Um bolo para a comemoração da Profissão do Fé do BP (não o Baden-Powell, mas até que podia ser, o BP daqui de casa também é escuteiro :D).
Embora com uma cobertura e decoração mais formal, a massa e o recheio são mais despretensiosos. A receita é do Bolo de cenoura para rechear e foi já a que usei, entre outras situações, no Bolo da Primeira Comunhão, na altura com recheio de doce de ovos.
Alterações que fiz à receita original incluem a redução de um pouco do açúcar e a inclusão de amêndoa, laranja e cacau. Resultou num bolo consistente, sempre importante quando se quer decorar com massa de açúcar.
O recheio, sabor de cheesecake, uma simples mistura de queijo fresco batido com compota de frutos vermelhos e gelatina, aromático e mas não muito doce. Para além da compota não foi introduzido outro açúcar.
Fiz assim...
BOLO DE CENOURA, LARANJA E AMÊNDOA COM RECHEIO DE CHEESECAKE DE FRUTOS SILVESTRES
INGREDIENTES
Para o bolo (2 formas de 22 cm Ø):
250 g de cenoura
4 ovos
125 ml de óleo
50 ml de sumo de laranja
200 g de açúcar (original 250 g)
100 g de amêndoa com pele moída
1 colher (sopa) de cacau em pó
raspa de laranja
250 g de farinha de trigo
1 colher (sopa) de fermento em pó
Para o recheio:
400 g de queijo fresco batido
200 g de compota ou doce de frutos silvestres
1 colher (sopa) de sumo de limão
2-3 gotas de corante alimentar vermelho
4 folhas de gelatina incolor
Para a cobertura e decoração:
geleia de alperce
pasta de açúcar branca
pasta de açúcar azul
amido de milho q.b.
PREPARAÇÃO
Descascar as cenouras e ralar. Reservar.
Picar as amêndoas. Reservar.
Numa tigela bater os ovos.
Juntar o óleo, o sumo de laranja e o açúcar e bater.
Acrescentar a cenoura ralada, a raspa de laranja e a amêndoa moída e mexer.
Envolver na mistura a farinha, o cacau e o fermento.
Verter a massa em duas formas de 22 cm de diâmetro untadas e com o fundo forrado com papel vegetal.
Levar ao forno pré-aquecido a 180 °C cerca de 30 min. ou fazendo o teste do palito.
Deixar repousar 5 minutos antes de desenformar e retirar o papel.
Para o cheesecake demolhar as folhas de gelatina em água fria.
Numa taça colocar o queijo batido e mexer um pouco.
Numa outra taça aquecer, no microondas, o doce de frutos silvestres e dissolver nele as folhas de gelatina escorridas na mão.
Juntar o sumo de limão.
Mexer bem a mistura do doce para homogeneizar a gelatina.
Misturar o doce com o queijo fresco batido e as as gotas de corante.
No fim dos bolos frios colocar um deles sobre um disco ou no prato de servir.
Colocar um aro ajustável em volta do bolo e rechear com o cheesecake.
Cobrir com a outra camada de bolo, calcando ligeiramente para nivelar.
Levar ao frigorífico, por 3 horas, para que a gelatina solidifique.
Retirar o aro e pincelar a superfície e os lados do bolo com a geleia de alperce aquecida no microondas.
Numa superfície de bancada polvilhar com amido de milho e esticar, com o rolo da massa liso, a pasta de açúcar, com espessura de 3 mm.
Esticar com o rolo de padrões.
Enrolar a pasta no rolo, para transferir, e cobrir o bolo. Com as mãos, ajeitar os lados, não esticando em demasia a pasta.
Retirar o excesso de pasta cortando com uma faca afiada.
Decorar como desejado, esticando a pasta de açúcar corada/branca com a ajuda de amido de milho e usando cortadores ou moldes de silicone.
Versão Bimby:
Colocar a cenoura e a casca de laranja no copo e picar 15seg/vel 9, juntar a amêndoa e picar 10seg/vel 8.
Adicionar os ovos, o óleo, o açúcar e programar 1min/vel 6.
Juntar a farinha, o cacau, o fermento e envolver 10seg/vel 3.
NOTAS, MAS NÃO MENOS IMPORTANTES
- Usei cacau na massa, não para que o sabor sobressaísse, mas para escurecer a massa, ficando da cor da amêndoa moída com pele, criando a ilusão de que foi usada uma quantidade maior que a real;
- Gosto de não picar em demasia a amêndoa para criar uma textura diferente, mas mais moída também fica bem;
- Para que os andares do bolo ficassem iguais e mais planos preferi assar a massa dividida por duas formas iguais, pesando a massa em cada uma. Noutras situações assei numa única forma, cortando-o ao meio. O assar em duas formas tem vantagem, assando também em menos tempo;
- Em vez de corante alimentar vermelho, para acentuar a cor do recheio, podem ser usadas folhas vermelhas de gelatina;
- O doce de frutos silvestres pode ser de compra ou cozinhando frutos frescos ou congelados com um pouco de açúcar como na cobertura do Cheesecake de frutos vermelhos (dispensado neste caso a folha de gelatina adicional);
- Não tendo aro ajustável para dispor o recheio pode optar-se por forrar com papel vegetal o fundo da forma onde foi assado o bolo (desde que esta seja alta), forrar as laterais também com uma tira de papel vegetal e depois recolocar o bolo na forma;
- Numa das fotos vê-se o recheio com um pouco de doce e queijo fresco batido por cima, o objetivo era com uma colher marmorear o recheio, mas não ficou visível depois no corte, não valeu a pena a tentativa. Consegue-se esse efeito marmoreado ao misturar o doce com o queijo fresco batido, mas é necessário que se dissolva parte da gelatina (numa colher de água quente) e se misture ao queijo, para que as parte mais brancas também solidifiquem no final;
- Para a decoração da placa escrita, cortar um retângulo de massa de açúcar esticada, enrolar um pouco as pontas, como se fosse um papel envelhecido, e deixar secar 2h para que endureça antes de escrever com um marcador próprio, de feltro, de corante alimentar;
- Para as flores, no fim de as cortar deixar secar sobre uma folha de papel dobrada, dispondo-as sobre o vinco, para que fiquem em relevo, ou voltadas ao contrário sobre superfícies curvas. Para as colar ao bolo passar o dedo levemente humedecido em água sobre a base da flor e dispor no bolo. Para a barra de decoração não deixar secar o açúcar pois partir+á mais facilmente ao aplicar;
- Obtêm-se vários tons de uma cor, como a azul, misturando a pasta de açúcar corada com um pouco de pasta branca ou adicionando corante (gel) à pasta. Assim evita-se comprar pastas de vários tons, já que a quantidade aplicada é reduzida;
- Houve um percalço com a pasta de açúcar nas laterais do bolo já decorado, pelo que tive de a cortar e recolocar uma nova tira branca e depois a fita decorada.
pão, bolos e bolinhos, biscoitos e bolachas, muffins e scones, waffles e donuts, bôlas e empadas, tartes e tortas, quiches e salgadinhos, crepes e panquecas, assados e cozidos, fritos e grelhados...
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quinta-feira, 6 de junho de 2019
segunda-feira, 8 de dezembro de 2014
DOCE DE MEDRONHO
Está na altura dos medronhos e é vê-los por aí caídos no chão, quase a formar tapetes com as suas cores vivas e outonais: vermelho, laranja e amarelo.
Sabem bem ao natural. E por aqui em casa quase sempre são assim que são comidos, mas estes, para não se estragarem viraram doce.
Designa-se doce ao preparado açucarado de fruta, fervido, engrossado e triturado.
Este doce de medronho, embora não seja triturado, é passado por uma rede o que lhe confere a textura de um doce, em vez do de compota, em que a fruta se notaria em pequenos pedaços desfeitos. Prefiro passá-lo por uma rede para retirar os grãos duros que resultam da casca.
Quando se comem os medronhos frescos não se nota esta textura, mas depois de fervidos este granulado pétreo torna-se mais evidente e pouco agradável a sua presença no doce, tal como a das grainhas das camarinhas na Geleia de Camarinhas.
Não é um doce enjoativo, pois não é muito doce. Como os medronhos têm muita pectina natural, a consistência, no fim de frio, lembra um pouco a da marmelada, tornando-se numa Marmelada de Medronho.
Acompanha lindamente uns crepes, panquecas, waffles... pode ser o recheio de uma torta ou cobertura de uma tarte.
Fiz assim...
DOCE DE MEDRONHO
INGREDIENTES
1 kg de medronhos
750 g de açúcar
1 pau de canela
1 limão (casca e sumo)
1 dl de vinho do porto
PREPARAÇÃO
Lavar os medronhos e escorrer.
Num tacho colocar os medronhos, o açúcar, o pau de canela, a casca e o sumo de limão e um pouco de água no fundo.
Deixar cozinhar em lume médio.
Retirar a espuma da superfície, à medida que se vai formando.
Assim que o doce ganhar consistência e deixar de estar opaco e o caldo apresentar alguma transparência, retirar do lume.
Passar o doce por uma rede metálica grande apertando com a colher de pau, para outro tacho.
Juntar o vinho do porto e deixar levantar fervura.
Retirar do lume e verter o doce para frascos esterilizados.
Tapar e voltar os frascos ao contrário até arrefecer.
NOTAS, MAS NÃO MENOS IMPORTANTES
- A consistência final pode ser controlada acrescentando um pouco mais de vinho do porto deixando levantar fervura;
- Para coberturas ou recheios depois de retirar do frasco colocar numa taça e para que se torne mais fácil de barrar, aquecer um pouco no microondas ou diluir com um pouco de sumo de limão ou vinho do porto, dependendo do gosto.
Sabem bem ao natural. E por aqui em casa quase sempre são assim que são comidos, mas estes, para não se estragarem viraram doce.
Designa-se doce ao preparado açucarado de fruta, fervido, engrossado e triturado.
Este doce de medronho, embora não seja triturado, é passado por uma rede o que lhe confere a textura de um doce, em vez do de compota, em que a fruta se notaria em pequenos pedaços desfeitos. Prefiro passá-lo por uma rede para retirar os grãos duros que resultam da casca.
Quando se comem os medronhos frescos não se nota esta textura, mas depois de fervidos este granulado pétreo torna-se mais evidente e pouco agradável a sua presença no doce, tal como a das grainhas das camarinhas na Geleia de Camarinhas.
Não é um doce enjoativo, pois não é muito doce. Como os medronhos têm muita pectina natural, a consistência, no fim de frio, lembra um pouco a da marmelada, tornando-se numa Marmelada de Medronho.
Acompanha lindamente uns crepes, panquecas, waffles... pode ser o recheio de uma torta ou cobertura de uma tarte.
Fiz assim...
DOCE DE MEDRONHO
INGREDIENTES
1 kg de medronhos
750 g de açúcar
1 pau de canela
1 limão (casca e sumo)
1 dl de vinho do porto
PREPARAÇÃO
Lavar os medronhos e escorrer.
Num tacho colocar os medronhos, o açúcar, o pau de canela, a casca e o sumo de limão e um pouco de água no fundo.
Deixar cozinhar em lume médio.
Retirar a espuma da superfície, à medida que se vai formando.
Assim que o doce ganhar consistência e deixar de estar opaco e o caldo apresentar alguma transparência, retirar do lume.
Passar o doce por uma rede metálica grande apertando com a colher de pau, para outro tacho.
Juntar o vinho do porto e deixar levantar fervura.
Retirar do lume e verter o doce para frascos esterilizados.
Tapar e voltar os frascos ao contrário até arrefecer.
NOTAS, MAS NÃO MENOS IMPORTANTES
- A consistência final pode ser controlada acrescentando um pouco mais de vinho do porto deixando levantar fervura;
- Para coberturas ou recheios depois de retirar do frasco colocar numa taça e para que se torne mais fácil de barrar, aquecer um pouco no microondas ou diluir com um pouco de sumo de limão ou vinho do porto, dependendo do gosto.
quarta-feira, 22 de janeiro de 2014
COMPOTA DE CEBOLA ROXA CARAMELIZADA - CHUTNEY DE CEBOLA ROXA
Acompanha carnes assadas ou simplesmente um queijo de cabra.
De sabor bem marcado e com toque picante, este chutney eleva uma simples cebola ao seu expoente máximo e dá um toque de requinte à refeição.
Muito útil também para aqueles jantares descontraído de fondue ou raclette.
Fácil de se preparar, vai ganhando sabor ao longo do tempo.
Para os apreciadores de ceboladas esta é uma sugestão a ter sempre na despensa ;)
A sugestão Caramelised red onion é do livro The SuperJam Cookbook de Fraser Doherty.
Fiz assim...
COMPOTA DE CEBOLA ROXA CARAMELIZADA - CHUTNEY DE CEBOLA ROXA
INGREDIENTES
8 cebolas roxas
1 malagueta
2 folhas de louro
25 ml de azeite
200 g de açúcar amarelo
150 ml de vinagre balsâmico
150 ml de vinagre de vinho tinto
PREPARAÇÃO
Cortar as cebolas em fatias finas, usando um mandolim.
Colocar num tacho a cebola, a malagueta picada, as folhas de louro e o azeite.
Cozinhar em lume baixo cerca de 20 minutos.
Quando as cebolas escurecerem e se tornarem mais pegajosas juntar o açúcar e os vinagres.
Continuar a cozinhar cerca de 30 minutos até o chutney se tornar espesso e mais escuro.
Rejeitar as folhas de louro e enfrascar o chutney ainda bem quente.
Tapar e virar os frascos ao contrário até arrefecerem.
Pode ser consumido de imediato ou após maturação de cerca de 1 mês.
NOTAS, MAS NÃO MENOS IMPORTANTES
- Pode ser adicionada maçã durante o processo conferindo uma textura mais encorpada e um sabor mais adocicado e atenuado da cebola.
De sabor bem marcado e com toque picante, este chutney eleva uma simples cebola ao seu expoente máximo e dá um toque de requinte à refeição.
Muito útil também para aqueles jantares descontraído de fondue ou raclette.
Fácil de se preparar, vai ganhando sabor ao longo do tempo.
Para os apreciadores de ceboladas esta é uma sugestão a ter sempre na despensa ;)
A sugestão Caramelised red onion é do livro The SuperJam Cookbook de Fraser Doherty.
Fiz assim...
COMPOTA DE CEBOLA ROXA CARAMELIZADA - CHUTNEY DE CEBOLA ROXA
INGREDIENTES
8 cebolas roxas
1 malagueta
2 folhas de louro
25 ml de azeite
200 g de açúcar amarelo
150 ml de vinagre balsâmico
150 ml de vinagre de vinho tinto
PREPARAÇÃO
Cortar as cebolas em fatias finas, usando um mandolim.
Colocar num tacho a cebola, a malagueta picada, as folhas de louro e o azeite.
Cozinhar em lume baixo cerca de 20 minutos.
Quando as cebolas escurecerem e se tornarem mais pegajosas juntar o açúcar e os vinagres.
Continuar a cozinhar cerca de 30 minutos até o chutney se tornar espesso e mais escuro.
Rejeitar as folhas de louro e enfrascar o chutney ainda bem quente.
Tapar e virar os frascos ao contrário até arrefecerem.
Pode ser consumido de imediato ou após maturação de cerca de 1 mês.
NOTAS, MAS NÃO MENOS IMPORTANTES
- Pode ser adicionada maçã durante o processo conferindo uma textura mais encorpada e um sabor mais adocicado e atenuado da cebola.
Referências:
Açúcar amarelo,
Cebola,
Doces - Compotas - Conservas - Chutneys
quinta-feira, 17 de outubro de 2013
DOCE DE PIMENTO VERMELHO
Encapsular o verão num frasco é possível?
Este doce de pimento é perfeito para quem acha que pimentos assados são fundamentais numa sardinhada ou noutro repasto de verão. Traduz na perfeição os aromas do verão para degustar num dia de outono.
De cor rubi e muito brilhante o doce de pimento pode fazer parte do prato principal como num lombo assado ou em carnes grelhadas... como aperitivo ou entrada servido sobre queijo fresco, requeijão ou queijo de cabra, ou para dipar com uns snacks num momento de descontração mais mexicano, acompanhando com uma margarita!
Usei tortillas chips ou nachos para acompanhar o doce de pimento, dispostos num prato de nachos.
É uma boa combinação de sabores e texturas, o doce e o salgado, o aroma do pimento e o sabor do milho.
Se o doce for bem acondicionado aguenta-se por muitos meses, até porque é usado açúcar e vinagre, bons preservantes.
Pode ser feito também com pimentos verdes, mas a cor final é muito menos atraente e o sabor um pouco diferente. Os pimentos vermelhos como já estão maduros adquirem um sabor e odor mais adocicado, já os verdes como ainda estão... verdes, não amadurecidos tendem a ter uma sabor mais cru.
Fiz assim...
DOCE DE PIMENTO VERMELHO
INGREDIENTES
250g de pimento vermelho limpos
200g de açúcar
50ml de vinagre de sidra
tortillas chips ou nachos
PREPARAÇÃO
No fim de lavar e retirar o pedúnculo, sementes e veios brancos internos do pimento, cortar em cubos e colocar num copo para varinha mágica, liquidificador ou bimby.
Triturar sem transformar completamente em puré.
Juntar os restantes ingredientes e levar ao lume até abrir ponto de estrada fraco. O tempo de elaboração depende da quantidade de água que os pimentos tiverem.
Esterilizar os frascos e tampas (ver Dicas) e encher.
Fechar bem cada frasco e virar ao contrário até arrefecer.
NOTAS, MAS NÃO MENOS IMPORTANTES
- Na bimby colocar os pimentos limpos, como se indica, o açúcar e o vinagre. Picar alguns segundos na vel. 9. Baixar o que ficar nas laterais e cozinhar sem usar o copo 45min./100ºC/vel. colher;
- Este doce pode ter a versão de chutney se ao ser elaborado outros ingredientes como cebola, maçã... e especiarias forem adicionados, cozendo lentamente;
- Esta é uma boa sugestão para fazer com os pimentos que compramos verdes e que esperamos que amadureçam e por vezes ficam com a pele engelhada e por isso com pior aspeto para uma salada.
Este doce de pimento é perfeito para quem acha que pimentos assados são fundamentais numa sardinhada ou noutro repasto de verão. Traduz na perfeição os aromas do verão para degustar num dia de outono.
De cor rubi e muito brilhante o doce de pimento pode fazer parte do prato principal como num lombo assado ou em carnes grelhadas... como aperitivo ou entrada servido sobre queijo fresco, requeijão ou queijo de cabra, ou para dipar com uns snacks num momento de descontração mais mexicano, acompanhando com uma margarita!
Usei tortillas chips ou nachos para acompanhar o doce de pimento, dispostos num prato de nachos.
É uma boa combinação de sabores e texturas, o doce e o salgado, o aroma do pimento e o sabor do milho.
Se o doce for bem acondicionado aguenta-se por muitos meses, até porque é usado açúcar e vinagre, bons preservantes.
Pode ser feito também com pimentos verdes, mas a cor final é muito menos atraente e o sabor um pouco diferente. Os pimentos vermelhos como já estão maduros adquirem um sabor e odor mais adocicado, já os verdes como ainda estão... verdes, não amadurecidos tendem a ter uma sabor mais cru.
Fiz assim...
DOCE DE PIMENTO VERMELHO
INGREDIENTES
250g de pimento vermelho limpos
200g de açúcar
50ml de vinagre de sidra
tortillas chips ou nachos
PREPARAÇÃO
No fim de lavar e retirar o pedúnculo, sementes e veios brancos internos do pimento, cortar em cubos e colocar num copo para varinha mágica, liquidificador ou bimby.
Triturar sem transformar completamente em puré.
Juntar os restantes ingredientes e levar ao lume até abrir ponto de estrada fraco. O tempo de elaboração depende da quantidade de água que os pimentos tiverem.
Esterilizar os frascos e tampas (ver Dicas) e encher.
Fechar bem cada frasco e virar ao contrário até arrefecer.
NOTAS, MAS NÃO MENOS IMPORTANTES
- Na bimby colocar os pimentos limpos, como se indica, o açúcar e o vinagre. Picar alguns segundos na vel. 9. Baixar o que ficar nas laterais e cozinhar sem usar o copo 45min./100ºC/vel. colher;
- Este doce pode ter a versão de chutney se ao ser elaborado outros ingredientes como cebola, maçã... e especiarias forem adicionados, cozendo lentamente;
- Esta é uma boa sugestão para fazer com os pimentos que compramos verdes e que esperamos que amadureçam e por vezes ficam com a pele engelhada e por isso com pior aspeto para uma salada.
Referências:
Doces - Compotas - Conservas - Chutneys,
Entradas - Antipasto,
Pimento,
Vinagre
segunda-feira, 10 de junho de 2013
DOCE DE AMORA DE AMOREIRA
Embora em doce a cor possa ser parecida, o aroma e o sabor da amora da amoreira e o das silvestres, das silvas, são diferentes. São frutos de plantas de famílias distintas.
A amora da amoreira em termos botânicos, é uma infrutescência de pequenos aquénios. Já a amora-silvestre, é fruto agregado de drupas, cada "bago" de amora é um fruto, e a amora inteira é um fruto conjunto de pequenos frutos.
Escola primária, e não só, que se prese tem uma amoreira. Embora os bichos-da-seda prefiram as folhas da amoreira branca, a amoreira negra tem mais vantagem gastronómica :)
Já tinha tentado fazer doce de amora da amoreira, mas sem grandes resultados.
Desta vez ficou bem melhor.
Pela minha experiências nas várias tentativas de fazer este doce, é necessário cozer bastante tempo os frutos para se perder o sabor a "verde" do eixo central deste fruto. E sempre que tentei deixar os frutos inteiros ou pelo menos a notarem-se, também não tive sucesso, porque esta porção central ficava com a textura de pelos, o que não é agradável na boca.
No Pantagruel sugere-se espremer um pouco mais de metade dos frutos, deixando os restantes inteiros. Já tentei mas mesmo assim, os que ficam inteiros não tornam o doce agradável. A sugestão que indico é com os frutos completamente triturados. Ficará ainda para uma próxima oportunidade usar apenas o sumo, como se tratasse de uma geleia.
Fiz assim...
DOCE DE AMORA DA AMOREIRA
INGREDIENTES
1kg de amoras de amoreira
1l de água
500g de açúcar
PREPARAÇÃO
Lavar bem as amoras numa bacia cheia de água.
Cozer as amoras na água, durante 20min..
Triturar bem.
Coar com um passador e levar ao lume este sumo com o açúcar.
Deixar ferver em lume brando durante 30min..
Enfrascar em recipientes previamente esterilizados.
NOTAS, MAS NÃO MENOS IMPORTANTES
- Para triturar usar uma varinha mágica com pé inox para não manchar o plástico, ou triturar na bimby;
- Para passar pelo passador se for preciso mais água juntar um pouco mais, espremendo o triturado com as costas de uma colher, para espremer bem.
A amora da amoreira em termos botânicos, é uma infrutescência de pequenos aquénios. Já a amora-silvestre, é fruto agregado de drupas, cada "bago" de amora é um fruto, e a amora inteira é um fruto conjunto de pequenos frutos.
Escola primária, e não só, que se prese tem uma amoreira. Embora os bichos-da-seda prefiram as folhas da amoreira branca, a amoreira negra tem mais vantagem gastronómica :)
Já tinha tentado fazer doce de amora da amoreira, mas sem grandes resultados.
Desta vez ficou bem melhor.
Pela minha experiências nas várias tentativas de fazer este doce, é necessário cozer bastante tempo os frutos para se perder o sabor a "verde" do eixo central deste fruto. E sempre que tentei deixar os frutos inteiros ou pelo menos a notarem-se, também não tive sucesso, porque esta porção central ficava com a textura de pelos, o que não é agradável na boca.
No Pantagruel sugere-se espremer um pouco mais de metade dos frutos, deixando os restantes inteiros. Já tentei mas mesmo assim, os que ficam inteiros não tornam o doce agradável. A sugestão que indico é com os frutos completamente triturados. Ficará ainda para uma próxima oportunidade usar apenas o sumo, como se tratasse de uma geleia.
Fiz assim...
DOCE DE AMORA DA AMOREIRA
INGREDIENTES
1kg de amoras de amoreira
1l de água
500g de açúcar
PREPARAÇÃO
Lavar bem as amoras numa bacia cheia de água.
Cozer as amoras na água, durante 20min..
Triturar bem.
Coar com um passador e levar ao lume este sumo com o açúcar.
Deixar ferver em lume brando durante 30min..
Enfrascar em recipientes previamente esterilizados.
NOTAS, MAS NÃO MENOS IMPORTANTES
- Para triturar usar uma varinha mágica com pé inox para não manchar o plástico, ou triturar na bimby;
- Para passar pelo passador se for preciso mais água juntar um pouco mais, espremendo o triturado com as costas de uma colher, para espremer bem.
sexta-feira, 22 de fevereiro de 2013
DOCE DE TAMARILHO COM CARDAMOMO
Com o vendaval que se tem sentido, torna-se inevitável ter que aproveitar todos os tamarilhos que caíram. Pena não poder aproveitar os cedros ou a pimenteira (que este ano ainda não tinha pimentas vermelhas) que também foram derrubados :(
Optei por fazer doce de tamarilho, pois seria uma preparação onde podia gastar de forma rápida os muitos que tinha disponível e em diferentes estados de amadurecimento.
Os tamarilhos são frutos arbóreos do tamarilheiro. Ao fruto também se chama tomate brasileiro, inglês ou arbóreo. É originário do Peru, mas por aqui na zona centro até que não se dá mal, ficando com as folhas queimadas pela geada do inverno.
A cor dos tamarilhos varia entre o vermelho, alaranjado (são os meus) e amarelos, consoante a variedade. Os vermelhos apresentam uma polpa bastante mais escura que os outros, mas parece-me que a variedade laranja é menos ácida.
O sabor é bem caraterístico, agridoce, entre o vincado sabor do maracujá ácido e a frutado e tropical da goiaba.
Aqui por casa são comidos ao natural, cortando a meio e rodando com uma colher para recolher a polpa. A polpa pode ser colocada numa tacinha e adicionado algum açúcar, mas isso é ao gosto de cada um.
Nesta sugestão resolvi aliar um toque mais oriental, o o cardamomo. Ficou delicioso ;)
Fiz assim...
DOCE DE TAMARILHO COM CARDAMOMO
INGREDIENTES
800g de polpa de tamarilho
1-2 vagens de cardamomo verde (marca Espiga)
400g de açúcar para doces e compotas - açúcar gelificante (com pectina)
PREPARAÇÃO
Lavar os tamarilhos, cortar a meio e com a ajuda de uma colher de sobremesa retirar a polpa.
Abrir a vagem do cardamomo e moer as sementes num almofariz com 1 das colher de açúcar ou com uma pedra grande sobre uma superfície dura.
Levar ao lume a polpa dos tamarilhos com o açúcar e o cardamomo moído.
Deixar ferver sobre lume médio durante 30min..
NOTAS, MAS NÃO MENOS IMPORTANTES
- Na bimby colocar todos os ingredientes e cozinhar a 100ºC/vel. 1-2/colher inversa/30min.;
- Pode ser usado açúcar branco normal, sem ser o gelificante. Para isso juntar 1 colher (sopa) de sumo de limão e aumentar em 100-200g o açúcar usado;
- Moer as sementes de cardamomo com 1 das colheres de ajudar para ajudar o processo;
- Para notas sobre conservação e elaboração de doces ver aqui;
- Antes de preparar o doce pode colocar um pires no congelador, para testar a consistência do doce no fim do tempo indicado, uma vez que assim arrefecerá rapidamente apresentando a consistência que terá ao arrefecer normalmente no dia seguinte.
Optei por fazer doce de tamarilho, pois seria uma preparação onde podia gastar de forma rápida os muitos que tinha disponível e em diferentes estados de amadurecimento.
Os tamarilhos são frutos arbóreos do tamarilheiro. Ao fruto também se chama tomate brasileiro, inglês ou arbóreo. É originário do Peru, mas por aqui na zona centro até que não se dá mal, ficando com as folhas queimadas pela geada do inverno.
A cor dos tamarilhos varia entre o vermelho, alaranjado (são os meus) e amarelos, consoante a variedade. Os vermelhos apresentam uma polpa bastante mais escura que os outros, mas parece-me que a variedade laranja é menos ácida.
O sabor é bem caraterístico, agridoce, entre o vincado sabor do maracujá ácido e a frutado e tropical da goiaba.
Aqui por casa são comidos ao natural, cortando a meio e rodando com uma colher para recolher a polpa. A polpa pode ser colocada numa tacinha e adicionado algum açúcar, mas isso é ao gosto de cada um.
Nesta sugestão resolvi aliar um toque mais oriental, o o cardamomo. Ficou delicioso ;)
Fiz assim...
DOCE DE TAMARILHO COM CARDAMOMO
INGREDIENTES
800g de polpa de tamarilho
1-2 vagens de cardamomo verde (marca Espiga)
400g de açúcar para doces e compotas - açúcar gelificante (com pectina)
PREPARAÇÃO
Lavar os tamarilhos, cortar a meio e com a ajuda de uma colher de sobremesa retirar a polpa.
Abrir a vagem do cardamomo e moer as sementes num almofariz com 1 das colher de açúcar ou com uma pedra grande sobre uma superfície dura.
Levar ao lume a polpa dos tamarilhos com o açúcar e o cardamomo moído.
Deixar ferver sobre lume médio durante 30min..
NOTAS, MAS NÃO MENOS IMPORTANTES
- Na bimby colocar todos os ingredientes e cozinhar a 100ºC/vel. 1-2/colher inversa/30min.;
- Pode ser usado açúcar branco normal, sem ser o gelificante. Para isso juntar 1 colher (sopa) de sumo de limão e aumentar em 100-200g o açúcar usado;
- Moer as sementes de cardamomo com 1 das colheres de ajudar para ajudar o processo;
- Para notas sobre conservação e elaboração de doces ver aqui;
- Antes de preparar o doce pode colocar um pires no congelador, para testar a consistência do doce no fim do tempo indicado, uma vez que assim arrefecerá rapidamente apresentando a consistência que terá ao arrefecer normalmente no dia seguinte.
Referências:
Doces - Compotas - Conservas - Chutneys,
Tamarilho
terça-feira, 3 de julho de 2012
DOCE DE GINJA
Tal como no caso dos marmelos em que se faz a marmelada (aqui e aqui), não é aprazível comer ginjas cruas. É muito mais ácida que a sua prima direita, a cereja.
No entanto, dando-se as ginjeiras tão bem no nosso clima, as ginjas tiveram que ter aproveitamento, quer pela famosa ginjinha ou neste doce fantástico.
Não é um doce muito doce, para isso temos o de morango, figo..., é um doce com um grau de doçura q.b..
Também não acho necessário acrescentar qualquer aroma como o da canela ou cravinho porque já é bem aromático e mascararia o aroma natural da ginja.
Acompanha lindamente um queijo fresco ao lanche ou uma tosta ou torrada pela manhã.
Fiz assim...
DOCE DE GINJA
INGREDIENTES
600g de ginjas descaroçadas
450g de açúcar (250g de açúcar branco + 200g de açúcar gelificante)
PREPARAÇÃO
Lavar as ginjas, retirar o pedúnculo e descaroçar.
Colocar num tacho as ginjas e o açúcar e levar a lume médio cerca de 30min., mexendo de vez em quando. Manter o tacho semi-destapado.
Testar o ponto num prato frio.
Ainda bem quente colocar em frascos esterilizados, tapar e virar ao contrário.
Colocar os frascos na posição normal passado 1h ou no fim de frios.
NOTAS, MAS NÃO MENOS IMPORTANTES
- Não usando uma parte em açúcar gelificante usar a totalidade em açúcar branco adicionando 2 colheres (sopa) de sumo de limão;
- Para outras quantidades de fruta o peso do açúcar é de 75% do peso da fruta;
- Na bimby colocar as ginjas e os açúcares no copo e programar 30min, velocidade 2, varoma, com o copo medida inclinado para escapar o vapor;
- Para testar o ponto do doce colocar previamente um pequeno prato no congelador e quando se achar que o doce está no ponto verter uma pequena colher no prato. Como o doce arrefecerá depressa facilmente se observará como ficará quando totalmente frio;
- Se triturar o doce este ficará opaco, menos atraente.
No entanto, dando-se as ginjeiras tão bem no nosso clima, as ginjas tiveram que ter aproveitamento, quer pela famosa ginjinha ou neste doce fantástico.
Não é um doce muito doce, para isso temos o de morango, figo..., é um doce com um grau de doçura q.b..
Também não acho necessário acrescentar qualquer aroma como o da canela ou cravinho porque já é bem aromático e mascararia o aroma natural da ginja.
Acompanha lindamente um queijo fresco ao lanche ou uma tosta ou torrada pela manhã.
Fiz assim...
DOCE DE GINJA
INGREDIENTES
600g de ginjas descaroçadas
450g de açúcar (250g de açúcar branco + 200g de açúcar gelificante)
PREPARAÇÃO
Lavar as ginjas, retirar o pedúnculo e descaroçar.
Colocar num tacho as ginjas e o açúcar e levar a lume médio cerca de 30min., mexendo de vez em quando. Manter o tacho semi-destapado.
Testar o ponto num prato frio.
Ainda bem quente colocar em frascos esterilizados, tapar e virar ao contrário.
Colocar os frascos na posição normal passado 1h ou no fim de frios.
NOTAS, MAS NÃO MENOS IMPORTANTES
- Não usando uma parte em açúcar gelificante usar a totalidade em açúcar branco adicionando 2 colheres (sopa) de sumo de limão;
- Para outras quantidades de fruta o peso do açúcar é de 75% do peso da fruta;
- Na bimby colocar as ginjas e os açúcares no copo e programar 30min, velocidade 2, varoma, com o copo medida inclinado para escapar o vapor;
- Para testar o ponto do doce colocar previamente um pequeno prato no congelador e quando se achar que o doce está no ponto verter uma pequena colher no prato. Como o doce arrefecerá depressa facilmente se observará como ficará quando totalmente frio;
- Se triturar o doce este ficará opaco, menos atraente.
Referências:
Doces - Compotas - Conservas - Chutneys,
Ginja
segunda-feira, 9 de abril de 2012
DOCE DE LIMÃO, CENOURA E MAÇÃ
É um doce muito aromático, rápido e que serve de aproveitamento das cascas dos limões que abundam nesta altura.
A consistência e aroma lembra a inglesa orange marmalade.
É ótimo para servir com tostas ou como cobertura de waffles e panquecas.
A cenoura acrescenta uma cor à monotonia da casca de limão e a maçã faz puré para unir todos os ingredientes.
Fiz assim...
DOCE DE LIMÃO, CENOURA E MAÇÃ
INGREDIENTES
750g de cascas de limão picadas finamente
125g de cenoura
125g de maçã descascada
600g de açúcar
PREPARAÇÃO
Demolhar as cascas de limão picadas cobrindo-as com água, durante 2 dias, no frigorífico, trocando a água ao fim de 1 dia.
No dia de fazer o doce ralar ou picar a cenoura e a maçã.
Juntar à cenoura e à maçã, as cascas de limão bem escorridas num passador e o açúcar.
Levar a lume médio cerca de 30min. ou até obter a consistência desejada.
Verter em frascos esterilizados, tapar bem e inverter os frascos até arrefecer.
NOTAS, MAS NÃO MENOS IMPORTANTES
- As cascas de limão picadas resultaram de limonada feita na bimby. Se não for esse o caso então espremer o sumo e aproveitar as cascas (a parte branca e a amarela), cortando-as na tábua ou ralando-as;
- Se fizer o doce na bimby colocar a cenoura e a maçã primeiro e ralar 10seg./vel.5, só depois acrescentar o limão escorrido e o açúcar;
- Querendo um doce mais consistente, doce e duradouro pode usar o mesmo peso das cascas e frutas em açúcar, como na receita original da bimby;
- Podem ser acrescentados aromas ao doce, como gengibre fresco ralado, estrela de anis, pau de canela, vagem de cardamomo...
- Para testar a consistência desejada dos doces antes de os preparar colocar um pequeno prato no congelador. Quando estiver na dúvida se o doce atingiu a consistência desejada colocar uma pequena colher sobre o prato frio e testar, assim simula a consistência do doce quando frio.
A consistência e aroma lembra a inglesa orange marmalade.
É ótimo para servir com tostas ou como cobertura de waffles e panquecas.
A cenoura acrescenta uma cor à monotonia da casca de limão e a maçã faz puré para unir todos os ingredientes.
Fiz assim...
DOCE DE LIMÃO, CENOURA E MAÇÃ
INGREDIENTES
750g de cascas de limão picadas finamente
125g de cenoura
125g de maçã descascada
600g de açúcar
PREPARAÇÃO
Demolhar as cascas de limão picadas cobrindo-as com água, durante 2 dias, no frigorífico, trocando a água ao fim de 1 dia.
No dia de fazer o doce ralar ou picar a cenoura e a maçã.
Juntar à cenoura e à maçã, as cascas de limão bem escorridas num passador e o açúcar.
Levar a lume médio cerca de 30min. ou até obter a consistência desejada.
Verter em frascos esterilizados, tapar bem e inverter os frascos até arrefecer.
NOTAS, MAS NÃO MENOS IMPORTANTES
- As cascas de limão picadas resultaram de limonada feita na bimby. Se não for esse o caso então espremer o sumo e aproveitar as cascas (a parte branca e a amarela), cortando-as na tábua ou ralando-as;
- Se fizer o doce na bimby colocar a cenoura e a maçã primeiro e ralar 10seg./vel.5, só depois acrescentar o limão escorrido e o açúcar;
- Querendo um doce mais consistente, doce e duradouro pode usar o mesmo peso das cascas e frutas em açúcar, como na receita original da bimby;
- Podem ser acrescentados aromas ao doce, como gengibre fresco ralado, estrela de anis, pau de canela, vagem de cardamomo...
- Para testar a consistência desejada dos doces antes de os preparar colocar um pequeno prato no congelador. Quando estiver na dúvida se o doce atingiu a consistência desejada colocar uma pequena colher sobre o prato frio e testar, assim simula a consistência do doce quando frio.
Referências:
Aproveitamentos,
Cenoura,
Doces - Compotas - Conservas - Chutneys,
Limão,
Maçã,
Thermomix - Bimby
domingo, 31 de outubro de 2010
DOCE DE MARMELO
Marmelada, geleia e doce de marmelo. Com os mesmos ingredientes obtêm-se variações óptimas.
Estas são algumas das utilizações para os marmelos que abundam nesta altura, a par dos marmelos assados em quartos com uns salpicos de açúcar e das tartes de maçã em que substitui 1 ou 2 maçãs por marmelos.
O doce de marmelos em cubos é excelente para aqueles que gostam de saborear marmelos quase ao natural, com o seu toque ácido.
É um doce pouco doce, pois uso o açúcar gelificante. Para açúcar normal deve-se aumentar a quantidade, até quase ao peso do marmelo.
Os frascos ficam lindos. É uma paragem no tempo. Daqui a uns meses estes marmelos saberão ainda melhor. Porque é como quase tudo na vida, quando não há é quando apetece.
Fiz assim...
DOCE DE MARMELO
INGREDIENTES
1kg de marmelos
500ml de água
500g de açúcar gelificante
PREPARAÇÃO
Lavar bem os marmelos e cortar em quartos. Retirar as sementes.
Cortar os marmelos em cubos e levar ao lume, na panela de pressão, com a água e o açúcar.
Mexer e assim que o açúcar ficar húmido, mexer novamente e tapar a panela.
Deixar cozinhar 5min..
Desligar, esperar 2min. e retirar a restante pressão.
Encher os frascos previamente esterilizados. Tapar e virar ao contrário.
No fim de frios, ou quase, virar os frascos para a posição original.
NOTAS, MAS NÃO MENOS IMPORTANTES
- Para esterilizar os frascos pode usar-se o microondas, aquecendo os vidros 1min. na potência máxima. Para as tampas cobrir com água a ferver uns minutos;
- Este doce pode ser ainda aromatizado com canela, cravinho, cardamomo ou outro.
Estas são algumas das utilizações para os marmelos que abundam nesta altura, a par dos marmelos assados em quartos com uns salpicos de açúcar e das tartes de maçã em que substitui 1 ou 2 maçãs por marmelos.
O doce de marmelos em cubos é excelente para aqueles que gostam de saborear marmelos quase ao natural, com o seu toque ácido.
É um doce pouco doce, pois uso o açúcar gelificante. Para açúcar normal deve-se aumentar a quantidade, até quase ao peso do marmelo.
Os frascos ficam lindos. É uma paragem no tempo. Daqui a uns meses estes marmelos saberão ainda melhor. Porque é como quase tudo na vida, quando não há é quando apetece.
Fiz assim...
DOCE DE MARMELO
INGREDIENTES
1kg de marmelos
500ml de água
500g de açúcar gelificante
PREPARAÇÃO
Lavar bem os marmelos e cortar em quartos. Retirar as sementes.
Cortar os marmelos em cubos e levar ao lume, na panela de pressão, com a água e o açúcar.
Mexer e assim que o açúcar ficar húmido, mexer novamente e tapar a panela.
Deixar cozinhar 5min..
Desligar, esperar 2min. e retirar a restante pressão.
Encher os frascos previamente esterilizados. Tapar e virar ao contrário.
No fim de frios, ou quase, virar os frascos para a posição original.
NOTAS, MAS NÃO MENOS IMPORTANTES
- Para esterilizar os frascos pode usar-se o microondas, aquecendo os vidros 1min. na potência máxima. Para as tampas cobrir com água a ferver uns minutos;
- Este doce pode ser ainda aromatizado com canela, cravinho, cardamomo ou outro.
Referências:
Doces - Compotas - Conservas - Chutneys,
Marmelo
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