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terça-feira, 3 de julho de 2012

DOCE DE GINJA

Tal como no caso dos marmelos em que se faz a marmelada (aqui e aqui), não é aprazível comer ginjas cruas. É muito mais ácida que a sua prima direita, a cereja.
No entanto, dando-se as ginjeiras tão bem no nosso clima, as ginjas tiveram que ter aproveitamento, quer pela famosa ginjinha ou neste doce fantástico.

Não é um doce muito doce, para isso temos o de morango, figo..., é um doce com um grau de doçura q.b..
Também não acho necessário acrescentar qualquer aroma como o da canela ou cravinho porque já é bem aromático e mascararia o aroma natural da ginja.

Acompanha lindamente um queijo fresco ao lanche ou uma tosta ou torrada pela manhã.

Fiz assim...

DOCE DE GINJA


INGREDIENTES
600g de ginjas descaroçadas
450g de açúcar (250g de açúcar branco + 200g de açúcar gelificante)

PREPARAÇÃO
Lavar as ginjas, retirar o pedúnculo e descaroçar.

Colocar num tacho as ginjas e o açúcar e levar a lume médio cerca de 30min., mexendo de vez em quando. Manter o tacho semi-destapado.

Testar o ponto num prato frio.

Ainda bem quente colocar em frascos esterilizados, tapar e virar ao contrário.
Colocar os frascos na posição normal passado 1h ou no fim de frios.

 
 
 
 
 


NOTAS, MAS NÃO MENOS IMPORTANTES
- Não usando uma parte em açúcar gelificante usar a totalidade em açúcar branco adicionando 2 colheres (sopa) de sumo de limão;
- Para outras quantidades de fruta o peso do açúcar é de 75% do peso da fruta;
- Na bimby colocar as ginjas e os açúcares no copo e programar 30min, velocidade 2, varoma, com o copo medida inclinado para escapar o vapor;
- Para testar o ponto do doce colocar previamente um pequeno prato no congelador e quando se achar que o doce está no ponto verter uma pequena colher no prato. Como o doce arrefecerá depressa facilmente se observará como ficará quando totalmente frio;
- Se triturar o doce este ficará opaco, menos atraente.

segunda-feira, 17 de agosto de 2009

GINJINHA

Há quem goste de comer ginjas, eu só em licor ou doce. Com elas ou sem elas, na garrafa, ginjinha é portuguesa.
Como as ginjas têm sabor acre, com açúcar tornar-se mais agradável, o doce é óptimo a acompanhar um queijo fresco de vaca ou cabra, ou uma simples tosta.

Este ano tive alguma fartura de ginjas e fiz várias garrafas usando diferentes métodos. Este aqui é o que elegi não só pelo sabor como pela facilidade. Noutros métodos descaroçam-se, pisam-se ou cozem-se em calda ou não e só depois ficam em repouso na aguardente. Alguns métodos recomendam que se junte logo o açúcar, outros depois, alguns pedem que se deixe ficar parte do pedúnculo (pé) da ginja, outros ainda que se exponha a garrafa ao Sol, outros por outro lado, pedem escuro...
Este método é simples e prático com resultados garantidos.
Usar ginjas sãs e maduras, as minhas poderiam estar um pouco mais maduras, mais foi um salve-se quem puder, uma luta pelo poder, e os pássaros iam levando a melhor!

Fiz assim...

GINJINHA


INGREDIENTES
400g de ginjas maduras
300ml de aguardente
100ml de vinho tinto
1 pau de canela
2 cravinhos

400g de açúcar

PREPARAÇÃO
Numa garrafa grande de boca larga colocar as ginjas sãs, lavadas e sem pedúnculo, a aguardente, o vinho, a canela e os cravinhos. Deixar em infusão 2 semanas, em local escuro, agitando de 2 em 2 dias.
No fim das 2 semanas adicionar o açúcar e deixar repousar 1 mês, revolvendo o frasco para dissolver o açúcar de 2 em 2 dias no início.

Querendo a ginjinha sem ginjas, coar através de papel de filtro (ou filtro de café de papel) para a garrafa de vidro desejada. Querendo com ginjas, no fim de coado, adicionar algumas ginjas (máximo 1/4 da garrafa).
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NOTAS, MAS NÃO MENOS IMPORTANTES
- As quantidades indicadas podem ser alteradas para a garrafa onde se irá preparar o licor (uso uma garrafa 750ml de boca larga da polpa de tomate) ou consoante o gosto, mais adocicado ou alcoólico.