Pode não ser para comer todos os dias, mas de vez em quando sabe lindamente.
No verão, as febras grelhadas nunca vêm só. As tiras finas de entremeada grelhada, lentriscas, são bem típicas na chamada "grelhada mista".
De inverno, a peça inteira assada no forno é ótima.
Deve escolher-se uma peça fina de entremeada, que proporcionalmente tem mais carne que gordura.
A carne é cozinhada lentamente pelo que perde grande parte da gordura (que se aproveita sob a forma de banha de porco), tornando-se macia e bastante húmida.
É cozinhada apenas com algum sal, pouco, pelo que se acompanhada com arroz de feijão, por exemplo, e verduras cozidas tornam mais equilibrada a refeição.
Acabada de fazer, ainda quente apresenta a pele, courato, bem estaladiço, ótimo contrate de textura.
Fica com sabor parecido com os torresmos de carne. Mesmo as sobras já frias tornam-se viciantes.
Fiz assim...
BARRIGA DE PORCO ASSADA NO FORNO
INGREDIENTES
1 barriga de porco sem osso
sal grosso q.b.
pimenta moida q.b. (facultativo)
PREPARAÇÃO
Pré-aquecer o forno a 180 °C.
Secar a pele da entremeada com papel de cozinha, para que seja mais fácil de cortar e assar.
Com uma faca afiada fazer cortes, apenas na pele, paralelos, espaçados por um centímetro.
Temperar com sal e com pimenta, se for o caso.
Dispor a peça inteira ou cortada ao meio numa frigideira grande de ferro (que possa ir ao forno) ou tabuleiro, com a pele virada para baixo.
Levar ao forno cerca de 1h.
Virar as peças, colocando a pele voltada para cima, e deixar assar mais 30 minutos.
Retirar as peças para uma tábua ou prato.
Acompanhar com arroz de feijão e grelos cozidos.
NOTAS, MAS NÃO MENOS IMPORTANTES
- Desta vez tinha o forno pré-aquecido a 200 °C por ter assado pão e como usei uma frigideira de ferro fundido, aqueceu um pouco de mais e chamuscou em demasia a pele. Não se deve comer essas partes mais torradas;
- No fim de retirar a carne da frigideira ou tabuleiro, escorrer a gordura líquida para uma taça e no fim de fria ou sólida colocar numa caixa plástica (reutilizar uma caixa das de manteiga) e guardar no frigorífico. Usar a banha para cozinhar carnes na frigideira ou no forno;
- A carne que sobrar costumo acabar por fatiar, no fim de frio, e guardar no frigorífico. Ótimo para levar na marmita ou cortando em pequenas tiras, como entrada.
pão, bolos e bolinhos, biscoitos e bolachas, muffins e scones, waffles e donuts, bôlas e empadas, tartes e tortas, quiches e salgadinhos, crepes e panquecas, assados e cozidos, fritos e grelhados...
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domingo, 24 de fevereiro de 2019
terça-feira, 27 de novembro de 2018
KAFTAS GRELHADAS COM MOLHO DE IOGURTE, ALHO, LIMÃO E HORTELÃ
A lista de ingredientes pode ser longa, mas acreditem que vale a pena, o sabor é igualmente proporcional.
Fáceis de fazer e com a vantagem de poderem ser preparadas no dia anterior e mantidas no frigorífico, ganhando ainda mais em sabor.
Típicas do médio oriente, comidas um pouco por todo o Mediterrâneo, do norte de África ao médio oriente, desde Marrocos, Turquia, Irão e até Grécia. O termo significa carne moída, podendo ser traduzido como almôndega. A carne usada, ou a mistura de carnes, varia com a cultura em questão, podendo ser vaca, borrego e até porco, como foi o caso, mistura de vaca e porco. Podem ser grelhadas, fritas, assadas ou guisadas, com formato de salsicha ou mais lenticular (como os nossos pasteis de bacalhau) e com ou sem espeto no meio.
Podem ser acompanhadas com batatas fritas, puré de batata ou enroladas com vegetais em juliana num pão árabe (como uma tortilha ou wrap) como sugere a Nigella no At my table.
O molho de iogurte é tradicional e faz toda a diferença, contribui com sabores frescos, o do iogurte, limão e hortelã e com o pungente sabor picante a alho.
À mesa são sucesso, é uma ótima oportunidade de introduzir novos sabores de ervas frescas ou especiarias. O molho nunca sobra e há quem o use como dressing da salada e se porventura parecer sobrar, umas pequenas tostas/crackers servirão para lhe dar fim ;)
Os espetos podem ser divertidos para os miúdos, por isso há quem coma as kaftas com o espeto na mão. Há momentos que apenas interessa que comam!
Fiz assim...
KAFTAS GRELHADAS COM MOLHO DE IOGURTE, ALHO, LIMÃO E HORTELÃ
INGREDIENTES
(Rende 12 kaftas)
300 g de carne vaca picada
300 g de carne de porco picada
1 cebola média
2 dentes de alho
2-3 cm de curcuma ou açafrão-das-Índias fresca ou 1 colher (chá) de curcuma moída
1 colher (chá) de sementes de coentros moídas
1 colher (chá) de sementes de cominhos moídas
1/2 colher (chá) de pimenta da Jamaica moída
1 colher (chá) de pimenta branca moída
hortelã fresca
salsa fresca
Para o olho de iogurte:
4 colheres (sopa) bem cheias de iogurte natural grego ou escorrido
sal q.b.
pimenta branca moída q.b.
1/2 limão (raspa e sumo)
hortelã fresca
1 dente de alho
PREPARAÇÃO
Numa tigela misturar as carnes, a curcuma, a cebola e os alhos finamente ralados, as ervas frescas picadas e os restantes temperos.
Envolver bem e levar ao frigorífico 1-2h.
Retirar porções de carne picada e moldar rapidamente nas mãos em formato de salsicha.
Espetar um pau fino para espetadas e moldar em volta a carne picada.
Dispor num tabuleiro as kaftas e levar ao frigorífico até à altura de grelhar.
Aquecer uma grelha ou chapa e grelhar as kaftas de todos os lados.
Para o molho misturar numa taça o iogurte, a raspa e o sumo de limão, sal, pimenta e a hortelã picada.
Envolver e reservar no frigorífico até servir.
Servir as kaftas com arroz, de cenoura por exemplo, ou batata frita, ou mesmo enrolada num pão pita ou outro pão chato árabe, acompanhado de salada de alface em juliana, cenoura ralada, couve roxa cortada finamente e com o molho de iogurte.
Optei por servir com grelos cozidos e salada de tomate, para uns e alface para outros.
NOTAS, MAS NÃO MENOS IMPORTANTES
- Aproveitando as ervas frescas que tenho disponíveis no canteiro, usei para temperar a carne das kaftas uma mistura de folhas de sálvia, hortelã, salsa e cebolinho;
- Será mais fácil moldar as kaftas se deixar repousar no frigorífico um pouco. Depois de as moldar também será mais fácil grelhá-las se estiverem sido mantidas no frio;
- Para que as kaftas não se desfaçam ao grelhar, deixar cozinhar bem de um dos lados e só depois virar para os restantes. Não cair na tentação de ir logo virando, pois a carne tende a prender na chapa enquanto não estiver totalmente cozinhada;
- Não gostando do gosto muito forte a alho, pode não o colocar no molho ou reduzir a quantidade usada.
Fáceis de fazer e com a vantagem de poderem ser preparadas no dia anterior e mantidas no frigorífico, ganhando ainda mais em sabor.
Típicas do médio oriente, comidas um pouco por todo o Mediterrâneo, do norte de África ao médio oriente, desde Marrocos, Turquia, Irão e até Grécia. O termo significa carne moída, podendo ser traduzido como almôndega. A carne usada, ou a mistura de carnes, varia com a cultura em questão, podendo ser vaca, borrego e até porco, como foi o caso, mistura de vaca e porco. Podem ser grelhadas, fritas, assadas ou guisadas, com formato de salsicha ou mais lenticular (como os nossos pasteis de bacalhau) e com ou sem espeto no meio.
Podem ser acompanhadas com batatas fritas, puré de batata ou enroladas com vegetais em juliana num pão árabe (como uma tortilha ou wrap) como sugere a Nigella no At my table.
O molho de iogurte é tradicional e faz toda a diferença, contribui com sabores frescos, o do iogurte, limão e hortelã e com o pungente sabor picante a alho.
À mesa são sucesso, é uma ótima oportunidade de introduzir novos sabores de ervas frescas ou especiarias. O molho nunca sobra e há quem o use como dressing da salada e se porventura parecer sobrar, umas pequenas tostas/crackers servirão para lhe dar fim ;)
Os espetos podem ser divertidos para os miúdos, por isso há quem coma as kaftas com o espeto na mão. Há momentos que apenas interessa que comam!
Fiz assim...
KAFTAS GRELHADAS COM MOLHO DE IOGURTE, ALHO, LIMÃO E HORTELÃ
INGREDIENTES
(Rende 12 kaftas)
300 g de carne vaca picada
300 g de carne de porco picada
1 cebola média
2 dentes de alho
2-3 cm de curcuma ou açafrão-das-Índias fresca ou 1 colher (chá) de curcuma moída
1 colher (chá) de sementes de coentros moídas
1 colher (chá) de sementes de cominhos moídas
1/2 colher (chá) de pimenta da Jamaica moída
1 colher (chá) de pimenta branca moída
hortelã fresca
salsa fresca
Para o olho de iogurte:
4 colheres (sopa) bem cheias de iogurte natural grego ou escorrido
sal q.b.
pimenta branca moída q.b.
1/2 limão (raspa e sumo)
hortelã fresca
1 dente de alho
PREPARAÇÃO
Numa tigela misturar as carnes, a curcuma, a cebola e os alhos finamente ralados, as ervas frescas picadas e os restantes temperos.
Envolver bem e levar ao frigorífico 1-2h.
Retirar porções de carne picada e moldar rapidamente nas mãos em formato de salsicha.
Espetar um pau fino para espetadas e moldar em volta a carne picada.
Dispor num tabuleiro as kaftas e levar ao frigorífico até à altura de grelhar.
Aquecer uma grelha ou chapa e grelhar as kaftas de todos os lados.
Para o molho misturar numa taça o iogurte, a raspa e o sumo de limão, sal, pimenta e a hortelã picada.
Envolver e reservar no frigorífico até servir.
Servir as kaftas com arroz, de cenoura por exemplo, ou batata frita, ou mesmo enrolada num pão pita ou outro pão chato árabe, acompanhado de salada de alface em juliana, cenoura ralada, couve roxa cortada finamente e com o molho de iogurte.
Optei por servir com grelos cozidos e salada de tomate, para uns e alface para outros.
NOTAS, MAS NÃO MENOS IMPORTANTES
- Aproveitando as ervas frescas que tenho disponíveis no canteiro, usei para temperar a carne das kaftas uma mistura de folhas de sálvia, hortelã, salsa e cebolinho;
- Será mais fácil moldar as kaftas se deixar repousar no frigorífico um pouco. Depois de as moldar também será mais fácil grelhá-las se estiverem sido mantidas no frio;
- Para que as kaftas não se desfaçam ao grelhar, deixar cozinhar bem de um dos lados e só depois virar para os restantes. Não cair na tentação de ir logo virando, pois a carne tende a prender na chapa enquanto não estiver totalmente cozinhada;
- Não gostando do gosto muito forte a alho, pode não o colocar no molho ou reduzir a quantidade usada.
Referências:
Alho,
Carne picada,
Coentros,
Cozinha grega,
Cozinha marroquina,
Grelhados,
Hortelã,
Iogurte,
Limão,
Molhos,
Nigella Lawson,
Pimenta da Jamaica,
Porco,
Salsa,
Vaca
quinta-feira, 31 de dezembro de 2015
LOMBINHO DE PORCO COM CUSCUZ DE CITRINOS E FRUTOS SECOS
A panela de pressão é algo que uso frequentemente para carnes, sopas, compotas, leguminosas e arroz integral, por exemplo.
Quando tenho que acelerar alguma preparação, a panela de pressão está sempre à mão. Até para um simples peixe cozido com batata e ovos a panela é usada.
Lombo de porco, perna ou pá, ou perna de peru, são refeições que nela preparo.
É muito prática, já que nela alouro primeiro a carne, depois tempero, junto alguns vegetais e algum líquido (água, vinho, cerveja, caldo de carne...), tapo e deixo cozinhar.
Febras ou costeletas de cebolada resultam também muito bem.
Desta vez, optei por lombinho, mais macio e húmido que o lombo e os garotos gostam mais, mas principalmente, porque seria para uma refeição rápida.
O lombinho descongela rapidamente, uns minutos no microondas, apenas para que seja cortado de formas mais fácil na tábua.
Normalmente usaria o lombinho para o cortar em nacos, ladear em bacon e grelhar ou fritar na frigideira com um pouco de alecrim.
Os cuscuz preparam-se enquanto o lombinho cozinha sozinho na panela de pressão.
Do início ao fim, esta refeição demorou 20min. a ser preparada. É por isso mesmo, fast food :)
E não é por ter sido uma refeição rápida que teve pouco aroma e sabor, pelo contrário. A dose foi repetida com muito agrado e com direito a elogio!
Quase digno de reveillon. Feliz 2016!
Fiz assim...
LOMBINHO DE PORCO COM CUSCUZ DE CITRINOS E FRUTOS SECOS
INGREDIENTES
Para 4 pessoas
1 lombinho de porco grande ou 2 pequenos
1 cebola
2 folhas de louro
1 fio de azeite
1 piri-piri seco
1 colher (chá) de pimentão-doce
sal grosso q.b.
3 dentes de alho
200ml de vinho branco/tinto
Para o cuscuz:
150g de cuscuz
o mesmo volume em água quente
4-5 folhas de hortelã fresca
3 colheres (sopa) de azeite
2 colheres (sopa) de sumo limão/lima
1 colher (sopa) de mostarda de Dijon ou à antiga
1 laranja (raspa)
sal
1 maçã grande
amêndoas, amendoins, nozes, pistachios, pinhões
sultanas
PREPARAÇÃO
Cortar o lombinho em 2 ou 3 pedaços.
Aquecer a panela de pressão e colocar os lombinhos até selar de todos os lados, sem mexer muito.
Juntar a cebola cortada aos quartos, o louro, o fio de azeite, o piri-piri, o pimentão-doce, o sal e envolver.
Acrescentar os dentes de alho cortados a meio e o vinho.
Deixar evaporar o álcool do vinho.
Juntar água até metade da altura dos lombinhos.
Assim que fervilhar, tapar e deixar cozinhar 10min. na pressão.
Deixar repousar mais 5min. antes de retirar o vapor ou se tiver tempo deixar perder o vapor naturalmente.
Retirar os lombinhos, fatiar e servir com o molho e alguma cebola acompanhado dos cuscuz.
Para os cuscuz ferver a água com as folhas de hortelã.
Numa taça colocar os cuscuz e verter a água quente e temperar com sal.
Tapar a taça e deixar absorver a água 10min..
À parte, numa taça pequena misturar o azeite, sumo do limão e a mostarda. Resevar.
Descascar e cortar em cubos a maçã. Reservar.
Aquecer uma frigideira antiaderente e torrar as amêndoas e os amendoins. Reservar.
Quando os cuscuz tiverem absorvido a água, mexer com um garfo para soltar os grãos e regar com o molho de azeite.
Antes de servir envolver nos cuscuz, os frutos secos, a maçã e a raspa da laranja.
Servir de imediato.
NOTAS, MAS NÃO MENOS IMPORTANTES
- Para o molho, rejeitar as folhas de louro e triturar todo o caldo na panela. Se preferir um molho mais grosso, acrescentar 1 colher (sopa) de maizena dissolvida num pouco de água ou leite e levar ao lume a engrossar;
- Se não tiver hortelã para aromatizar a água dos cuscuz, pode usar uma saqueta de infusão de hortelã seca. Se tiver hortelã fresca em vez da infusão pode picar e envolver;
- O molho para os cuscuz pode ser aromatizado também com uma colher de mel e sumo de laranja. Optei por omitir estes dois, nesta versão, para não a tornar adocicada.
Quando tenho que acelerar alguma preparação, a panela de pressão está sempre à mão. Até para um simples peixe cozido com batata e ovos a panela é usada.
Lombo de porco, perna ou pá, ou perna de peru, são refeições que nela preparo.
É muito prática, já que nela alouro primeiro a carne, depois tempero, junto alguns vegetais e algum líquido (água, vinho, cerveja, caldo de carne...), tapo e deixo cozinhar.
Febras ou costeletas de cebolada resultam também muito bem.
Desta vez, optei por lombinho, mais macio e húmido que o lombo e os garotos gostam mais, mas principalmente, porque seria para uma refeição rápida.
O lombinho descongela rapidamente, uns minutos no microondas, apenas para que seja cortado de formas mais fácil na tábua.
Normalmente usaria o lombinho para o cortar em nacos, ladear em bacon e grelhar ou fritar na frigideira com um pouco de alecrim.
Os cuscuz preparam-se enquanto o lombinho cozinha sozinho na panela de pressão.
Do início ao fim, esta refeição demorou 20min. a ser preparada. É por isso mesmo, fast food :)
E não é por ter sido uma refeição rápida que teve pouco aroma e sabor, pelo contrário. A dose foi repetida com muito agrado e com direito a elogio!
Quase digno de reveillon. Feliz 2016!
Fiz assim...
LOMBINHO DE PORCO COM CUSCUZ DE CITRINOS E FRUTOS SECOS
INGREDIENTES
Para 4 pessoas
1 lombinho de porco grande ou 2 pequenos
1 cebola
2 folhas de louro
1 fio de azeite
1 piri-piri seco
1 colher (chá) de pimentão-doce
sal grosso q.b.
3 dentes de alho
200ml de vinho branco/tinto
Para o cuscuz:
150g de cuscuz
o mesmo volume em água quente
4-5 folhas de hortelã fresca
3 colheres (sopa) de azeite
2 colheres (sopa) de sumo limão/lima
1 colher (sopa) de mostarda de Dijon ou à antiga
1 laranja (raspa)
sal
1 maçã grande
amêndoas, amendoins, nozes, pistachios, pinhões
sultanas
PREPARAÇÃO
Cortar o lombinho em 2 ou 3 pedaços.
Aquecer a panela de pressão e colocar os lombinhos até selar de todos os lados, sem mexer muito.
Juntar a cebola cortada aos quartos, o louro, o fio de azeite, o piri-piri, o pimentão-doce, o sal e envolver.
Acrescentar os dentes de alho cortados a meio e o vinho.
Deixar evaporar o álcool do vinho.
Juntar água até metade da altura dos lombinhos.
Assim que fervilhar, tapar e deixar cozinhar 10min. na pressão.
Deixar repousar mais 5min. antes de retirar o vapor ou se tiver tempo deixar perder o vapor naturalmente.
Retirar os lombinhos, fatiar e servir com o molho e alguma cebola acompanhado dos cuscuz.
Para os cuscuz ferver a água com as folhas de hortelã.
Numa taça colocar os cuscuz e verter a água quente e temperar com sal.
Tapar a taça e deixar absorver a água 10min..
À parte, numa taça pequena misturar o azeite, sumo do limão e a mostarda. Resevar.
Descascar e cortar em cubos a maçã. Reservar.
Aquecer uma frigideira antiaderente e torrar as amêndoas e os amendoins. Reservar.
Quando os cuscuz tiverem absorvido a água, mexer com um garfo para soltar os grãos e regar com o molho de azeite.
Antes de servir envolver nos cuscuz, os frutos secos, a maçã e a raspa da laranja.
Servir de imediato.
NOTAS, MAS NÃO MENOS IMPORTANTES
- Para o molho, rejeitar as folhas de louro e triturar todo o caldo na panela. Se preferir um molho mais grosso, acrescentar 1 colher (sopa) de maizena dissolvida num pouco de água ou leite e levar ao lume a engrossar;
- Se não tiver hortelã para aromatizar a água dos cuscuz, pode usar uma saqueta de infusão de hortelã seca. Se tiver hortelã fresca em vez da infusão pode picar e envolver;
- O molho para os cuscuz pode ser aromatizado também com uma colher de mel e sumo de laranja. Optei por omitir estes dois, nesta versão, para não a tornar adocicada.
Referências:
Acompanhamentos,
Amêndoa,
Amendoim - Manteiga de amendoim,
Carnes,
Cozinha marroquina,
Cuscuz,
Hortelã,
Laranja,
Limão,
Lombinho de porco,
Mostarda,
Noz,
Panela de pressão,
Porco
domingo, 15 de março de 2015
PÁ DE PORCO ASSADA COM CERVEJA E ALECRIM (SLOW COOKER)
O tempo! O tempo dita muita coisa na nossa vida e claro, na nossa organização diária. Muitas vezes não há tempo para chegar a casa, no final do dia, e colocar a assar uma peça de carne no forno. Esta é uma ótima preparação para aqueles dias cansativos ou nos que servimos de táxi para as atividades das crianças :)
Esta sugestão é uma das que me facilitam a vida e muitas vezes para algumas refeições.
Preparo sempre carne a mais, aproveitando a peça ou o preço, e depois é só congelar as sobras para uma outra refeição reciclada (carne para rissóis, croquetes ou pasteis de massa tenra, empadão, carne guisada com massa, arroz de carne no forno ou não...).
Para além das sobras a vantagem está em chegar a casa e a refeição estar praticamente feita. Quer seja para um dia de semana (quase sempre), para um domingo (em que não apetece levantar muito cedo) ou para uma data mais festiva como a páscoa ou natal (em que há outros pormenores a ter em conta) esta preparação é sempre vencedora.
Quem diria que uma pá de porco com batatas assadas estará pronta em menos de 30min. num dia de semana!
As peças de carne que mais saborosas ficam assadas na panela de cozedura lenta, slow cooker, são realmente as mais baratas: pá de porco, perna de porco, entrecosto de porco, perna de peru... sempre com osso.
A carne assa nos seus próprios sucos, sem adição de gordura. Pelo contrário, perde gordura que pode ser removida depois no caldo, antes de o transformar num molho para servir.
Fiz assim...
PÁ DE PORCO ASSADA COM CERVEJA E ALECRIM
INGREDIENTES
2kg de pá de porco com osso
1 ramo de alecrim
200ml de cerveja
2 colheres (sopa) de vinagre de sidra ou de vinho branco
2 folhas de louro
1 haste de aipo ou ramo de ervas frescas
1 colher (sopa) de pimentão doce
sal grosso
pimenta preta
Para o molho:
1 colher (sopa) de farinha de trigo
PREPARAÇÃO
Colocar a pá de porco cortada a meio (pedir no talho que a golpeiem) na taça da panela juntamente com os restantes ingredientes.
Programar 9h-12h na temperatura baixa ou 5-6h na temperatura alta.
Retirar a carne.
Coar o caldo para uma caçarola, juntar a farinha e deixar ferver uns minutos para engrossar.
Servir com batatas assadas no microondas.
NOTAS, MAS NÃO MENOS IMPORTANTES
- O tempo que a carne demora a assar está um pouco dependente do tempo que temos que ela asse. Pode ser escolhida a temperatura mais elevada da panela para assar do almoço para o jantar ou se a preparação terá de ser feita de manhã, então escolhe-se a temperatura mais baixa para que demore mais e esteja pronta ao jantar;
- Carnes com osso demoram um pouco mais do que as peças sem osso.
Esta sugestão é uma das que me facilitam a vida e muitas vezes para algumas refeições.
Preparo sempre carne a mais, aproveitando a peça ou o preço, e depois é só congelar as sobras para uma outra refeição reciclada (carne para rissóis, croquetes ou pasteis de massa tenra, empadão, carne guisada com massa, arroz de carne no forno ou não...).
Para além das sobras a vantagem está em chegar a casa e a refeição estar praticamente feita. Quer seja para um dia de semana (quase sempre), para um domingo (em que não apetece levantar muito cedo) ou para uma data mais festiva como a páscoa ou natal (em que há outros pormenores a ter em conta) esta preparação é sempre vencedora.
Quem diria que uma pá de porco com batatas assadas estará pronta em menos de 30min. num dia de semana!
As peças de carne que mais saborosas ficam assadas na panela de cozedura lenta, slow cooker, são realmente as mais baratas: pá de porco, perna de porco, entrecosto de porco, perna de peru... sempre com osso.
A carne assa nos seus próprios sucos, sem adição de gordura. Pelo contrário, perde gordura que pode ser removida depois no caldo, antes de o transformar num molho para servir.
Fiz assim...
PÁ DE PORCO ASSADA COM CERVEJA E ALECRIM
INGREDIENTES
2kg de pá de porco com osso
1 ramo de alecrim
200ml de cerveja
2 colheres (sopa) de vinagre de sidra ou de vinho branco
2 folhas de louro
1 haste de aipo ou ramo de ervas frescas
1 colher (sopa) de pimentão doce
sal grosso
pimenta preta
Para o molho:
1 colher (sopa) de farinha de trigo
PREPARAÇÃO
Colocar a pá de porco cortada a meio (pedir no talho que a golpeiem) na taça da panela juntamente com os restantes ingredientes.
Programar 9h-12h na temperatura baixa ou 5-6h na temperatura alta.
Retirar a carne.
Coar o caldo para uma caçarola, juntar a farinha e deixar ferver uns minutos para engrossar.
Servir com batatas assadas no microondas.
NOTAS, MAS NÃO MENOS IMPORTANTES
- O tempo que a carne demora a assar está um pouco dependente do tempo que temos que ela asse. Pode ser escolhida a temperatura mais elevada da panela para assar do almoço para o jantar ou se a preparação terá de ser feita de manhã, então escolhe-se a temperatura mais baixa para que demore mais e esteja pronta ao jantar;
- Carnes com osso demoram um pouco mais do que as peças sem osso.
quinta-feira, 10 de outubro de 2013
ENTRECOSTO COM MOLHO BARBECUE (SLOW COOKER)
O molho barbecue é levemente adocicado, para os que não apreciam este contraste com a carne, basta eliminar ou reduzir a colher de açúcar mascavado usada.
Este entrecosto pode ser cozinhado no forno, no fogão ou na panela de cozimento lento, desde que seja obviamente muito lentamente.
Ao ser cozinhado a baixa temperatura e lentamente a carne solta-se do osso, fica extremamente macia. Pelas fotos percebe-se que ao retirar a carne da panela alguns dos ossos ficaram no fundo, no molho!
Este entrecosto fica um misto entre o assado e o estufado, mas muiiiiito macio.
A panela de cozimento lento (em Portugal), panela elétrica (no Brasil), slow cooker (nome inglês não associado a nenhuma marca) ou com a designação Crock-Pot, modelo original da marca Rival, é de funcionamento muito simples. Há de várias marcas.
É composta por uma taça amovível em cerâmica embutida num suporte com resistência elétrica. Geralmente têm apenas 2 temperaturas, baixa e alta e algumas mantém quente após terminar o tempo de cozinhar. A temperatura máxima atingida é a mesma nas duas potências, apenas o tempo de atingir essa temperatura é diferente.
Podem ter de vários tamanhos, para 1 pessoa ou até 5-6 pessoas. Podem ser redondas ou ovais. Apenas com um botão analógico ou com ecrã digital. As não programáveis/digitais são mais baratas e permitem acoplar na tomada um temporizador controlando o tempo de funcionamento. Algumas têm o exterior do corpo de suporte da taça esmaltado, inox, plástico ou mesmo com decoração personalizável ou vintage.
A primeira panela que vi deste género foi quando a Cris - From our home to yours, publicou este post, e antevi as potencialidades da panela.
Embora a panela possa cozinhar outros alimentos, a carne é um dos melhores sucessos, peixe, alguns legumes e ervas frescas perdem cor, textura e sabor pelo cozimento muito longo. Dependendo da imaginação podem ser cozinhadas entradas, sopas, pratos principais e sobremesas.
Há mesmo grupos de amigos e de fãs deste tipo de panela que se reúnem e onde cada elemento leva a sua panela com um cozinhado para partilha.
Uma das grandes vantagens desta panela é cozinhar enquanto estamos ausentes. Já se imaginou chegar de casa depois de um dia cansativo de trabalho, sentir o cheiro de comida fresca e não ter que fazer o jantar? Durante a sua ausência o jantar esteve a ser cozinhado.
O conceito desta panela slow cooker surgiu nos Estados Unidos há várias décadas atrás quando as mulheres começaram a trabalhar fora de casa. Hoje continua atual já que o tempo que sobra é muito reduzido.
As aplicações são várias, as panelas de tamanho pequeno permitem um fondue de chocolate, por exemplo, as de tamanho médio permitem cozinhar no trabalho, num quarto sem cozinha ou no campismo, para apenas 1-2 pessoas, e as de tamanho grande, familiar, permitem preparar um jantar para toda a família enquanto prepara os acompanhamentos.
Outra vantagem, e grande, do cozimento lento é poder cozinhar carnes menos macias, menos nobres, mais baratas, mas muito mais saborosas, que muitas vezes são desprezadas. Cozinhado lentamente o colagénio (a gelatina) dalgumas carnes desfaz-se, enriquece o molho e torna a carne mais húmida.
Os dias em que a Crock-pot é usada é sinónimo de relax, o chegar a casa e fazer jantar é tudo menos uma obrigação. Não a uso apenas no outono e inverno, embora as comidas onde todos os ingredientes se colocam juntos, de uma panela só, sejam reconfortantes, uso-a também para dias de verão, para poder aproveitar a praia até aos últimos minutos e chegar a casa e ter o jantar feito.
Realmente falo sempre em jantar, pois o único almoço que costumo preparar nela é, por vezes, o de domingo.
Fiz assim...
ENTRECOSTO COM MOLHO BARBECUE (SLOW COOKER)
INGREDIENTES
1,5kg de entrecosto
4 colheres (sopa) de polpa de tomate
100ml de vinho tinto
1 colher (sopa) de açúcar mascavado
1 colher (sopa) de whisky
1 colher (sopa) de molho inglês (Worcestershire sauce)
1 folha de louro
3 dentes de alho
sal
pimenta
malagueta cortada
1 colher (sopa) de farinha de trigo
PREPARAÇÃO
Cortar com o cutelo (ou pedir no talho para o fazer) a tira de entrecosto em 3 tiras longitudinais.
Cortar o entrecosto em pedaços de 3-4 ossos cada.
Colocar o entrecosto na panela de cerâmica da slow cooker e temperar com os restantes ingredientes, excepto a farinha, ou misturar à parte os ingredientes numa taça e depois untar toda a carne.
Deixar cozinhar por 6h na temperatura alta ou 8h na temperatura baixa.
Se houver oportunidade a meio da cozedura virar a carne e cobrir com o molho.
No fim de cozinhado, retirar para uma travessa e coar o molho para uma caçarola.
Levar a caçarola ao lume com a farinha e mexer com a vara de arames, até engrossar um pouco.
Servir o entrecosto com o molho, acompanhado de polenta, polenta frita, puré de batata, arroz ou batatas fritas, com salada.
NOTAS, MAS NÃO MENOS IMPORTANTES
- Podem ser usadas ervas secas para criar novos sabores: tomilho, alecrim, orégãos...
- O cozimento lento intensifica alguns sabores pelo que não convém exagerar no alho e no picante.
Este entrecosto pode ser cozinhado no forno, no fogão ou na panela de cozimento lento, desde que seja obviamente muito lentamente.
Ao ser cozinhado a baixa temperatura e lentamente a carne solta-se do osso, fica extremamente macia. Pelas fotos percebe-se que ao retirar a carne da panela alguns dos ossos ficaram no fundo, no molho!
Este entrecosto fica um misto entre o assado e o estufado, mas muiiiiito macio.
A panela de cozimento lento (em Portugal), panela elétrica (no Brasil), slow cooker (nome inglês não associado a nenhuma marca) ou com a designação Crock-Pot, modelo original da marca Rival, é de funcionamento muito simples. Há de várias marcas.
É composta por uma taça amovível em cerâmica embutida num suporte com resistência elétrica. Geralmente têm apenas 2 temperaturas, baixa e alta e algumas mantém quente após terminar o tempo de cozinhar. A temperatura máxima atingida é a mesma nas duas potências, apenas o tempo de atingir essa temperatura é diferente.
Podem ter de vários tamanhos, para 1 pessoa ou até 5-6 pessoas. Podem ser redondas ou ovais. Apenas com um botão analógico ou com ecrã digital. As não programáveis/digitais são mais baratas e permitem acoplar na tomada um temporizador controlando o tempo de funcionamento. Algumas têm o exterior do corpo de suporte da taça esmaltado, inox, plástico ou mesmo com decoração personalizável ou vintage.
A primeira panela que vi deste género foi quando a Cris - From our home to yours, publicou este post, e antevi as potencialidades da panela.
Embora a panela possa cozinhar outros alimentos, a carne é um dos melhores sucessos, peixe, alguns legumes e ervas frescas perdem cor, textura e sabor pelo cozimento muito longo. Dependendo da imaginação podem ser cozinhadas entradas, sopas, pratos principais e sobremesas.
Há mesmo grupos de amigos e de fãs deste tipo de panela que se reúnem e onde cada elemento leva a sua panela com um cozinhado para partilha.
Uma das grandes vantagens desta panela é cozinhar enquanto estamos ausentes. Já se imaginou chegar de casa depois de um dia cansativo de trabalho, sentir o cheiro de comida fresca e não ter que fazer o jantar? Durante a sua ausência o jantar esteve a ser cozinhado.
O conceito desta panela slow cooker surgiu nos Estados Unidos há várias décadas atrás quando as mulheres começaram a trabalhar fora de casa. Hoje continua atual já que o tempo que sobra é muito reduzido.
As aplicações são várias, as panelas de tamanho pequeno permitem um fondue de chocolate, por exemplo, as de tamanho médio permitem cozinhar no trabalho, num quarto sem cozinha ou no campismo, para apenas 1-2 pessoas, e as de tamanho grande, familiar, permitem preparar um jantar para toda a família enquanto prepara os acompanhamentos.
Outra vantagem, e grande, do cozimento lento é poder cozinhar carnes menos macias, menos nobres, mais baratas, mas muito mais saborosas, que muitas vezes são desprezadas. Cozinhado lentamente o colagénio (a gelatina) dalgumas carnes desfaz-se, enriquece o molho e torna a carne mais húmida.
Os dias em que a Crock-pot é usada é sinónimo de relax, o chegar a casa e fazer jantar é tudo menos uma obrigação. Não a uso apenas no outono e inverno, embora as comidas onde todos os ingredientes se colocam juntos, de uma panela só, sejam reconfortantes, uso-a também para dias de verão, para poder aproveitar a praia até aos últimos minutos e chegar a casa e ter o jantar feito.
Realmente falo sempre em jantar, pois o único almoço que costumo preparar nela é, por vezes, o de domingo.
Fiz assim...
ENTRECOSTO COM MOLHO BARBECUE (SLOW COOKER)
INGREDIENTES
1,5kg de entrecosto
4 colheres (sopa) de polpa de tomate
100ml de vinho tinto
1 colher (sopa) de açúcar mascavado
1 colher (sopa) de whisky
1 colher (sopa) de molho inglês (Worcestershire sauce)
1 folha de louro
3 dentes de alho
sal
pimenta
malagueta cortada
1 colher (sopa) de farinha de trigo
PREPARAÇÃO
Cortar com o cutelo (ou pedir no talho para o fazer) a tira de entrecosto em 3 tiras longitudinais.
Cortar o entrecosto em pedaços de 3-4 ossos cada.
Colocar o entrecosto na panela de cerâmica da slow cooker e temperar com os restantes ingredientes, excepto a farinha, ou misturar à parte os ingredientes numa taça e depois untar toda a carne.
Deixar cozinhar por 6h na temperatura alta ou 8h na temperatura baixa.
Se houver oportunidade a meio da cozedura virar a carne e cobrir com o molho.
No fim de cozinhado, retirar para uma travessa e coar o molho para uma caçarola.
Levar a caçarola ao lume com a farinha e mexer com a vara de arames, até engrossar um pouco.
Servir o entrecosto com o molho, acompanhado de polenta, polenta frita, puré de batata, arroz ou batatas fritas, com salada.
NOTAS, MAS NÃO MENOS IMPORTANTES
- Podem ser usadas ervas secas para criar novos sabores: tomilho, alecrim, orégãos...
- O cozimento lento intensifica alguns sabores pelo que não convém exagerar no alho e no picante.
Referências:
Carnes,
Entrecosto,
Molhos,
Panela de cozimento lento - Slow cooker - Crock-Pot,
Porco
terça-feira, 8 de novembro de 2011
BOCHECHAS DE PORCO NO FORNO
- O que é o almoço?
- Bochechas.
- Não gosto! Que é isso?
- É onde os porquinhos dão os beijos uns aos outros.
- Hum, é macio...
Cozinhadas lentamente e em forno médio tornam-se muito macias e húmidas. Todos os veios de gordura e colagénio se transformam criando uma textura que se desfaz ao cortar.
É uma peça de porco que não é cara e torna diferente uma refeição de simples preparação.
Para acompanhar podem ser servidas umas batatas assadas no forno, a murro com o molho do assado, castanhas fritas ou um belo puré de batata, ou um Puré de dupla batata ou de batata doce.
Fiz assim...
BOCHECHAS DE PORCO NO FORNO
INGREDIENTES
6 bochechas de porco
4 dentes de alho (3+1)
1 folha de louro
1 ramo alecrim
1 ramo de tomilho seco
1 colher (chá) de orégãos secos
250ml de vinho branco
1 colher (sopa) de sal grosso
1 fio de azeite
1 cebola grande
1 piri-piri seco
água q.b.
pitada de pimenta
PREPARAÇÃO
Limpar as bochechas de gorduras em excesso.
Numa tigela grande colocar as bochechas com 3 dentes de alhos picados grosseiramente, o louro, o alecrim, o tomilho, os orégãos, o vinho e o sal. Deixar marinar de um dia para o outro ou durante algumas horas.
Aquecer uma frigideira, escorrer as bochechas e alourá-las dos dois lados. Reservar.
Fazer um puré com a cebola e com o restante dente de alho na picadora.
Na mesma frigideira levar um fio de azeite a aquecer e alourar a cebola em puré juntamente com o piri-piri picado.
Colocar a marinada num refratário fundo e misturar o puré de cebola.
Dispor as bochechas, acrescentar um pouco mais de vinho e água até meio das carne, temperar com sal e pimenta por cima das bochechas e levar ao forno pré-aquecido a 170ºC durante 1h30-2h.
A meio do tempo virar as bochechas.
Dispor as bochechas numa travessa, acompanhadas com o puré de batata ou batatas assadas, juntamente com o molho.
NOTAS, MAS NÃO MENOS IMPORTANTES
- Podem ser preparadas com vinho tinto, ficando muito boas, apenas um pouco mais escuras;
- Querendo outro tempero pode ser acrescentada apenas uma pitada de cominhos à marinada;
- A cebola reduzida a puré ajuda a engrossar mais facilmente a marinada que acaba por ser o tempero do assado;
- Se a ideia é servir o molho numa molheira então pode-se triturar o molho retirando previamente o louro, o tomilho e o alecrim e depois passá-lo por uma peneira. Mas o molho fica mais rústico se for servido diretamente no assado.
- Bochechas.
- Não gosto! Que é isso?
- É onde os porquinhos dão os beijos uns aos outros.
- Hum, é macio...
Cozinhadas lentamente e em forno médio tornam-se muito macias e húmidas. Todos os veios de gordura e colagénio se transformam criando uma textura que se desfaz ao cortar.
É uma peça de porco que não é cara e torna diferente uma refeição de simples preparação.
Para acompanhar podem ser servidas umas batatas assadas no forno, a murro com o molho do assado, castanhas fritas ou um belo puré de batata, ou um Puré de dupla batata ou de batata doce.
Fiz assim...
BOCHECHAS DE PORCO NO FORNO
INGREDIENTES
6 bochechas de porco
4 dentes de alho (3+1)
1 folha de louro
1 ramo alecrim
1 ramo de tomilho seco
1 colher (chá) de orégãos secos
250ml de vinho branco
1 colher (sopa) de sal grosso
1 fio de azeite
1 cebola grande
1 piri-piri seco
água q.b.
pitada de pimenta
PREPARAÇÃO
Limpar as bochechas de gorduras em excesso.
Numa tigela grande colocar as bochechas com 3 dentes de alhos picados grosseiramente, o louro, o alecrim, o tomilho, os orégãos, o vinho e o sal. Deixar marinar de um dia para o outro ou durante algumas horas.
Aquecer uma frigideira, escorrer as bochechas e alourá-las dos dois lados. Reservar.
Fazer um puré com a cebola e com o restante dente de alho na picadora.
Na mesma frigideira levar um fio de azeite a aquecer e alourar a cebola em puré juntamente com o piri-piri picado.
Colocar a marinada num refratário fundo e misturar o puré de cebola.
Dispor as bochechas, acrescentar um pouco mais de vinho e água até meio das carne, temperar com sal e pimenta por cima das bochechas e levar ao forno pré-aquecido a 170ºC durante 1h30-2h.
A meio do tempo virar as bochechas.
Dispor as bochechas numa travessa, acompanhadas com o puré de batata ou batatas assadas, juntamente com o molho.
NOTAS, MAS NÃO MENOS IMPORTANTES
- Podem ser preparadas com vinho tinto, ficando muito boas, apenas um pouco mais escuras;
- Querendo outro tempero pode ser acrescentada apenas uma pitada de cominhos à marinada;
- A cebola reduzida a puré ajuda a engrossar mais facilmente a marinada que acaba por ser o tempero do assado;
- Se a ideia é servir o molho numa molheira então pode-se triturar o molho retirando previamente o louro, o tomilho e o alecrim e depois passá-lo por uma peneira. Mas o molho fica mais rústico se for servido diretamente no assado.
Referências:
Alecrim,
Assados,
Bochechas de porco,
Porco,
Tomilho
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