Só agora reparei que a receita de Arroz Doce não constava por aqui.
Prima direita do Arroz Doce é a Aletria e as mais afastadas são as Papas de carolo. O ingrediente principal muda, arroz, massa ou carolo de milho, mas os restantes ingredientes por serem semelhantes aproximam o sabor e o aroma.
É lógico que cada um tem a sua receita de arroz doce, com ou sem gemas, dependendo da região, mais cremoso ou mais seco, com algum aroma específico. Não aprecio o arroz doce seco, prefiro mais cremoso e de preferência com gemas, gostos são gostos. Achei interessante provar um prato de arroz doce com flor de laranjeira, típico de algumas regiões, ou mesmo anis.
O arroz doce faz parte daquele conjunto de doces tradicionais comunitários, travessas ou pratos grandes, onde todos se servem, ou mesmo porque é trocado entre famílias, havendo um espírito de partilha subjacente. Nalguns casamentos, em determinadas regiões do pais, o arroz doce é dado quando se entregam aos convites aos convidados. Queremos algo mais simbólico que isto?
Esta é a receita da família e porque muito a pedem, aqui fica ela para não me repetir tantas vezes :)
A decoração é fundamental, dedos habilidosos conseguem distribuir a canela em pó com se uma pintura se tratasse. Claro que decorei o arroz doce com a canela em pó, mas por lapso apaguei a foto, assim que conseguir nova aqui será posta.
Fiz assim...
ARROZ DOCE
INGREDIENTES
250g de arroz carolino
1l de água
2 cascas de limão
1 pau de canela (opcional)
1l de leite
2 colheres (sopa) de manteiga
250g de açúcar
5 gemas
canela em pó (para decorar)
PREPARAÇÃO
Numa panela juntar o arroz, a água, a casca de limão e o pau de canela (opcional) e levar ao lume para ferver.
Assim que começar a ferver baixar para lume fraco e deixar cozinhar até secar, sem agarrar ao fundo.
Juntar o leite e deixar levantar fervura em lume fraco.
Acrescentar a manteiga e o açúcar e manter em lume fraco.
Quando os bagos de arroz estiverem macios, retirar do lume e deixar arrefecer um pouco.
Retirar a casca de limão e pau de canela se for usado.
Numa tigela mexer bem as gemas e adicionar uma concha do arroz, mexer bem, juntar outra concha de arroz.
Juntar a mistura das gemas à panela com o arroz.
Mexer bem e levar novamente ao lume, sem parar de mexer, até engrossar e ficar cremoso.
Retirar do lume e colocar em taças, prato grande ou travessa.
Decorar com canela em pó, quando ainda quente.
Rende 2 travessas grandes pouco fundas.
NOTAS, MAS NÃO MENOS IMPORTANTES
- Deixar cozinhar bem o arroz na água, até esta secar quase completamente. Depois de se juntar o leite e o açúcar o arroz apenas engrossa, já não coze o suficiente;
- Usando gemas de ovos caseiros a diferença é substancial, vale a pena usar;
- "Temperar" as gemas batidas com o arroz quente é importante para que estas não talhem quando adicionadas à mistura quente;
- Em vez de gemas há quem use um envelope de preparado instantâneo de pudim flã chinês ou de baunilha ou mesmo leite creme ou farinha custard;
- Decorar o arroz doce quando este estiver ainda quente para que a canela agarre à superfície.
pão, bolos e bolinhos, biscoitos e bolachas, muffins e scones, waffles e donuts, bôlas e empadas, tartes e tortas, quiches e salgadinhos, crepes e panquecas, assados e cozidos, fritos e grelhados...
terça-feira, 9 de outubro de 2012
ARROZ DOCE
Referências:
Arroz - Risotto,
Canela,
Cozinha portuguesa,
Doces de colher
quinta-feira, 6 de setembro de 2012
GUACAMOLE
Se o que pretende é uma entrada descontraída e prática de fazer, guacamole pode ser a solução.
Para amantes de abacate nada melhor.
A suavidade, cremosidade e untuosidade do abacate sempre me seduziu. Há no abacate algo de confortável, não sei bem explicar, até pela cor da polpa que varia gradualmente entre o verde e o amarelo.
Esta sugestão mexicana para dipar com umas tortilhas chips, consegue colocar bem dispostos os convivas. Pode ser acompanhada com umas margaritas ou cervejas normais ou com tequila.
Ótimo com pratos picantes porque ameniza a boca. Neste dia, aqui em em casa, acompanhou um Chili. Usei as malaguetas que a MO me deu ;)
Fiz assim...
GUACAMOLE
INGREDIENTES
1 abacate maduro grande
1 tomate maduro mas firme (ou 1 mão-cheia de tomates cherry)
1/2 cebola
1/2 malagueta fresca
1 fio de azeite
1 limão ou lima
5 hastes de coentros
sal
pimenta
PREPARAÇÃO
Cortar o tomate em pequenos cubos. Espremer o sumo apertando entre as mãos. Reservar.
Picar a cebola mesmo bem fina.
Picar a malagueta, sem as sementes, bem fina.
Cortar o abacate a meio, retirar o caroço e cortar a polpa, ainda dentro da casca, em cubos. Esmagar a polpa do abacate numa taça.
Acrescentar o tomate, a malagueta, o azeite e o sumo do limão.
Temperar de sal e pimenta.
Picar grosseiramente as folhas dos coentros e envolver na pasta de abacate.
Manter numa taça tapada no frigorífico até servir com tortilhas chips de milho.
NOTAS, MAS NÃO MENOS IMPORTANTES
- Querendo mais picante acrescentar mais malagueta;
- Também pode ser adicionado um dente de alho bem picado se for do agrado;
- A cebola dever ser bem picada para que não se sintam os cubos em demasia, para ir ao encontro do gosto de todos;
- Gosto de usar tomates cherry cortados em quartos e depois em 2 ou 3, porque estes têm um sabor mais marcante a tomate, são mais saborosos, mas outro tomate também fica bem. Podem ir com sementes mas convém apertar para retirar algum sumo e não diluir o guacamole.
Para amantes de abacate nada melhor.
A suavidade, cremosidade e untuosidade do abacate sempre me seduziu. Há no abacate algo de confortável, não sei bem explicar, até pela cor da polpa que varia gradualmente entre o verde e o amarelo.
Esta sugestão mexicana para dipar com umas tortilhas chips, consegue colocar bem dispostos os convivas. Pode ser acompanhada com umas margaritas ou cervejas normais ou com tequila.
Ótimo com pratos picantes porque ameniza a boca. Neste dia, aqui em em casa, acompanhou um Chili. Usei as malaguetas que a MO me deu ;)
Fiz assim...
GUACAMOLE
INGREDIENTES
1 abacate maduro grande
1 tomate maduro mas firme (ou 1 mão-cheia de tomates cherry)
1/2 cebola
1/2 malagueta fresca
1 fio de azeite
1 limão ou lima
5 hastes de coentros
sal
pimenta
PREPARAÇÃO
Cortar o tomate em pequenos cubos. Espremer o sumo apertando entre as mãos. Reservar.
Picar a cebola mesmo bem fina.
Picar a malagueta, sem as sementes, bem fina.
Cortar o abacate a meio, retirar o caroço e cortar a polpa, ainda dentro da casca, em cubos. Esmagar a polpa do abacate numa taça.
Acrescentar o tomate, a malagueta, o azeite e o sumo do limão.
Temperar de sal e pimenta.
Picar grosseiramente as folhas dos coentros e envolver na pasta de abacate.
Manter numa taça tapada no frigorífico até servir com tortilhas chips de milho.
NOTAS, MAS NÃO MENOS IMPORTANTES
- Querendo mais picante acrescentar mais malagueta;
- Também pode ser adicionado um dente de alho bem picado se for do agrado;
- A cebola dever ser bem picada para que não se sintam os cubos em demasia, para ir ao encontro do gosto de todos;
- Gosto de usar tomates cherry cortados em quartos e depois em 2 ou 3, porque estes têm um sabor mais marcante a tomate, são mais saborosos, mas outro tomate também fica bem. Podem ir com sementes mas convém apertar para retirar algum sumo e não diluir o guacamole.
Referências:
Abacate,
Coentros,
Cozinha mexicana,
Entradas - Antipasto,
Tomate
segunda-feira, 6 de agosto de 2012
PEIXINHOS DA HORTA SALOIOS
Poderiam ser chamados de Pataniscas de feijão verde, pois o formato é semelhante, mas resultaram de simplificar os tradicionais Peixinhos da horta, fritos segurando 2 vagens de cada vez e passando pela polme.
Ficam mais grossos que os clássicos pois o feijão é cortado em pedaços e fritos à colherada.
A sugestão vi ao folhear uma revista mas não fixei qual
São bons ainda quentes mas ótimos já frios e no dia seguinte não perdem nada em sabor.
Não podem faltar num piquenique de verão, por isso faço o dobro das doses indicadas.
Fiz assim...
PEIXINHOS DA HORTA SALOIOS
INGREDIENTES
350g de feijão verde
3 ovos
sal
pimenta
1 colher (sopa) de azeite
1dl de água gaseificada
200g de farinha
óleo (para fritar)
PREPARAÇÃO
Retirar o fio das vagens de feijão verde usando o descascador de cenouras.
Cozer as vagens em água e sal.
Escorrer, deixar arrefecer um pouco e cortar na tábua em pedaços de 2-3cm.
Fazer a polme batendo numa tigela os ovos, o azeite, o sal e a pimenta.
Acrescentar a água.
Juntar a farinha, mexer, mas não bater em demasia para não perder o gás da água.
Acrescentar o feijão verde cortado, envolvendo na polme.
Aquecer um pouco de óleo numa frigideira e com uma colher de servir deitar colheradas.
Fritar dos dois lados, retirar e escorrer sobre papel absorvente.
NOTAS, MAS NÃO MENOS IMPORTANTES
- Querendo enriquecer em sabor estas pataniscas em vez de água gaseificada pode usar cerveja tal como uso nas Pataniscas de bacalhau.
Ficam mais grossos que os clássicos pois o feijão é cortado em pedaços e fritos à colherada.
A sugestão vi ao folhear uma revista mas não fixei qual
São bons ainda quentes mas ótimos já frios e no dia seguinte não perdem nada em sabor.
Não podem faltar num piquenique de verão, por isso faço o dobro das doses indicadas.
Fiz assim...
PEIXINHOS DA HORTA SALOIOS
INGREDIENTES
350g de feijão verde
3 ovos
sal
pimenta
1 colher (sopa) de azeite
1dl de água gaseificada
200g de farinha
óleo (para fritar)
PREPARAÇÃO
Retirar o fio das vagens de feijão verde usando o descascador de cenouras.
Cozer as vagens em água e sal.
Escorrer, deixar arrefecer um pouco e cortar na tábua em pedaços de 2-3cm.
Fazer a polme batendo numa tigela os ovos, o azeite, o sal e a pimenta.
Acrescentar a água.
Juntar a farinha, mexer, mas não bater em demasia para não perder o gás da água.
Acrescentar o feijão verde cortado, envolvendo na polme.
Aquecer um pouco de óleo numa frigideira e com uma colher de servir deitar colheradas.
Fritar dos dois lados, retirar e escorrer sobre papel absorvente.
NOTAS, MAS NÃO MENOS IMPORTANTES
- Querendo enriquecer em sabor estas pataniscas em vez de água gaseificada pode usar cerveja tal como uso nas Pataniscas de bacalhau.
Referências:
Feijão verde,
Fritos,
Piquenique
segunda-feira, 30 de julho de 2012
BOLO DE COURGETTE E COCO
Mais um bolo com vegetais... dizem alguns.
É um bolo muito bom, doce q.b. e com uma textura densa mas macia e húmida.
Se não fosse pelo pintalgado verde não seria desvendado o segredo. Mas para isso também há solução, basta retirar a casca à courgette antes de a ralar ;)
Nesta altura em que as courgettes abundam vale a pena experimentar.
A versão original é baseada na receita Coconut Banana Bread do livro Cooking Light Comfort Food Cookbook que o The swans adaptou e que o The novice housewife alterou de banana para courgette. Foi-me dado a conhecer nesta última versão pelo Canela moída :)
A receita adaptada inclui cobertura glacê de rum e lima, que embora não tenha preparado indico junto com o bolo.
Fiz assim...
BOLO DE COURGETTE E COCO
INGREDIENTES
Para o bolo:
60g de manteiga
200g de açúcar
2 ovos
300g de courgette ralada
125g de iogurte natural (1 iogurte)
1 colher (chá) rum ou extrato de rum
1 colher (chá) de extrato de baunilha
50g de coco ralado
3/4 colher (chá) de bicarbonato de sódio
1/2 colher (chá) de sal
280g de farinha de trigo
Para a cobertura:
180g de açúcar em pó
1 colher (chá) de extrato de baunilha
1 colher (chá) de rum ou extrato de rum
3 colheres (sopa) de sumo de lima
leite q.b.
coco ralado
raspa de lima
PREPARAÇÃO
Pré-aquecer o forno a 180ºC e untar ou passar desmoldante numa forma de bolo inglês.
Ralar a courgette.
Na taça da batedeira juntar a manteiga amolecida com o açúcar e bater um pouco.
Adicionar os ovos, um de cada vez.
Adicione a courgette, o iogurte, o rum e a baunilha. Bater com a colher de pau até estar bem misturado.
Juntar o coco e os restantes ingredientes secos, mexer até estar incorporado mas não mexa demasiado. Nivelar a massa na forma e levar ao forno por cerca de 1 hora ou até que o palito sair seco.
Deixar arrefecer por 10min. na forma.
Desenformar para um prato de servir.
Para a cobertura misturar numa tigela o açúcar, o rum, a baunilha e o sumo de lima. Mexer até ficar macio, sem grumos. Se for preciso usar um pouco de leite para obter a textura desejada.
Tostar o coco ralado.
Verter no bolo a cobertura e espalhar o coco ralado tostado e a raspa de lima.
NOTAS, MAS NÃO MENOS IMPORTANTES
- Para ralar a courgette, antes, retirar os topos e as sementes se existirem. Se quiser manter o anonimato da courgette retirar também a casca. Ralar a courgette num ralador de dentes grossos;
- Em vez do rum ou do extrato de rum, pode ser usada raspa de lima ou limão;
- Ao tostar o coco vigiar o processo pois ele queima facilmente.
É um bolo muito bom, doce q.b. e com uma textura densa mas macia e húmida.
Se não fosse pelo pintalgado verde não seria desvendado o segredo. Mas para isso também há solução, basta retirar a casca à courgette antes de a ralar ;)
Nesta altura em que as courgettes abundam vale a pena experimentar.
A versão original é baseada na receita Coconut Banana Bread do livro Cooking Light Comfort Food Cookbook que o The swans adaptou e que o The novice housewife alterou de banana para courgette. Foi-me dado a conhecer nesta última versão pelo Canela moída :)
A receita adaptada inclui cobertura glacê de rum e lima, que embora não tenha preparado indico junto com o bolo.
Fiz assim...
BOLO DE COURGETTE E COCO
INGREDIENTES
Para o bolo:
60g de manteiga
200g de açúcar
2 ovos
300g de courgette ralada
125g de iogurte natural (1 iogurte)
1 colher (chá) rum ou extrato de rum
1 colher (chá) de extrato de baunilha
50g de coco ralado
3/4 colher (chá) de bicarbonato de sódio
1/2 colher (chá) de sal
280g de farinha de trigo
Para a cobertura:
180g de açúcar em pó
1 colher (chá) de extrato de baunilha
1 colher (chá) de rum ou extrato de rum
3 colheres (sopa) de sumo de lima
leite q.b.
coco ralado
raspa de lima
PREPARAÇÃO
Pré-aquecer o forno a 180ºC e untar ou passar desmoldante numa forma de bolo inglês.
Ralar a courgette.
Na taça da batedeira juntar a manteiga amolecida com o açúcar e bater um pouco.
Adicionar os ovos, um de cada vez.
Adicione a courgette, o iogurte, o rum e a baunilha. Bater com a colher de pau até estar bem misturado.
Juntar o coco e os restantes ingredientes secos, mexer até estar incorporado mas não mexa demasiado. Nivelar a massa na forma e levar ao forno por cerca de 1 hora ou até que o palito sair seco.
Deixar arrefecer por 10min. na forma.
Desenformar para um prato de servir.
Para a cobertura misturar numa tigela o açúcar, o rum, a baunilha e o sumo de lima. Mexer até ficar macio, sem grumos. Se for preciso usar um pouco de leite para obter a textura desejada.
Tostar o coco ralado.
Verter no bolo a cobertura e espalhar o coco ralado tostado e a raspa de lima.
NOTAS, MAS NÃO MENOS IMPORTANTES
- Para ralar a courgette, antes, retirar os topos e as sementes se existirem. Se quiser manter o anonimato da courgette retirar também a casca. Ralar a courgette num ralador de dentes grossos;
- Em vez do rum ou do extrato de rum, pode ser usada raspa de lima ou limão;
- Ao tostar o coco vigiar o processo pois ele queima facilmente.
Referências:
Bolos,
Coberturas de bolos,
Coco,
Curgete - Courgette
segunda-feira, 23 de julho de 2012
FOCACCIA 4 ÀS - ALHO, AZEITE, ALECRIM E AZEITONA
Uma entrada que foi sucesso, LFM para a próxima faço mais ;)
Pão e azeitonas! Entrada clássica. Se as azeitonas forem temperadas com azeite, alho e alecrim, melhor ainda.
Foram estes os aromas mediterrânicos que me inspiraram nesta focaccia.
A massa é basicamente a da Focaccia que fiz com azeitonas verdes e anchovas, apenas a deixei mais grossa para ficar mais fofa e acrescentei alho e azeite. A cobertura é simples, as focaccias querem-se simples, mas mais recheadas também são ótimas como a Focaccia de bacon e tomate cherry.
O sal na superfície também faz a diferença.
Fiz assim...
FOCACCIA 4 ÀS - ALHO, AZEITE, ALECRIM E AZEITONA
INGREDIENTES
Para a massa:
250ml de água
1 dente de alho
50ml de azeite
1 colher (chá) de fermento biológico seco
1 colher (chá) de sal
400g de farinha de trigo tipo 65
Para a cobertura:
500g de azeitonas pretas
azeite
flor de sal/sal grosso
PREPARAÇÃO
Amornar a água e triturar nela o dente de alho e o azeite.
Colocar numa tigela e juntar o fermento, o sal e a farinha.
Amassar até formar uma bola.
Polvilhar com farinha e deixar levedar 1h30/2h.
Esticar a massa num tabuleiro untado com azeite.
Cobrir com um fio de azeite que se espalha com os dedos.
Polvilhar com o alecrim bem picado.
Espalhar as azeitonas e calcar com o dedo indicador, toda a massa, inclusive as azeitonas, fazendo covinhas em filas na massa.
Polvilhar com o sal.
Levar ao forno a 180ºC cerca de 30min.
Retirar e untar ainda quente com um fio de azeite.
Deixar arrefecer antes de cortar.
NOTAS, MAS NÃO MENOS IMPORTANTES
- A massa pode ser feita na máquina do pão ou na bimby. Na bimby aquecer a água 2min, 37ºC, vel. 1. Acrescentar o alho e o azeite e triturar 10seg., vel. 6. Juntar o fermento, o sal e a farinha e amassar 50seg. a 1min, vel. espiga. Polvilhar com farinha se a massa estiver húmida. Retirar a massa e deixar levedar tapado;
- Para descaroçar as azeitonas pode ser usado um descaroçador, mas ao calcá-las com a lâmina de uma faca larga na tábua, as azeitonas são rasgadas e o caroço sai facilmente. [uso uma pedra grande bem lavada para o efeito, prenda que me trouxeram do recreio da escola, numa mochila muito pesada!] Estando as azeitonas rasgadas a própria oleosidade da azeitona passa para a massa;
- É importante que a massa levede um pouco depois de esticada, mas o tempo de espalhar a cobertura, 15min, é suficiente;
- Ao untar com azeite a massa ainda quente a superfície da focaccia fica macia e brilhante;
- Querendo um aroma mais intenso a alho, usar dois dentes na massa em vez de um e depois de untar com azeite a focaccia quando esta sair do forno, passar com um dente de alho cortado pela superfície.
Pão e azeitonas! Entrada clássica. Se as azeitonas forem temperadas com azeite, alho e alecrim, melhor ainda.
Foram estes os aromas mediterrânicos que me inspiraram nesta focaccia.
A massa é basicamente a da Focaccia que fiz com azeitonas verdes e anchovas, apenas a deixei mais grossa para ficar mais fofa e acrescentei alho e azeite. A cobertura é simples, as focaccias querem-se simples, mas mais recheadas também são ótimas como a Focaccia de bacon e tomate cherry.
O sal na superfície também faz a diferença.
Fiz assim...
FOCACCIA 4 ÀS - ALHO, AZEITE, ALECRIM E AZEITONA
INGREDIENTES
Para a massa:
250ml de água
1 dente de alho
50ml de azeite
1 colher (chá) de fermento biológico seco
1 colher (chá) de sal
400g de farinha de trigo tipo 65
Para a cobertura:
500g de azeitonas pretas
azeite
flor de sal/sal grosso
PREPARAÇÃO
Amornar a água e triturar nela o dente de alho e o azeite.
Colocar numa tigela e juntar o fermento, o sal e a farinha.
Amassar até formar uma bola.
Polvilhar com farinha e deixar levedar 1h30/2h.
Esticar a massa num tabuleiro untado com azeite.
Cobrir com um fio de azeite que se espalha com os dedos.
Polvilhar com o alecrim bem picado.
Espalhar as azeitonas e calcar com o dedo indicador, toda a massa, inclusive as azeitonas, fazendo covinhas em filas na massa.
Polvilhar com o sal.
Levar ao forno a 180ºC cerca de 30min.
Retirar e untar ainda quente com um fio de azeite.
Deixar arrefecer antes de cortar.
NOTAS, MAS NÃO MENOS IMPORTANTES
- A massa pode ser feita na máquina do pão ou na bimby. Na bimby aquecer a água 2min, 37ºC, vel. 1. Acrescentar o alho e o azeite e triturar 10seg., vel. 6. Juntar o fermento, o sal e a farinha e amassar 50seg. a 1min, vel. espiga. Polvilhar com farinha se a massa estiver húmida. Retirar a massa e deixar levedar tapado;
- Para descaroçar as azeitonas pode ser usado um descaroçador, mas ao calcá-las com a lâmina de uma faca larga na tábua, as azeitonas são rasgadas e o caroço sai facilmente. [uso uma pedra grande bem lavada para o efeito, prenda que me trouxeram do recreio da escola, numa mochila muito pesada!] Estando as azeitonas rasgadas a própria oleosidade da azeitona passa para a massa;
- É importante que a massa levede um pouco depois de esticada, mas o tempo de espalhar a cobertura, 15min, é suficiente;
- Ao untar com azeite a massa ainda quente a superfície da focaccia fica macia e brilhante;
- Querendo um aroma mais intenso a alho, usar dois dentes na massa em vez de um e depois de untar com azeite a focaccia quando esta sair do forno, passar com um dente de alho cortado pela superfície.
Referências:
Alecrim,
Alho,
Azeite,
Azeitona,
Cozinha italiana,
Entradas - Antipasto,
Focaccia
terça-feira, 3 de julho de 2012
DOCE DE GINJA
Tal como no caso dos marmelos em que se faz a marmelada (aqui e aqui), não é aprazível comer ginjas cruas. É muito mais ácida que a sua prima direita, a cereja.
No entanto, dando-se as ginjeiras tão bem no nosso clima, as ginjas tiveram que ter aproveitamento, quer pela famosa ginjinha ou neste doce fantástico.
Não é um doce muito doce, para isso temos o de morango, figo..., é um doce com um grau de doçura q.b..
Também não acho necessário acrescentar qualquer aroma como o da canela ou cravinho porque já é bem aromático e mascararia o aroma natural da ginja.
Acompanha lindamente um queijo fresco ao lanche ou uma tosta ou torrada pela manhã.
Fiz assim...
DOCE DE GINJA
INGREDIENTES
600g de ginjas descaroçadas
450g de açúcar (250g de açúcar branco + 200g de açúcar gelificante)
PREPARAÇÃO
Lavar as ginjas, retirar o pedúnculo e descaroçar.
Colocar num tacho as ginjas e o açúcar e levar a lume médio cerca de 30min., mexendo de vez em quando. Manter o tacho semi-destapado.
Testar o ponto num prato frio.
Ainda bem quente colocar em frascos esterilizados, tapar e virar ao contrário.
Colocar os frascos na posição normal passado 1h ou no fim de frios.
NOTAS, MAS NÃO MENOS IMPORTANTES
- Não usando uma parte em açúcar gelificante usar a totalidade em açúcar branco adicionando 2 colheres (sopa) de sumo de limão;
- Para outras quantidades de fruta o peso do açúcar é de 75% do peso da fruta;
- Na bimby colocar as ginjas e os açúcares no copo e programar 30min, velocidade 2, varoma, com o copo medida inclinado para escapar o vapor;
- Para testar o ponto do doce colocar previamente um pequeno prato no congelador e quando se achar que o doce está no ponto verter uma pequena colher no prato. Como o doce arrefecerá depressa facilmente se observará como ficará quando totalmente frio;
- Se triturar o doce este ficará opaco, menos atraente.
No entanto, dando-se as ginjeiras tão bem no nosso clima, as ginjas tiveram que ter aproveitamento, quer pela famosa ginjinha ou neste doce fantástico.
Não é um doce muito doce, para isso temos o de morango, figo..., é um doce com um grau de doçura q.b..
Também não acho necessário acrescentar qualquer aroma como o da canela ou cravinho porque já é bem aromático e mascararia o aroma natural da ginja.
Acompanha lindamente um queijo fresco ao lanche ou uma tosta ou torrada pela manhã.
Fiz assim...
DOCE DE GINJA
INGREDIENTES
600g de ginjas descaroçadas
450g de açúcar (250g de açúcar branco + 200g de açúcar gelificante)
PREPARAÇÃO
Lavar as ginjas, retirar o pedúnculo e descaroçar.
Colocar num tacho as ginjas e o açúcar e levar a lume médio cerca de 30min., mexendo de vez em quando. Manter o tacho semi-destapado.
Testar o ponto num prato frio.
Ainda bem quente colocar em frascos esterilizados, tapar e virar ao contrário.
Colocar os frascos na posição normal passado 1h ou no fim de frios.
NOTAS, MAS NÃO MENOS IMPORTANTES
- Não usando uma parte em açúcar gelificante usar a totalidade em açúcar branco adicionando 2 colheres (sopa) de sumo de limão;
- Para outras quantidades de fruta o peso do açúcar é de 75% do peso da fruta;
- Na bimby colocar as ginjas e os açúcares no copo e programar 30min, velocidade 2, varoma, com o copo medida inclinado para escapar o vapor;
- Para testar o ponto do doce colocar previamente um pequeno prato no congelador e quando se achar que o doce está no ponto verter uma pequena colher no prato. Como o doce arrefecerá depressa facilmente se observará como ficará quando totalmente frio;
- Se triturar o doce este ficará opaco, menos atraente.
Referências:
Doces - Compotas - Conservas - Chutneys,
Ginja
quarta-feira, 20 de junho de 2012
PATANISCAS DE CASCAS DE BATATA COM MAIONESE DE ALHO
Não é porque a vida se torna difícil que se deve começar a aproveitar alimentos. Mas é talvez devido a estes momentos que se dá valor ao desperdício, que não existia nas gerações anteriores.
Esta geração é a da embalagem, cada vez mais individual, do usa e deita fora, da insustentabilidade, do irracional e do desperdício ecológico e ambiental.
Da redução, reutilização e reciclagem, só mesmo a reciclagem pode um conceito novo, pois os dois primeiros faziam parte do dia-a-dia dos mais antigos, não porque se pensasse no ambiente mas porque se era racional, apenas isso.
O aproveitamento das cascas de batata nada tem de especial, até porque por vezes comemos batatas cozidas ou mesmo fritas com pele e batatas assadas a murro, também com pele obviamente.
Desde que bem lavadas, não há problema na sua utilização, se forem de origem biológica ainda melhor.
É uma forma de evitar o desperdício de alimentos.
A ideia surgiu num projeto social brasileiro - Mesa Brasil SESC, com a edição das brochuras "Livro de receitas: Boas formas para evitar o desperdício" em 2002 e "Receitas de aproveitamento integral dos alimentos" em 2003. A receita aparece também no livro "Cascas, Talos, Folhas e Outros Tesouros Nutricionais" de Alexandre Fernandes.
A consistência e sabor que as cascas de batata dão a estas pataniscas é semelhante ao uso da própria batata, com a vantagem de se poder numa refeição comer as batatas e noutra refeição as cascas das mesmas :D
A maionese de alho que acompanha as pataniscas pode ser usada para outro prato qualquer, é sugestão do chefe Henrique Sá Pessoa no seu ingrediente secreto e acompanhava a pita de peru.
Fiz assim...
PATANISCAS DE CASCAS DE BATATA COM MAIONESE DE ALHO
INGREDIENTES
Para as pataniscas:
2 punhados de cascas de batatas
2 ovos
280g de farinha de trigo
2 colheres (sopa) de salsa ou coentros picados
1 colher (chá) de fermento em pó
sal
pimenta
óleo para fritar
Para a maionese de alho:
sumo de 1 limão
1 colher (chá) de mostarda de dijon
2 dentes de alho
folhas de salsa
óleo q.b.
sal
pimenta
PREPARAÇÃO
Cozer as cascas de batata até ficarem macias em água e sal.
Quando cozidas, escorrer e triturar até ficar homogéneo.
Acrescentar os ovos e misturar.
Juntar a farinha, a salsa, o fermento, sal e pimenta e bater um pouco.
Aquecer o óleo e fritar às colheradas.
Virar a meio da fritura, retirar e escorrer sobre papel absorvente.
Para a maionese colocar no copo da varinha mágica os alhos, o sumo de limão, a mostarda, o ovo e a salsa.
Triturar tudo com a varinha mágica. Na velocidade mais baixa adicionar o óleo gradualmente. até levantar.
Juntar o sal e a pimenta e bater um pouco mais.
Acompanhar as pataniscas com uma salada verde, com ou sem arroz branco e com a maionese de alho.
NOTAS, MAS NÃO MENOS IMPORTANTES
- Embora nos ingredientes se indique fermento, poderá omiti-lo, a massa ficará mais densa, mas poderá apreciá-la assim;
- Poderá preparar a massa das pataniscas na bimby, cozendo as cascas de batata, escorrendo, triturando com os ovos e a salsa e misturando os restantes ingredientes;
- Na maionese, para o alho perder a potência poderá cozê-lo previamente em leite;
- As pataniscas poderão ser acompanhadas com arroz de feijão caldoso.
Esta geração é a da embalagem, cada vez mais individual, do usa e deita fora, da insustentabilidade, do irracional e do desperdício ecológico e ambiental.
Da redução, reutilização e reciclagem, só mesmo a reciclagem pode um conceito novo, pois os dois primeiros faziam parte do dia-a-dia dos mais antigos, não porque se pensasse no ambiente mas porque se era racional, apenas isso.
O aproveitamento das cascas de batata nada tem de especial, até porque por vezes comemos batatas cozidas ou mesmo fritas com pele e batatas assadas a murro, também com pele obviamente.
Desde que bem lavadas, não há problema na sua utilização, se forem de origem biológica ainda melhor.
É uma forma de evitar o desperdício de alimentos.
A ideia surgiu num projeto social brasileiro - Mesa Brasil SESC, com a edição das brochuras "Livro de receitas: Boas formas para evitar o desperdício" em 2002 e "Receitas de aproveitamento integral dos alimentos" em 2003. A receita aparece também no livro "Cascas, Talos, Folhas e Outros Tesouros Nutricionais" de Alexandre Fernandes.
A consistência e sabor que as cascas de batata dão a estas pataniscas é semelhante ao uso da própria batata, com a vantagem de se poder numa refeição comer as batatas e noutra refeição as cascas das mesmas :D
A maionese de alho que acompanha as pataniscas pode ser usada para outro prato qualquer, é sugestão do chefe Henrique Sá Pessoa no seu ingrediente secreto e acompanhava a pita de peru.
Fiz assim...
PATANISCAS DE CASCAS DE BATATA COM MAIONESE DE ALHO
INGREDIENTES
Para as pataniscas:
2 punhados de cascas de batatas
2 ovos
280g de farinha de trigo
2 colheres (sopa) de salsa ou coentros picados
1 colher (chá) de fermento em pó
sal
pimenta
óleo para fritar
Para a maionese de alho:
sumo de 1 limão
1 colher (chá) de mostarda de dijon
2 dentes de alho
folhas de salsa
óleo q.b.
sal
pimenta
PREPARAÇÃO
Cozer as cascas de batata até ficarem macias em água e sal.
Quando cozidas, escorrer e triturar até ficar homogéneo.
Acrescentar os ovos e misturar.
Juntar a farinha, a salsa, o fermento, sal e pimenta e bater um pouco.
Aquecer o óleo e fritar às colheradas.
Virar a meio da fritura, retirar e escorrer sobre papel absorvente.
Para a maionese colocar no copo da varinha mágica os alhos, o sumo de limão, a mostarda, o ovo e a salsa.
Triturar tudo com a varinha mágica. Na velocidade mais baixa adicionar o óleo gradualmente. até levantar.
Juntar o sal e a pimenta e bater um pouco mais.
Acompanhar as pataniscas com uma salada verde, com ou sem arroz branco e com a maionese de alho.
NOTAS, MAS NÃO MENOS IMPORTANTES
- Embora nos ingredientes se indique fermento, poderá omiti-lo, a massa ficará mais densa, mas poderá apreciá-la assim;
- Poderá preparar a massa das pataniscas na bimby, cozendo as cascas de batata, escorrendo, triturando com os ovos e a salsa e misturando os restantes ingredientes;
- Na maionese, para o alho perder a potência poderá cozê-lo previamente em leite;
- As pataniscas poderão ser acompanhadas com arroz de feijão caldoso.
Referências:
Alho,
Aproveitamentos,
Cascas de batata,
Fritos,
Maionese,
Thermomix - Bimby
segunda-feira, 28 de maio de 2012
MINI-DONUTS DE LIMÃO COM MOLHO DE MORANGOS
Muito bons para levar simples para o lanche da escola da garotada ou como pequeno-almoço, bem regados com o molho de morangos.
Este molho tem história, foi a primeira cobertura de panquecas que eu fiz para servir nos lanches quando saía das aulas, na escola primária. A sugestão era da minha mãe. Outro recheio que também fazia era misturar manteiga com Milo ou Nesquik para obter um creme de chocolate em alternativa ao Tulicreme e à Nucrema.
Estes mini-donuts absorvem os sucos dos morangos que combinam lindamente com o limão.
Fiz assim...
MINI-DONUTS DE LIMÃO COM MOLHO DE MORANGOS
INGREDIENTES
Para os mini-donuts:
230g de farinha de trigo
125g de açúcar
1,5 colher (chá) de fermento em pó
125g de manteiga/margarina
1 ovo
180ml de leite
cascas de 2 limões picadas
Para o molho de morangos:
10 morangos
1 colheres (sopa) de mel
queijo fresco batido
PREPARAÇÃO
Misturar os ingredientes secos numa tigela. Reservar.
Noutra tigela colocar a manteiga e levar ao micro-ondas para derreter. Adicionar o ovo e bater e de seguida acrescentar o leite.
Verter esta mistura nos ingredientes secos. Misturar até ficar com a massa homogénea e adicionar as cascas de limão.
Pré-aquecer a máquina de donuts.
Colocar pequenas porções de massa nas cavidades da máquina de donuts. Deixar cozinhar.
Retirar cada donut e deixar arrefecer sobre uma grelha.
Para o molho esmagar os morangos num prato fundo, com um garfo, juntar o mel e esmagar um pouco mais.
Servir os donuts num prato regando com o molho e com uma colher de queijo fresco batido.
NOTAS, MAS NÃO MENOS IMPORTANTES
- Fazendo na bimby, primeiro derreter a manteiga, juntar o ovo, o leite e as cascas de limão e triturar. Acrescentar o açúcar, a farinha e o fermento e misturar um pouco mais até ficar com a massa homogénea.
Este molho tem história, foi a primeira cobertura de panquecas que eu fiz para servir nos lanches quando saía das aulas, na escola primária. A sugestão era da minha mãe. Outro recheio que também fazia era misturar manteiga com Milo ou Nesquik para obter um creme de chocolate em alternativa ao Tulicreme e à Nucrema.
Estes mini-donuts absorvem os sucos dos morangos que combinam lindamente com o limão.
Fiz assim...
MINI-DONUTS DE LIMÃO COM MOLHO DE MORANGOS
INGREDIENTES
Para os mini-donuts:
230g de farinha de trigo
125g de açúcar
1,5 colher (chá) de fermento em pó
125g de manteiga/margarina
1 ovo
180ml de leite
cascas de 2 limões picadas
Para o molho de morangos:
10 morangos
1 colheres (sopa) de mel
queijo fresco batido
PREPARAÇÃO
Misturar os ingredientes secos numa tigela. Reservar.
Noutra tigela colocar a manteiga e levar ao micro-ondas para derreter. Adicionar o ovo e bater e de seguida acrescentar o leite.
Verter esta mistura nos ingredientes secos. Misturar até ficar com a massa homogénea e adicionar as cascas de limão.
Pré-aquecer a máquina de donuts.
Colocar pequenas porções de massa nas cavidades da máquina de donuts. Deixar cozinhar.
Retirar cada donut e deixar arrefecer sobre uma grelha.
Para o molho esmagar os morangos num prato fundo, com um garfo, juntar o mel e esmagar um pouco mais.
Servir os donuts num prato regando com o molho e com uma colher de queijo fresco batido.
NOTAS, MAS NÃO MENOS IMPORTANTES
- Fazendo na bimby, primeiro derreter a manteiga, juntar o ovo, o leite e as cascas de limão e triturar. Acrescentar o açúcar, a farinha e o fermento e misturar um pouco mais até ficar com a massa homogénea.
Referências:
Bolachas - Bolinhos - Biscoitos - Cookies,
Donuts,
Limão,
Mel,
Morango
segunda-feira, 21 de maio de 2012
CREPE VAN GOGH - CREPE COM DOCE DE OVOS E PINHÕES
É divinal.
A combinação do doce de ovos e o sabor resinoso dos pinhões é ótima. De todas as variações de crepes doces esta é a de que mais gosto.
Provei a primeira vez na Maison des Crêpes e fiquei fã incondicional, nunca mais experimentei outro quando ia a um shopping. Pena estas lojas terem fechado.
São sofisticados q.b. para terminar um belo jantar.
Fiz assim...
CREPE VAN GOGH - CREPE COM DOCE DE OVOS E PINHÕES
INGREDIENTES
folhas de crepes
Para o Doce de ovos:
200g de açúcar
1,5dl de água
6 gemas
1 ovo
pinhões
canela (opcional)
PREPARAÇÃO
Preparar os crepes, empilhar, tapar e reservar.
Preparar o doce de ovos levando ao lume numa caçarola a água e o açúcar até ferver 3 minutos ganhando ponto. Retirar do lume e deixar arrefecer uns minutos.
Bater as gemas com o ovo e misturar um pouco da calda em fio. Mexendo rapidamente. Juntar a mistura das gemas à calda, mexer e levar novamente ao lume para engrossar.
Se os crepes estiverem frios aquecer ligeiramente no micro-ondas.
Rechear com um pouco de doce de ovos e espalhar alguns pinhões.
Dobrar em quatro e cobrir com um pouco de doce de ovos e mais alguns pinhões.
Polvilhar com canela.
NOTAS, MAS NÃO MENOS IMPORTANTES
- O doce de ovos pode ser preparado com antecedência e reservado no frigorífico para ser usado mais tarde. Também pode ser congelado, de preferência em doses pequenas que possam ser usadas para não descongelar a totalidade.
- As folhas de crepes também podem ser feitas com antecedência e mantidas empilhadas num prato e envolvidas em película aderente para que permaneçam macias e não sequem;
- Os pinhões podem ser ligeiramente torrados num frigideira quente, para ficarem ainda mais aromatizados, uma vez que o óleo das sementes torna-se mais fluido.
A combinação do doce de ovos e o sabor resinoso dos pinhões é ótima. De todas as variações de crepes doces esta é a de que mais gosto.
Provei a primeira vez na Maison des Crêpes e fiquei fã incondicional, nunca mais experimentei outro quando ia a um shopping. Pena estas lojas terem fechado.
São sofisticados q.b. para terminar um belo jantar.
Fiz assim...
CREPE VAN GOGH - CREPE COM DOCE DE OVOS E PINHÕES
INGREDIENTES
folhas de crepes
Para o Doce de ovos:
200g de açúcar
1,5dl de água
6 gemas
1 ovo
pinhões
canela (opcional)
PREPARAÇÃO
Preparar os crepes, empilhar, tapar e reservar.
Preparar o doce de ovos levando ao lume numa caçarola a água e o açúcar até ferver 3 minutos ganhando ponto. Retirar do lume e deixar arrefecer uns minutos.
Bater as gemas com o ovo e misturar um pouco da calda em fio. Mexendo rapidamente. Juntar a mistura das gemas à calda, mexer e levar novamente ao lume para engrossar.
Se os crepes estiverem frios aquecer ligeiramente no micro-ondas.
Rechear com um pouco de doce de ovos e espalhar alguns pinhões.
Dobrar em quatro e cobrir com um pouco de doce de ovos e mais alguns pinhões.
Polvilhar com canela.
NOTAS, MAS NÃO MENOS IMPORTANTES
- O doce de ovos pode ser preparado com antecedência e reservado no frigorífico para ser usado mais tarde. Também pode ser congelado, de preferência em doses pequenas que possam ser usadas para não descongelar a totalidade.
- As folhas de crepes também podem ser feitas com antecedência e mantidas empilhadas num prato e envolvidas em película aderente para que permaneçam macias e não sequem;
- Os pinhões podem ser ligeiramente torrados num frigideira quente, para ficarem ainda mais aromatizados, uma vez que o óleo das sementes torna-se mais fluido.
Referências:
Canela,
Crepes,
Doce de ovos,
Ovo,
Pinhões
segunda-feira, 7 de maio de 2012
NINHO ROYAL DE CHOCOLATE E MORANGOS
A combinação perfeita do chocolate, morangos e chantilly.
A gelatina de morango na cobertura dá-lhe frescura.
É um bolo de massa muito macia e húmida. É muito festivo.
Foi feito num desafio da Royal, usando 4 produtos da marca.
A receita da massa do bolo é do Sunshine Cake do livro A guide to royal sucess in baking do fermento Royal, de 1942. O bolo original é feito numa forma de chaminé. Nesta sugestão, optei por assar numa forma de ninho, a do Bolo de Ouro.
Fiz assim...
NINHO ROYAL DE CHOCOLATE E MORANGOS
INGREDIENTES
Para o bolo:
1 e 1/4 chávenas (225g) de açúcar
6 colheres (sopa) de água fria
6 ovos
pitada de sal
1 colher (chá) de essência de baunilha
1 chávena (140g) de farinha de trigo
1 colher (chá) de fermento para bolos
Para a a cobertura e decoração:
1 saqueta de gelatina de morango
1 saqueta de chantilly
150g de chocolate (de leite, amargo ou misturado)
3 colheres (sopa) de leite frio
cobertura líquida de morango
morangos
fios de ovos
amêndoas de chocolate
PREPARAÇÃO
Com antecedência preparar a gelatina, seguindo as indicações da embalagem, mas apenas com 175ml de água quente e 175ml de água fria.
Colocar a gelatina na cavidade da forma de ninho ou num prato fundo.
Levar ao frigorífico até que fique sólida.
Numa caçarola misturar o açúcar e a água e deixar ferver até ponto assoprado forte (115ºC). Retirar do lume.
Bater as claras em castelo com o sal, e quando firmes verter em fio a calda quente, batendo em velocidade média até arrefecer.
Acrescentar a baunilha às claras.
Bater as gemas até ficarem esbranquiçadas e espessas e acrescentar à mistura das claras.
Peneirar a farinha com o fermento e juntar à mistura anterior, com delicadeza.
Assar em forma de ninho untada, a 180ºC durante 45min..
Desenformar e deixar arrefecer.
Assim que o bolo estiver frio cortar em duas camadas.
Preparar o chantilly seguindo as indicações da embalagem.
Dispor a camada de baixo do bolo no prato de servir e barrar um pouco de chantily no bolo.
Espalhar fios da cobertura líquida de morango por cima do chantilly.
Cobrir o recheio com a outra camada de bolo.
Derreter o chocolate partido com o leite, no micro-ondas, em períodos de 30 segundos, mexendo bem entre o aquecimento.
Verter o chocolate nas laterais e margem do bolo.
Deixar arrefecer um pouco a cobertura de chocolate.
Barrar o interior da cavidade do ninho com chantilly.
Desenformar a gelatina virando a forma sobre um prato e colocando um pouco de água quente no interior da forma.
Colocar a gelatina solidificada por cima do chantilly na cavidade do ninho.
Com o restante chantilly no saco pasteleiro com bico estrelado enfeitar a margem da gelatina e a base do bolo.
Dispor os fios de ovos na base entre o chantilly e no centro do ninho.
Colocar os meios morangos na base do bolo e enfeitar com um morango no centro do ninho.
Levar ao frigorífico para refrigerar.
NOTAS, MAS NÃO MENOS IMPORTANTES
- Poderão ser usadas outras frutas e gelatina de outro sabor;
- Querendo simplificar a sugestão pode não cortar o bolo a meio, cobrindo-o e decorando apenas.
A gelatina de morango na cobertura dá-lhe frescura.
É um bolo de massa muito macia e húmida. É muito festivo.
Foi feito num desafio da Royal, usando 4 produtos da marca.
A receita da massa do bolo é do Sunshine Cake do livro A guide to royal sucess in baking do fermento Royal, de 1942. O bolo original é feito numa forma de chaminé. Nesta sugestão, optei por assar numa forma de ninho, a do Bolo de Ouro.
Fiz assim...
NINHO ROYAL DE CHOCOLATE E MORANGOS
INGREDIENTES
Para o bolo:
1 e 1/4 chávenas (225g) de açúcar
6 colheres (sopa) de água fria
6 ovos
pitada de sal
1 colher (chá) de essência de baunilha
1 chávena (140g) de farinha de trigo
1 colher (chá) de fermento para bolos
Para a a cobertura e decoração:
1 saqueta de gelatina de morango
1 saqueta de chantilly
150g de chocolate (de leite, amargo ou misturado)
3 colheres (sopa) de leite frio
cobertura líquida de morango
morangos
fios de ovos
amêndoas de chocolate
PREPARAÇÃO
Com antecedência preparar a gelatina, seguindo as indicações da embalagem, mas apenas com 175ml de água quente e 175ml de água fria.
Colocar a gelatina na cavidade da forma de ninho ou num prato fundo.
Levar ao frigorífico até que fique sólida.
Numa caçarola misturar o açúcar e a água e deixar ferver até ponto assoprado forte (115ºC). Retirar do lume.
Bater as claras em castelo com o sal, e quando firmes verter em fio a calda quente, batendo em velocidade média até arrefecer.
Acrescentar a baunilha às claras.
Bater as gemas até ficarem esbranquiçadas e espessas e acrescentar à mistura das claras.
Peneirar a farinha com o fermento e juntar à mistura anterior, com delicadeza.
Assar em forma de ninho untada, a 180ºC durante 45min..
Desenformar e deixar arrefecer.
Assim que o bolo estiver frio cortar em duas camadas.
Preparar o chantilly seguindo as indicações da embalagem.
Dispor a camada de baixo do bolo no prato de servir e barrar um pouco de chantily no bolo.
Espalhar fios da cobertura líquida de morango por cima do chantilly.
Cobrir o recheio com a outra camada de bolo.
Derreter o chocolate partido com o leite, no micro-ondas, em períodos de 30 segundos, mexendo bem entre o aquecimento.
Verter o chocolate nas laterais e margem do bolo.
Deixar arrefecer um pouco a cobertura de chocolate.
Barrar o interior da cavidade do ninho com chantilly.
Desenformar a gelatina virando a forma sobre um prato e colocando um pouco de água quente no interior da forma.
Colocar a gelatina solidificada por cima do chantilly na cavidade do ninho.
Com o restante chantilly no saco pasteleiro com bico estrelado enfeitar a margem da gelatina e a base do bolo.
Dispor os fios de ovos na base entre o chantilly e no centro do ninho.
Colocar os meios morangos na base do bolo e enfeitar com um morango no centro do ninho.
Levar ao frigorífico para refrigerar.
versão Ninho de Páscoa (com amêndoas no centro)
NOTAS, MAS NÃO MENOS IMPORTANTES
- Poderão ser usadas outras frutas e gelatina de outro sabor;
- Querendo simplificar a sugestão pode não cortar o bolo a meio, cobrindo-o e decorando apenas.
Referências:
Bolos,
Chantilly,
Chocolate,
Coberturas de bolos,
Gelatina,
Morango,
Ocasiões especiais - Páscoa
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