Queques e muffins são muito práticos para levar na lancheira e comer a meio da manhã ou tarde.
As variações são inúmeras, quer nas versões mais comuns, doces, quer nas salgadas.
Aproveitamos o dia para ter algo para o lanche e aromatizar a casa ;)
A ajuda dos mais pequenos é indispensável, e se para uns mexer a massa com uma colher de pau é divertido, há outros que sofrem atração por máquinas e tudo o que é elétrico! Mas com um de cada vez a confusão é menor :)
Esta é uma daquelas receitas que se fazem bem com os garotos e com ela comemoramos o World Baking Day.
A Vaqueiro lançou o repto desta comemoração lançando um projeto de divulgação. "Este projeto nasceu da vontade de inspirar a vida das pessoas e mostrar-lhes que fazer um bolo não é uma tarefa difícil mas, pelo contrário, que pode ser uma excelente atividade de prazer e descontração pessoal ou em família, sendo que o resultado, mais ou menos perfeito, é sempre uma conquista e um motivo de orgulho.
Inspirado pelo sucesso mundial no ano passado, a campanha de 2014 tem como desafio “Faça mais um Bolo” no sentido de levar este incentivo ainda mais longe e de quebrar a tradição de que tem de existir um motivo para fazer um bolo. Queremos então, ao longo do ano, criar um verdadeiro movimento de “vá para a cozinha e aventure-se a fazer um bolo”."
Que mais posso dizer? Vá para a cozinha e arraste alguém da família, o resultado será ainda melhor!
Fiz assim...
QUEQUES DE CENOURA E AVELÃ
INGREDIENTES
150g de açúcar moreno
100g de margarina líquida
1 ovo
150ml de leite
1 colher (chá) de extrato de baunilha
300g de cenoura ralada
100g de miolo de avelã
150g de amido de milho
200g de farinha de trigo
1 colher (sopa) de fermento em pó
PREPARAÇÃO
Pré-aquecer o forno a 180ºC.
Bater o açúcar com a margarina com a batedeira usando o batedor plano.
Acrescentar a gema, o leite e a baunilha. Bater até se obter uma massa lisa.
Juntar a cenoura, a avelã, as farinhas e o fermento. Bater apenas até envolver e a massa ficar uniforme.
Dispor a massa em forminhas de papel, cheias a 3/4, dispostas num tabuleiro com cavidades.
Levar ao forno 30min. a 180ºC.
Desenformar e deixar arrefecer.
Rende 14 queques grandes.
NOTAS, MAS NÃO MENOS IMPORTANTES
- Em vez de avelã poderá ser usada amêndoa ou passas previamente embebidas em rum ou vinho do porto;
- Outros aromas podem ser acrescentados: canela, laranja, limão. Sementes: linhaça, papoila, alcaravia...
- Não querendo usar cenoura há que ter em atenção a humidade dos ingredientes. Curgete pode ser usadas ou coco ralado, mas neste último terá que aumentar a quantidade de leite;
- O amido de milho deixa a superfície dos queques mais crocante, poderá usar apenas farinha de trigo.
pão, bolos e bolinhos, biscoitos e bolachas, muffins e scones, waffles e donuts, bôlas e empadas, tartes e tortas, quiches e salgadinhos, crepes e panquecas, assados e cozidos, fritos e grelhados...
domingo, 18 de maio de 2014
QUEQUES DE CENOURA E AVELÃ
Referências:
Avelã,
Cenoura,
Muffins - Queques
sábado, 19 de abril de 2014
PASTÉIS DE MASSA TENRA
Empadas, rissóis e pastéis de massa tenra são das minhas perdições.
Há algo nestes salgados que me atrai.
A cor dourada depois de fritos ou assados, o cheiro quando acabados de cozinhar... gosto essencialmente da massa. É lógico que não menosprezo o recheio, mas a massa é fundamental!
Os pastéis de massa tenra acabam por ser os mais práticos de se fazer. Não é preciso forrar forminhas, como nas empadas, não é preciso panar em ovo e pão ralado nem cozer a massa, como nos rissóis.
Enquanto os rissóis e empadas demoram umas horas a preparar, porque também não se faz meia dúzia de cada vez, os pastéis de massa tenra preparam-se para uma refeição, se a pressa não for demasiada, e como em todos os outros salgadinhos, congelam-se alguns para fritar depois.
Para acelerar ainda mais o preparação, estiquei a massa na máquina da massa fresca e em vez de a cortar no formato tradicional português, retângulos, cortei na prensa em meia-lua.
Comum às empadas, rissóis e pastéis de massa tenra é poderem ser usadas as sobras de carne cozinhada, por exemplo, cozida ou assada. São por isso formas ótimas de reciclagem de alimentos.
Mesmo que se demore um pouco mais na preparação, a vantagem é estar-se a adiantar uma outra refeição.
Naqueles dias onde não houve tempo de programar o jantar ou quando o cansaço impera ou quando nos lembramos que no dia seguinte é preciso preparar o almoço para os garotos levarem numa saída, ei-los (os pastéis) no congelador, a sorrir para nós :)
Fiz assim...
PASTÉIS DE MASSA TENRA
INGREDIENTES
Para a massa:
30g de manteiga com sal
20g de banha
100ml de água
300g de farinha
Para o recheio:
carne picada à bolonhesa (carne de vaca refogada em cebola, alho e um pouco de molho de tomate, temperada com vinho branco, sal, pimenta e orégãos)
PREPARAÇÃO
Numa caçarola derreter a manteiga e banha. Retirar do lume.
Acrescentar os restantes ingredientes e mexer com a colher de pau até formar uma bola de massa homogénea. Se for preciso para unir a massa, acrescentar mais 1 colher (sopa) de água e mexer.
Deixar descansar 1h.
Dividir a massa em porções e esticar com o rolo da massa na pedra enfarinhada.
Rechear e cortar a massa com o bordo de um copo, a carretilha ou com uma prensa.
Fritar em óleo quente até ficarem dourados.
Escorrer em papel absorvente.
Acompanhar com arroz branco ou outro e uma salada.
NOTAS, MAS NÃO MENOS IMPORTANTES
- A massa no fim de pronta fica a descansar no mínimo 1h, podendo ficar mais tempo ou mesmo de um dia para o outro no frigorífico;
- O recheio deve ser seco, sem molho, pois enquanto a massa dos rissóis é impermeável a dos pastéis de massa tenra ficará humedecida se houver líquido no interior;
- Quando sobra um pouco de massa, também não há desperdícios, um pouco de queijo e fiambre, por exemplo, e ficam uns pastéis deliciosos. Desta vez usei queijo roquefort, fiambre e orégãos.
Há algo nestes salgados que me atrai.
A cor dourada depois de fritos ou assados, o cheiro quando acabados de cozinhar... gosto essencialmente da massa. É lógico que não menosprezo o recheio, mas a massa é fundamental!
Os pastéis de massa tenra acabam por ser os mais práticos de se fazer. Não é preciso forrar forminhas, como nas empadas, não é preciso panar em ovo e pão ralado nem cozer a massa, como nos rissóis.
Enquanto os rissóis e empadas demoram umas horas a preparar, porque também não se faz meia dúzia de cada vez, os pastéis de massa tenra preparam-se para uma refeição, se a pressa não for demasiada, e como em todos os outros salgadinhos, congelam-se alguns para fritar depois.
Para acelerar ainda mais o preparação, estiquei a massa na máquina da massa fresca e em vez de a cortar no formato tradicional português, retângulos, cortei na prensa em meia-lua.
Comum às empadas, rissóis e pastéis de massa tenra é poderem ser usadas as sobras de carne cozinhada, por exemplo, cozida ou assada. São por isso formas ótimas de reciclagem de alimentos.
Mesmo que se demore um pouco mais na preparação, a vantagem é estar-se a adiantar uma outra refeição.
Naqueles dias onde não houve tempo de programar o jantar ou quando o cansaço impera ou quando nos lembramos que no dia seguinte é preciso preparar o almoço para os garotos levarem numa saída, ei-los (os pastéis) no congelador, a sorrir para nós :)
Fiz assim...
PASTÉIS DE MASSA TENRA
INGREDIENTES
Para a massa:
30g de manteiga com sal
20g de banha
100ml de água
300g de farinha
Para o recheio:
carne picada à bolonhesa (carne de vaca refogada em cebola, alho e um pouco de molho de tomate, temperada com vinho branco, sal, pimenta e orégãos)
PREPARAÇÃO
Numa caçarola derreter a manteiga e banha. Retirar do lume.
Acrescentar os restantes ingredientes e mexer com a colher de pau até formar uma bola de massa homogénea. Se for preciso para unir a massa, acrescentar mais 1 colher (sopa) de água e mexer.
Deixar descansar 1h.
Dividir a massa em porções e esticar com o rolo da massa na pedra enfarinhada.
Rechear e cortar a massa com o bordo de um copo, a carretilha ou com uma prensa.
Fritar em óleo quente até ficarem dourados.
Escorrer em papel absorvente.
Acompanhar com arroz branco ou outro e uma salada.
NOTAS, MAS NÃO MENOS IMPORTANTES
- A massa no fim de pronta fica a descansar no mínimo 1h, podendo ficar mais tempo ou mesmo de um dia para o outro no frigorífico;
- O recheio deve ser seco, sem molho, pois enquanto a massa dos rissóis é impermeável a dos pastéis de massa tenra ficará humedecida se houver líquido no interior;
- Quando sobra um pouco de massa, também não há desperdícios, um pouco de queijo e fiambre, por exemplo, e ficam uns pastéis deliciosos. Desta vez usei queijo roquefort, fiambre e orégãos.
Referências:
Aproveitamentos,
Carne picada,
Carnes,
Cozinha portuguesa,
Salgadinhos - Pastéis - Empadas
sexta-feira, 21 de março de 2014
BOLO DE CHOCOLATE COM AMÊNDOA
Um bolo de chocolate para uma ocasião especial.
Terminará um jantar da melhor forma.
A amêndoa dá-lhe uma textura mais densa, húmida, não deixando de ser arejada.
A combinação da amêndoa e chocolate dá-lhe um ar gourmet.
Não cobri o bolo com a cobertura de chocolate indicada, mas esta ainda o deixará mais saboroso.
O chocolate negro usado resulta melhor que o de leite, terá maior contraste no sabor.
A sugestão é mais uma vez da Rachel Allen, no seu Cake, Chocolate fudge cake.
Fiz assim...
BOLO DE CHOCOLATE COM AMÊNDOA
INGREDIENTES
Para o bolo:
200g de chocolate negro partido em pedaços
200g de manteiga
300g de açúcar
6 ovos
2 colheres (chá) de extrato de baunilha
200g de amêndoa moída
75g de farinha
1 colher (chá) de fermento em pó
pitada de sal
Para a cobertura:
275g de açúcar em pó
100g de cacau em pó
125g de manteiga
175g de açúcar
100ml de água
PREPARAÇÃO
Pré-aquecer o forno a 160ºC.
Derreter o chocolate em banho-maria ou no micro-ondas (tendo cuidado de não queimar).
Bater a manteiga amolecida até que fique macia e esbranquiçada.
Acrescentar o açúcar à manteiga e bater até que fique uma mistura arejada.
Juntar as gemas e a baunilha e bater.
Adicionar a amêndoa e o chocolate derretido e bater um pouco.
Envolver na mistura anterior a farinha e o fermento.
Bater as claras em castelo com a pitada de sal e envolver na mistura do bolo.
Colocar a massa numa forma sem chaminé, untada e com o fundo forrado com papel vegetal.
Assar durante 1h a 160ºC ou até o palito sair seco.
Deixar repousar 20min. antes de desenformar.
Assim que o bolo estiver frio, preparar a cobertura misturando numa taça o açúcar em pó e o cacau. Misturar e reservar.
Numa caçarola misturar a manteiga, o açúcar e a água.
Levar a lume médio até derreter a manteiga e dissolver o açúcar.
Retirar do lume.
Juntar a mistura de açúcar em pó e cacau e mexer até ficar homogéneo.
Cobrir o bolo.
Servir com uma colherada de chantilly ou natas ácidas.
NOTAS, MAS NÃO MENOS IMPORTANTES
- Reduzi ligeiramente a quantidade de alguns ingredientes. Na receita original: 225g de chocolate negro, 225g de manteiga e 325g de açúcar;
- Para além da baunilha podem ser usados outros aromas, dos que mais aprecio é o da laranja, 2 colheres (sopa) de licor de laranja ficarão muito bem;
- Para uma versão mais ousada, licor de pimenta ou um pouco de malagueta seca bem picada combinará com o chocolate, no bolo ou apenas na cobertura;
- No dia seguinte mantém a mesma textura e frescura, desde que tapado.
Terminará um jantar da melhor forma.
A amêndoa dá-lhe uma textura mais densa, húmida, não deixando de ser arejada.
A combinação da amêndoa e chocolate dá-lhe um ar gourmet.
Não cobri o bolo com a cobertura de chocolate indicada, mas esta ainda o deixará mais saboroso.
O chocolate negro usado resulta melhor que o de leite, terá maior contraste no sabor.
A sugestão é mais uma vez da Rachel Allen, no seu Cake, Chocolate fudge cake.
Fiz assim...
BOLO DE CHOCOLATE COM AMÊNDOA
INGREDIENTES
Para o bolo:
200g de chocolate negro partido em pedaços
200g de manteiga
300g de açúcar
6 ovos
2 colheres (chá) de extrato de baunilha
200g de amêndoa moída
75g de farinha
1 colher (chá) de fermento em pó
pitada de sal
Para a cobertura:
275g de açúcar em pó
100g de cacau em pó
125g de manteiga
175g de açúcar
100ml de água
PREPARAÇÃO
Pré-aquecer o forno a 160ºC.
Derreter o chocolate em banho-maria ou no micro-ondas (tendo cuidado de não queimar).
Bater a manteiga amolecida até que fique macia e esbranquiçada.
Acrescentar o açúcar à manteiga e bater até que fique uma mistura arejada.
Juntar as gemas e a baunilha e bater.
Adicionar a amêndoa e o chocolate derretido e bater um pouco.
Envolver na mistura anterior a farinha e o fermento.
Bater as claras em castelo com a pitada de sal e envolver na mistura do bolo.
Colocar a massa numa forma sem chaminé, untada e com o fundo forrado com papel vegetal.
Assar durante 1h a 160ºC ou até o palito sair seco.
Deixar repousar 20min. antes de desenformar.
Assim que o bolo estiver frio, preparar a cobertura misturando numa taça o açúcar em pó e o cacau. Misturar e reservar.
Numa caçarola misturar a manteiga, o açúcar e a água.
Levar a lume médio até derreter a manteiga e dissolver o açúcar.
Retirar do lume.
Juntar a mistura de açúcar em pó e cacau e mexer até ficar homogéneo.
Cobrir o bolo.
Servir com uma colherada de chantilly ou natas ácidas.
NOTAS, MAS NÃO MENOS IMPORTANTES
- Reduzi ligeiramente a quantidade de alguns ingredientes. Na receita original: 225g de chocolate negro, 225g de manteiga e 325g de açúcar;
- Para além da baunilha podem ser usados outros aromas, dos que mais aprecio é o da laranja, 2 colheres (sopa) de licor de laranja ficarão muito bem;
- Para uma versão mais ousada, licor de pimenta ou um pouco de malagueta seca bem picada combinará com o chocolate, no bolo ou apenas na cobertura;
- No dia seguinte mantém a mesma textura e frescura, desde que tapado.
Referências:
Amêndoa,
Bolos,
Chocolate,
Rachel Allen
segunda-feira, 10 de março de 2014
BIFE DE ATUM GRELHADO COM MANJERICÃO E ESPARGUETE DE TOMATE
Nestes dias de inverno em que o sol brilha um pouco, lembra os dias mais compridos, a brisa da primavera e apetece comer algo leve, colorido e bem aromático.
Esta massa tem cores e aromas de primavera e o atum sabor a verão. A combinação do tomate, do manjericão e do aroma do limão...
Acaba por ser uma combinação tradicional italiana, quem não gosta de massa acabada de cozer com pesto de manjericão ou com tomate?
Os garotos gostam de atum fresco e de vez em quando preparo-o. Quer seja no mais tradicional, de cebolada a este grelhado onde a marinada e o tempero final o poderão sempre transformá-lo num novo prato.
Talvez porque os bifes de atum sejam escuros, fibrosos, rijos, lembra pouco tratar-se de um peixe, e assim os garotos acabam por comer.
A sugestão Seared tuna with tomato and basil spaghetti é do Jamie oliver, no vídeo, onde ensina a preparar um jantar infalível para o dia dos namorados.
Cá por casa, ao contrário do que o Jamie diz, o dia dos namorados não é apreciado, pois indiferente ao dia que se comemora a refeição é sempre preparada com muito carinho, amor e dedicação. Há alguém que cozinhe para a família e que em cada planificação de refeição ou ingrediente que mistura não pense: será que vai gostar assim? Este pedaço é para o... porque está mais dourado, crocante, fino/grosso, e eu sei que gosta assim? Junto isto ou aquilo mas depois não sirvo ao... porque não gosta, mas sirvo ao... que adora.
Será que isto não é amor? Será que não é amor dedicar-nos tanto a pensar e simplesmente cozinhar para os outros, para que estes possam estar mais livres que até deixamos de fazer as coisas que são só nossas? Ficar no sofá a ver tv, a ler ou livro ou a navegar pela net também me dá prazer, mas e os outros? E uma coisa eu não sou, egoísta.
A escolha de bifes de atum mais altos ou finos é do gosto de cada um, prefiro-os mais finos para que fiquem melhor cozinhados.
Fiz assim...
BIFE DE ATUM GRELHADO COM MANJERICÃO E ESPARGUETE DE TOMATE
INGREDIENTES
[para 4 pessoas]
Para o azeite aromático:
1 ramo de manjericão
3 colheres (sopa) de azeite
1/2 limão (raspa e sumo)
sal grosso
Para a massa:
400g de esparguete
1 fio de azeite
2 dentes de alho
250g de tomates cherry ou mini-chucha ou mini-cacho
sal e pimenta q.b.
2 bifes de atum
folhas de majericão para decorar
PREPARAÇÃO
Num almofariz moer as folhas do majericão juntamente com o azeite, a raspa e o sumo do limão e alguns grãos de sal.
Num prato dispor os bifes de atum e deixar marinar com o azeite aromatizado. Reservar algum deste azeite para o final.
Cozer a massa em água e sal. Escorrer e reservar.
Sem simultâneo, aquecer bem um grelhador.
Colocar os bifes de atum e deixar cozinhar 3min., depois virar e deixar cozinhar mais 3min..
Retirar e reservar.
Ao mesmo tempo, numa frigideira colocar um fio de azeite e os alhos cortados finamente.
Deixar aquecer os alhos sem que estes ganhem cor, em lume médio.
Acrescentar os tomates cortados ao meio e mexer. Deixar que os tomates soltem os seus sucos, deixando-os com a parte cortada para baixo.
Temperar com sal e pimenta.
Misturar a massa escorrida e envolver nos sucos.
Empratar a massa com os bifes de atum inteiros ou lascados.
Regar com o azeite reservado e com algumas folhas de manjericão.
Servir de imediato.
NOTAS, MAS NÃO MENOS IMPORTANTES
- Em vez de manjericão podem ser usados orégãos secos ou coentros, esmagando as folhas e caules finos destes últimos, no azeite, para a marinada inicial e depois para a guarnecer o atum.
Esta massa tem cores e aromas de primavera e o atum sabor a verão. A combinação do tomate, do manjericão e do aroma do limão...
Acaba por ser uma combinação tradicional italiana, quem não gosta de massa acabada de cozer com pesto de manjericão ou com tomate?
Os garotos gostam de atum fresco e de vez em quando preparo-o. Quer seja no mais tradicional, de cebolada a este grelhado onde a marinada e o tempero final o poderão sempre transformá-lo num novo prato.
Talvez porque os bifes de atum sejam escuros, fibrosos, rijos, lembra pouco tratar-se de um peixe, e assim os garotos acabam por comer.
A sugestão Seared tuna with tomato and basil spaghetti é do Jamie oliver, no vídeo, onde ensina a preparar um jantar infalível para o dia dos namorados.
Cá por casa, ao contrário do que o Jamie diz, o dia dos namorados não é apreciado, pois indiferente ao dia que se comemora a refeição é sempre preparada com muito carinho, amor e dedicação. Há alguém que cozinhe para a família e que em cada planificação de refeição ou ingrediente que mistura não pense: será que vai gostar assim? Este pedaço é para o... porque está mais dourado, crocante, fino/grosso, e eu sei que gosta assim? Junto isto ou aquilo mas depois não sirvo ao... porque não gosta, mas sirvo ao... que adora.
Será que isto não é amor? Será que não é amor dedicar-nos tanto a pensar e simplesmente cozinhar para os outros, para que estes possam estar mais livres que até deixamos de fazer as coisas que são só nossas? Ficar no sofá a ver tv, a ler ou livro ou a navegar pela net também me dá prazer, mas e os outros? E uma coisa eu não sou, egoísta.
A escolha de bifes de atum mais altos ou finos é do gosto de cada um, prefiro-os mais finos para que fiquem melhor cozinhados.
Fiz assim...
BIFE DE ATUM GRELHADO COM MANJERICÃO E ESPARGUETE DE TOMATE
INGREDIENTES
[para 4 pessoas]
Para o azeite aromático:
1 ramo de manjericão
3 colheres (sopa) de azeite
1/2 limão (raspa e sumo)
sal grosso
Para a massa:
400g de esparguete
1 fio de azeite
2 dentes de alho
250g de tomates cherry ou mini-chucha ou mini-cacho
sal e pimenta q.b.
2 bifes de atum
folhas de majericão para decorar
PREPARAÇÃO
Num almofariz moer as folhas do majericão juntamente com o azeite, a raspa e o sumo do limão e alguns grãos de sal.
Num prato dispor os bifes de atum e deixar marinar com o azeite aromatizado. Reservar algum deste azeite para o final.
Cozer a massa em água e sal. Escorrer e reservar.
Sem simultâneo, aquecer bem um grelhador.
Colocar os bifes de atum e deixar cozinhar 3min., depois virar e deixar cozinhar mais 3min..
Retirar e reservar.
Ao mesmo tempo, numa frigideira colocar um fio de azeite e os alhos cortados finamente.
Deixar aquecer os alhos sem que estes ganhem cor, em lume médio.
Acrescentar os tomates cortados ao meio e mexer. Deixar que os tomates soltem os seus sucos, deixando-os com a parte cortada para baixo.
Temperar com sal e pimenta.
Misturar a massa escorrida e envolver nos sucos.
Empratar a massa com os bifes de atum inteiros ou lascados.
Regar com o azeite reservado e com algumas folhas de manjericão.
Servir de imediato.
NOTAS, MAS NÃO MENOS IMPORTANTES
- Em vez de manjericão podem ser usados orégãos secos ou coentros, esmagando as folhas e caules finos destes últimos, no azeite, para a marinada inicial e depois para a guarnecer o atum.
Referências:
Atum fresco,
Jamie Oliver,
Manjericão - Pesto,
Massas - Pastas,
Peixes - Moluscos,
Tomate
sábado, 15 de fevereiro de 2014
RUGBRØD - PÃO DE CENTEIO DINAMARQUÊS
Gosto muito deste género de pães.
A combinação de sabores e aromas é fantástica, ora vejamos: farinha de centeio, sementes de centeio, cerveja, iogurte, mel, melaço e claro, fermento natural. Cada um destes ingredientes tem o sabor sabor marcante, agora imaginem todos juntos!
Em fatias finas barradas com manteiga, manteiga de amendoim, patê de fígado ou simples, este pão é delicioso.
Este pão é a base das sandes "abertas" dinamarquesas, chamadas de smørrebrød - prato nacional da Dinamarca. Estas fatias são barradas com patê de fígado ou remouladen - um molho de maionese, mostarda, pikles, anchovas, entre outros - e cobertas de ingredientes como o salmão fumado, pikles, fatias de patê de fígado, ovo cozido, fatias finas de carne assada, peixe (cavala) defumada, rúcula... Servem de refeição nos almoço de lancheira.
Asso este pão 1 vez por semana, ou de 15 em 15 dias, depende da agitação semanal, pois não tem nada de rápido. Demora a levedar e demora a cozer.
Aguenta mais de uma semana, não endurecendo com o passar do tempo.
O fermento usado é natural, ou seja, a massa não inclui o nosso convencional fermento biológico, fresco ou seco, usado no fabrico do pão. As leveduras e bactérias usadas são obtidas por produtos já fermentados (iogurte, cerveja...), existem na superfície de frutos e sementes, como uvas, trigo, centeio... ou transportadas pelo ar.
Antes de querer fazer este pão tem de obter o fermento. Pode seguir a indicação deste starter de trigo ou realizar um starter de centeio, como foi o caso.
Já por aqui anda uma receita semelhante, a do Pão de Centeio de fermentação natural - sourdough, com várias sementes, mas esta apresenta ingredientes noutras quantidades.
Para mais informações sobre este famoso pão dinamarquês ou outras receitas de pães, consultar esta página.
Fiz assim...
RUGBRØD - PÃO DE CENTEIO DINAMARQUÊS
INGREDIENTES
Starter (fermento inicial):
250g de farinha de centeio
100g de sementes de centeio
400ml de água
1 colher (chá) de sal
2 colheres (sopa) de mel
2 colheres (sopa) de iogurte natural
Pão:
350g de starter (da primeira vez usar todo o starter preparado)
500ml de água
150g de sementes de centeio
200g de farinha de centeio
50g de flocos de centeio
150g de farinha de trigo
50g de farinha de trigo integral
1 colher (sopa) de sal
1 colher (sopa) de mel/melaço (opcional)
PREPARAÇÃO
Para realizar o starter, misturar todos os ingredientes numa taça.
Tapar com película aderente mas fazer uns furos para respirar.
Deixar descansar 2 dias, mexendo a cada dia.
Ao 3.º dia acrescentar um pouco mais de farinha de centeio e água e mexer.
Deixar descansar mais 2 dias, mexendo a cada dia.
Após começarem a aparecer bolhas na superfície o fermento estará pronto.
Para realizar o pão, começar por escaldar as sementes de centeio em água a ferver 10-15min.. Escorrer e reservar.
Diluir o starter na água e misturar bem.
Juntar todos os restantes ingredientes, incluindo as sementes reservadas, e mexer.
Retirar 350g da massa para uma outra taça mais pequena, irá ser o novo starter.
Colocar a restante massa numa forma untada, cobrir com alguns flocos de centeio ou sementes de girassol ou abóbora e deixar levedar cerca de 8h, tapado com um pano de cozinha.
Levar ao forno a 180ºC durante 1h a 1h15. Desligar o forno.
Retirar o pão da forma e colocar o pão sobre uma grelha no forno 15-20min..
Retirar e deixar arrefecer embrulhado num pano seco de cozinha.
Fatiar apenas depois de frio.
NOTAS, MAS NÃO MENOS IMPORTANTES
- No starter ou ao realizar o pão pode substituir uma parte de água por cerveja ou iogurte;
- O starter que estou a usar já tem uma mistura complexa de leveduras e bactérias pois já usei 330ml de cerveja preta num dos pães, já usei 1 iogurte num outro, melaço, mel...;
- A massa obtida depois de todos os ingredientes misturados deverá ser mole mas não líquida;
- A massa leveda na forma até levar cerca do dobro, por isso as 8h poderão ser menos ou mais;
- A parte da massa que se retira para o novo pão deve levedar o mesmo que pão. Assim que colocar a massa no forno pode arrumar a taça do starter, fechada com película aderente, no frigorífico até ser usada da próxima vez;
- O starter aguenta no frigorífico 15 dias, mexendo 1 vez por semana. Mais do que isso implica rejeitar um pouco da massa e acrescentar água e farinha de centeio ou trigo;
- Podem ser acrescentadas à massa sementes de girassol, linhaça, abóbora...
A combinação de sabores e aromas é fantástica, ora vejamos: farinha de centeio, sementes de centeio, cerveja, iogurte, mel, melaço e claro, fermento natural. Cada um destes ingredientes tem o sabor sabor marcante, agora imaginem todos juntos!
Em fatias finas barradas com manteiga, manteiga de amendoim, patê de fígado ou simples, este pão é delicioso.
Este pão é a base das sandes "abertas" dinamarquesas, chamadas de smørrebrød - prato nacional da Dinamarca. Estas fatias são barradas com patê de fígado ou remouladen - um molho de maionese, mostarda, pikles, anchovas, entre outros - e cobertas de ingredientes como o salmão fumado, pikles, fatias de patê de fígado, ovo cozido, fatias finas de carne assada, peixe (cavala) defumada, rúcula... Servem de refeição nos almoço de lancheira.
Asso este pão 1 vez por semana, ou de 15 em 15 dias, depende da agitação semanal, pois não tem nada de rápido. Demora a levedar e demora a cozer.
Aguenta mais de uma semana, não endurecendo com o passar do tempo.
O fermento usado é natural, ou seja, a massa não inclui o nosso convencional fermento biológico, fresco ou seco, usado no fabrico do pão. As leveduras e bactérias usadas são obtidas por produtos já fermentados (iogurte, cerveja...), existem na superfície de frutos e sementes, como uvas, trigo, centeio... ou transportadas pelo ar.
Antes de querer fazer este pão tem de obter o fermento. Pode seguir a indicação deste starter de trigo ou realizar um starter de centeio, como foi o caso.
Já por aqui anda uma receita semelhante, a do Pão de Centeio de fermentação natural - sourdough, com várias sementes, mas esta apresenta ingredientes noutras quantidades.
Para mais informações sobre este famoso pão dinamarquês ou outras receitas de pães, consultar esta página.
Fiz assim...
RUGBRØD - PÃO DE CENTEIO DINAMARQUÊS
INGREDIENTES
Starter (fermento inicial):
250g de farinha de centeio
100g de sementes de centeio
400ml de água
1 colher (chá) de sal
2 colheres (sopa) de mel
2 colheres (sopa) de iogurte natural
Pão:
350g de starter (da primeira vez usar todo o starter preparado)
500ml de água
150g de sementes de centeio
200g de farinha de centeio
50g de flocos de centeio
150g de farinha de trigo
50g de farinha de trigo integral
1 colher (sopa) de sal
1 colher (sopa) de mel/melaço (opcional)
PREPARAÇÃO
Para realizar o starter, misturar todos os ingredientes numa taça.
Tapar com película aderente mas fazer uns furos para respirar.
Deixar descansar 2 dias, mexendo a cada dia.
Ao 3.º dia acrescentar um pouco mais de farinha de centeio e água e mexer.
Deixar descansar mais 2 dias, mexendo a cada dia.
Após começarem a aparecer bolhas na superfície o fermento estará pronto.
Para realizar o pão, começar por escaldar as sementes de centeio em água a ferver 10-15min.. Escorrer e reservar.
Diluir o starter na água e misturar bem.
Juntar todos os restantes ingredientes, incluindo as sementes reservadas, e mexer.
Retirar 350g da massa para uma outra taça mais pequena, irá ser o novo starter.
Colocar a restante massa numa forma untada, cobrir com alguns flocos de centeio ou sementes de girassol ou abóbora e deixar levedar cerca de 8h, tapado com um pano de cozinha.
Levar ao forno a 180ºC durante 1h a 1h15. Desligar o forno.
Retirar o pão da forma e colocar o pão sobre uma grelha no forno 15-20min..
Retirar e deixar arrefecer embrulhado num pano seco de cozinha.
Fatiar apenas depois de frio.
NOTAS, MAS NÃO MENOS IMPORTANTES
- No starter ou ao realizar o pão pode substituir uma parte de água por cerveja ou iogurte;
- O starter que estou a usar já tem uma mistura complexa de leveduras e bactérias pois já usei 330ml de cerveja preta num dos pães, já usei 1 iogurte num outro, melaço, mel...;
- A massa obtida depois de todos os ingredientes misturados deverá ser mole mas não líquida;
- A massa leveda na forma até levar cerca do dobro, por isso as 8h poderão ser menos ou mais;
- A parte da massa que se retira para o novo pão deve levedar o mesmo que pão. Assim que colocar a massa no forno pode arrumar a taça do starter, fechada com película aderente, no frigorífico até ser usada da próxima vez;
- O starter aguenta no frigorífico 15 dias, mexendo 1 vez por semana. Mais do que isso implica rejeitar um pouco da massa e acrescentar água e farinha de centeio ou trigo;
- Podem ser acrescentadas à massa sementes de girassol, linhaça, abóbora...
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