mais pequenos, ao introduzir vegetais picados ou ralados, a refeição torna-se mais completa e sem rabugices.
Para além de serem saborosos, do agrado de todos, consegue-se equilibrar os nutrientes, reduzindo a carne, aumentando os vegetais tornando-os mais saudáveis e... económicos.
Não aprecio muito hambúrgueres apenas de porco, mas costumo misturar carne de porco com a de vaca. Nestes hambúrgueres "normais" apenas tempero com sal e pimenta, acrescento um ovo para unir e pão duro ralado para dar consistência e retirar a humidade.
Outras vezes gosto de carnes mais magras, apenas de frango ou peru, com cebola ou cebolinho picados e salsa ou coentros. Com carne de porco uso cebola e pimento vermelho picados e cenoura ralada.
Por vezes, se tenho algum queijo duro no frigorífico, pico e acrescento às carnes e vegetais.
Depois é só grelhar!
Desta vez usei flocos de aveia demolhados, que se tornam mais gelatinosos, para fazer a união da carne, pois não queria usar ovo. Os flocos de aveia também podem ser usados sem demolhar, absorvendo a humidade das carnes.
As sementes ficam crocantes.
Sugiro que agora para o verão, moldem hambúrgueres bem pequenos, mini-hambúrgueres, para que possam ser comidos à mão e "dipados" num molho à escolha. Em vez de 1 hambúrguer por pessoa, fazer 3-4 mini-hambúrgueres. Como a ideia das sementes é acrescentar uma textura crocante, quanto mais pequenos forem maior a superfície que é grelhada.
Geralmente não faço hambúrgueres apenas para uma refeição, faço para congelar, facilitando outra refeição a meio da semana.
Fiz assim...
HAMBÚRGUERES COM AVEIA E SEMENTES DE GIRASSOL
INGREDIENTES
(Para 12 hambúrgueres médio-grandes)
500g de carne de vaca
100g de flocos de aveia
água quente q.b.
150g de sementes de girassol
2 colheres (sopa) de molho inglês (Worcestershire sauce)
sal q.b.
pimenta q.b.
PREPARAÇÃO
Numa taça grande demolhar os flocos de aveia colocando água quente até cobrir os flocos. Deixar repousar 5min..
Acrescentar aos flocos os restantes ingredientes e amassar.
Moldar pequenas bolas e depois achatar, dando a forma de hambúrgueres.
Dispor num prato até terminar de moldar.
Aquecer muito bem uma frigideira antiaderente.
Passar um fio de azeite por cima dos hambúrgueres e espalhar com os dedos.
Levar a grelhar os hambúrgueres com a face untada para baixo, em lume médio.
Virar os hambúrgueres a meio do tempo com uma espátula.
Acompanhar com arroz, batatas fritas, salada ou simplesmente no pão.
Rende 12 hambúrgueres médio-grandes.
NOTAS, MAS NÃO MENOS IMPORTANTES
- Assim que moldar os hambúrgueres pode colocá-los no frigorífico para a refeição seguinte ou dispo-los num saco plástico, afastados um dos outros para poder dobrar o saco e sobrepor os hambúrgueres e congelar;
- Se moldar os mini-hambúrgueres poderá optar também por moldar bolinhas de arroz (usei tipo sushi que é mais fácil de moldar pela goma que tem) para poderem ser comidas à mão.
Referências:
Aveia,
Carne picada,
Carnes,
Sementes de girassol
segunda-feira, 18 de março de 2013
ERVILHAS COM CERVEJA
Quem cozinha durante a semana sabe que há dias, se não são todos, que o tempo é o inimigo.
Algo rápido mas saboroso e nutritivo é o que se quer. Prato principal, acompanhamento, salada... pode ser uma coisa trivial, mas é necessário quebrar a rotina e simplificar, depois de um dia de trabalho.
Em 15 minutos esta refeição está feita.
A sugestão que deixo, à semelhança da Lentilhada - Lentinhas com chouriço e ovos escalfados, é prática, pois não é servida com arroz, nem batatas, apenas ervilhas e alguma massa que coze junto.
A massa pode ser omitida, mas se a refeição é para crianças, então aconselho a juntar uma mão cheia de massa grossa, como foi o caso, para quebrar a monotonia do verde, e ter-se a desculpa para dizer, não são apenas ervilhas, também tem massa ;) E qual é o adulto que não gosta de uma massa cozida no caldo da carne e tomate?
Se for preciso um ovo escalfado também pode ser introduzido, mas não é preciso. As leguminosas por si só seriam suficiente e ainda mais com a carne, as proteínas não faltarão.
Não se fique a pensar que por ser um prato com cerveja que as crianças não podem comer ou não vão gostar. O álcool da cerveja evapora durante a cocção e o sabor não fica intenso.
Outra coisa, para que esta refeição seja um sucesso, não mencione que introduziu cerveja, Aprendemos ao longo do tempo que nem sempre é conveniente revelar todos segredos de cozinha, principalmente a quem não tem interesse em sabê-los!
É uma refeição reconfortante, a servir em pratos fundos. Aliás, o que é que os pratos fundos têm que servem sempre uma refeição reconfortante?
Fiz assim...
ERVILHAS COM CERVEJA
INGREDIENTES
300-400g de febras ou bifes de frango ou peru
1 fio de azeite
1 cebola
2 dentes de alho
1 colher (chá) de açafrão das índias
33cl de cerveja
2 tomates maduros
1 folha de louro
orégãos
sal
pimenta
400g de ervilhas congeladas
1 mão cheia de massa conchas "conchiglie"
PREPARAÇÃO
Aqueça bem um tacho.
Corte a carne em tiras finas envolva-as no fio de azeite.
Coloque a carne no tacho quente, deixe lourar e vá mexendo.
Acrescente a cebola e os alhos picados.
Deixe alourar um pouco, acrescente o açafrão das índias e refresque com um pouco de cerveja.
Deixe secar e acrescente os tomates picados e a folha de louro.
Deixe cozinhar 5min..
Tempere com os orégãos, sal e pimenta.
Refresque com metade da cerveja.
Deixe cozinhar mais 5min. e quando estiver a secar junte a restante cerveja.
Ao mesmo tempo que cozinha a carne numa panela coza as ervilhas em água e sal durante 10-15min..
Quando faltarem 7-8min junte a massa às ervilhas.
Escorra as ervilhas e a massa e junte ao tacho com a carne.
Deixe cozinhar uns minutos até a massa estar no ponto desejado.
Sirva bem quente.
Rende para 4 pessoas.
NOTAS, MAS NÃO MENOS IMPORTANTES
- Poderá usar algumas rodelas de chouriço cortadas em quatro. Mas o sabor/aroma do chouriço poderá comprometer o prato final, pelo que opte por chouriço de carne mais neutro;
- Ao servir salpicar com salsa/coentros picados. Não o fiz porque sei que é entrave para as crianças: "Não gosto daquelas folhas, verdes!".
Algo rápido mas saboroso e nutritivo é o que se quer. Prato principal, acompanhamento, salada... pode ser uma coisa trivial, mas é necessário quebrar a rotina e simplificar, depois de um dia de trabalho.
Em 15 minutos esta refeição está feita.
A sugestão que deixo, à semelhança da Lentilhada - Lentinhas com chouriço e ovos escalfados, é prática, pois não é servida com arroz, nem batatas, apenas ervilhas e alguma massa que coze junto.
A massa pode ser omitida, mas se a refeição é para crianças, então aconselho a juntar uma mão cheia de massa grossa, como foi o caso, para quebrar a monotonia do verde, e ter-se a desculpa para dizer, não são apenas ervilhas, também tem massa ;) E qual é o adulto que não gosta de uma massa cozida no caldo da carne e tomate?
Se for preciso um ovo escalfado também pode ser introduzido, mas não é preciso. As leguminosas por si só seriam suficiente e ainda mais com a carne, as proteínas não faltarão.
Não se fique a pensar que por ser um prato com cerveja que as crianças não podem comer ou não vão gostar. O álcool da cerveja evapora durante a cocção e o sabor não fica intenso.
Outra coisa, para que esta refeição seja um sucesso, não mencione que introduziu cerveja, Aprendemos ao longo do tempo que nem sempre é conveniente revelar todos segredos de cozinha, principalmente a quem não tem interesse em sabê-los!
É uma refeição reconfortante, a servir em pratos fundos. Aliás, o que é que os pratos fundos têm que servem sempre uma refeição reconfortante?
Fiz assim...
ERVILHAS COM CERVEJA
INGREDIENTES
300-400g de febras ou bifes de frango ou peru
1 fio de azeite
1 cebola
2 dentes de alho
1 colher (chá) de açafrão das índias
33cl de cerveja
2 tomates maduros
1 folha de louro
orégãos
sal
pimenta
400g de ervilhas congeladas
1 mão cheia de massa conchas "conchiglie"
PREPARAÇÃO
Aqueça bem um tacho.
Corte a carne em tiras finas envolva-as no fio de azeite.
Coloque a carne no tacho quente, deixe lourar e vá mexendo.
Acrescente a cebola e os alhos picados.
Deixe alourar um pouco, acrescente o açafrão das índias e refresque com um pouco de cerveja.
Deixe secar e acrescente os tomates picados e a folha de louro.
Deixe cozinhar 5min..
Tempere com os orégãos, sal e pimenta.
Refresque com metade da cerveja.
Deixe cozinhar mais 5min. e quando estiver a secar junte a restante cerveja.
Ao mesmo tempo que cozinha a carne numa panela coza as ervilhas em água e sal durante 10-15min..
Quando faltarem 7-8min junte a massa às ervilhas.
Escorra as ervilhas e a massa e junte ao tacho com a carne.
Deixe cozinhar uns minutos até a massa estar no ponto desejado.
Sirva bem quente.
Rende para 4 pessoas.
NOTAS, MAS NÃO MENOS IMPORTANTES
- Poderá usar algumas rodelas de chouriço cortadas em quatro. Mas o sabor/aroma do chouriço poderá comprometer o prato final, pelo que opte por chouriço de carne mais neutro;
- Ao servir salpicar com salsa/coentros picados. Não o fiz porque sei que é entrave para as crianças: "Não gosto daquelas folhas, verdes!".
Referências:
Carnes,
Ervilha,
Massas - Pastas
segunda-feira, 19 de março de 2012
ENTRECOSTO COM ALECRIM E POLENTA FRITA
Já não é novidade que aprecio milho como acompanhamento. Desde os Waffles de milho e tomilho, Espigas de milho - Pãezinhos de milho, Pudim de milho doce à Polenta grelhada, que milho é sempre bem-vindo à mesa.
Esta versão da polenta é tradicional. A polenta pode ser preparada para ser servida à colherada ou mais firme, simples, gratinada com queijo mozzarella ou frita.
É um acompanhamento semelhante ao Milho frito açoreano, mas preparado com sêmola em vez de farinha de milho.
É muito bom quente, mas frio também é bom. Cortado bem fino e bem frito lembra as tiras de milho.
Melhor de tudo é que os miúdos adoram.
O entrecosto é o tradicional apenas mais aromático, com aroma a verão.
Fiz assim...
ENTRECOSTO COM ALECRIM E POLENTA FRITA
INGREDIENTES
Para o entrecosto:
1,5kg de entrecosto
sal grosso
pimenta preta moída
1 colher (sopa) de alecrim picado
1 colher (chá) de orégãos secos
Para a polenta:
500ml de água
125g de sêmola de milho (carolo de milho)
1 fio de azeite
sal
pimenta preta moída
óleo (para fritar)
PREPARAÇÃO
Numa caçarola colocar a água, sêmola de milho, azeite, sal e pimenta. Levar ao lume mexendo sempre com uma colher de pau, durante uns minutos. O milho estará cozinhado quando a massa desprender do fundo da caçarola.
Verter de imediato num pirex, alisar e deixar arrefecer.
Numa taça ou tabuleiro colocar o entrecosto e temperar com o sal, pimenta, fio de azeite e o alecrim. Massajar um pouco a carne para distribuir o tempero.
Deixar repousar 1h.
Aquecer bem o grelhador e assar o entrecosto.
Entretanto desenformar a polenta para uma tábua e cortar em palitos.
Aquecer o óleo e quando estiver bem quente fritar os palitos de polenta, poucos de cada vez.
Deixar dourar antes de virar.
Escorrer em papel absorvente.
Empratar e acompanhar com bróculos ou grelos cozidos ou salada verde.
NOTAS, MAS NÃO MENOS IMPORTANTES
- Ao fritar a polenta deixar dourar antes de virar, porque no óleo quente a polenta no início amolece um pouco e se for virada antes do tempo parte-se;
- O entrecosto pode ser temperado com outras ervas como o tomilho seco.
Esta versão da polenta é tradicional. A polenta pode ser preparada para ser servida à colherada ou mais firme, simples, gratinada com queijo mozzarella ou frita.
É um acompanhamento semelhante ao Milho frito açoreano, mas preparado com sêmola em vez de farinha de milho.
É muito bom quente, mas frio também é bom. Cortado bem fino e bem frito lembra as tiras de milho.
Melhor de tudo é que os miúdos adoram.
O entrecosto é o tradicional apenas mais aromático, com aroma a verão.
Fiz assim...
ENTRECOSTO COM ALECRIM E POLENTA FRITA
INGREDIENTES
Para o entrecosto:
1,5kg de entrecosto
sal grosso
pimenta preta moída
1 colher (sopa) de alecrim picado
1 colher (chá) de orégãos secos
Para a polenta:
500ml de água
125g de sêmola de milho (carolo de milho)
1 fio de azeite
sal
pimenta preta moída
óleo (para fritar)
PREPARAÇÃO
Numa caçarola colocar a água, sêmola de milho, azeite, sal e pimenta. Levar ao lume mexendo sempre com uma colher de pau, durante uns minutos. O milho estará cozinhado quando a massa desprender do fundo da caçarola.
Verter de imediato num pirex, alisar e deixar arrefecer.
Numa taça ou tabuleiro colocar o entrecosto e temperar com o sal, pimenta, fio de azeite e o alecrim. Massajar um pouco a carne para distribuir o tempero.
Deixar repousar 1h.
Aquecer bem o grelhador e assar o entrecosto.
Entretanto desenformar a polenta para uma tábua e cortar em palitos.
Aquecer o óleo e quando estiver bem quente fritar os palitos de polenta, poucos de cada vez.
Deixar dourar antes de virar.
Escorrer em papel absorvente.
Empratar e acompanhar com bróculos ou grelos cozidos ou salada verde.
NOTAS, MAS NÃO MENOS IMPORTANTES
- Ao fritar a polenta deixar dourar antes de virar, porque no óleo quente a polenta no início amolece um pouco e se for virada antes do tempo parte-se;
- O entrecosto pode ser temperado com outras ervas como o tomilho seco.
Referências:
Acompanhamentos,
Alecrim,
Carnes,
Grelhados,
Sêmola de milho
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