Como as ginjas têm sabor acre, com açúcar tornar-se mais agradável, o doce é óptimo a acompanhar um queijo fresco de vaca ou cabra, ou uma simples tosta.
Este ano tive alguma fartura de ginjas e fiz várias garrafas usando diferentes métodos. Este aqui é o que elegi não só pelo sabor como pela facilidade. Noutros métodos descaroçam-se, pisam-se ou cozem-se em calda ou não e só depois ficam em repouso na aguardente. Alguns métodos recomendam que se junte logo o açúcar, outros depois, alguns pedem que se deixe ficar parte do pedúnculo (pé) da ginja, outros ainda que se exponha a garrafa ao Sol, outros por outro lado, pedem escuro...
Este método é simples e prático com resultados garantidos.
Usar ginjas sãs e maduras, as minhas poderiam estar um pouco mais maduras, mais foi um salve-se quem puder, uma luta pelo poder, e os pássaros iam levando a melhor!
Fiz assim...
GINJINHA

INGREDIENTES
400g de ginjas maduras
300ml de aguardente
100ml de vinho tinto
1 pau de canela
2 cravinhos
400g de açúcar
PREPARAÇÃO
Numa garrafa grande de boca larga colocar as ginjas sãs, lavadas e sem pedúnculo, a aguardente, o vinho, a canela e os cravinhos. Deixar em infusão 2 semanas, em local escuro, agitando de 2 em 2 dias.
No fim das 2 semanas adicionar o açúcar e deixar repousar 1 mês, revolvendo o frasco para dissolver o açúcar de 2 em 2 dias no início.
Querendo a ginjinha sem ginjas, coar através de papel de filtro (ou filtro de café de papel) para a garrafa de vidro desejada. Querendo com ginjas, no fim de coado, adicionar algumas ginjas (máximo 1/4 da garrafa).
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NOTAS, MAS NÃO MENOS IMPORTANTES
- As quantidades indicadas podem ser alteradas para a garrafa onde se irá preparar o licor (uso uma garrafa 750ml de boca larga da polpa de tomate) ou consoante o gosto, mais adocicado ou alcoólico.




















