Maçã e canela, hummmmm
Quer no aroma, quer no sabor, em bolos, tartes ou numa simples infusão de casca de maçã e pau de canela, esta é uma combinação sempre perfeita.
Pode ter sido pela textura ou aroma, pelo seu pequeno tamanho ou mesmo pelo formato sugestivo, ou por todos estes aspetos juntos, que estes bolinhos desapareceram (ou foram desaparecendo) sem contar história.
A receita original é da Nordicware, acompanha a forma, e incluí farinha sem glúten pelo que, com o seu uso, está adaptada a esta restrição alimentar. Usei, simplesmente, farinha de trigo, mas já de seguida vou substituir com uma mistura de farinhas, trigo, trigo integral e aveia, depois divulgo o resultado.
São bons mornos, mas prefiro-os frios e, já agora, a acompanhar uma infusão bem quentinha no final da noite ou uma chávena de chá numa pausa idílica a meio da tarde.
São muito aromáticos, pela maçã presente na massa e pelas especiarias usadas.
Simples ou polvilhados com açúcar em pó ou numa vertente mais gourmet com molho de caramelo espesso, ninguém se vai arrepender de os fazer.
Fiz assim...
MINI MAÇÃS COM CANELA / MUFFINS DE MAÇÃ E CANELA
INGREDIENTES
210 g / 1,5 chávenas de farinha de trigo T65
1 colher (chá) de fermento em pó
1/2 colher (chá) de bicarbonato de sódio
1/2 colher (chá) de canela moída
1/4 colher (chá) de pimenta da Jamaica
1 ovo
100 g / 1/2 chávena de açúcar amarelo ou mascavado claro
115 g / 1/2 chávena de manteiga derretida
125 g / 1/2 chávena de puré de maçã (cozida e triturada)
125 ml / 1/2 chávena de água
pitada de noz-moscada
sal fino q.b.
PREPARAÇÃO
Preparar o puré de maçã descascando as maçãs e cozendo-as num tacho tapado com um pouco de água no fundo ou no microondas.
Triturar grosseiramente com a varinha mágica, esmagador de batatas cozidas ou com o garfo e reservar.
Pré-aquecer o forno a 180 ºC.
Untar e polvilhar a forma das maçãs ou de muffins ou queques.
Numa taça misturar a farinha com o fermento, bicarbonato, especiarias e sal.
Noutra taça derreter a manteiga e misturar com o açúcar.
Juntar o puré de maçã, o ovo e a água e misturar.
Envolver a mistura da farinha sem bater.
Verter a massa nas formas até 3/4 do volume.
Levar ao forno cerca de 15 minutos ou fazendo o teste do palito.
Deixar arrefecer 5-10 minutos antes de desenformar.
Repetir para a restante massa no mesmo tabuleiro ou usar outras formas para assar em simultâneo.
Servir simples, polvilhando com açúcar em pó ou com um molho de caramelo.
NOTAS, MAS NÃO MENOS IMPORTANTES
- Poderá substituir a pimenta da Jamaica pela mesma quantidade de uma mistura moída de cravinho, noz moscada e pimenta preta;
- Indico na lista de ingredientes as quantidades da receita original em chávenas. Na versão sem glúten usar a sua mistura caseira de farinha sem glúten ou uma versão comercial;
- Desta vez enchi as cavidades da forma um pouco mais que 3/4 do volume pelo que não rendeu nova fornada de mini maçãs, por isso usei umas 6 formas plissadas de silicone para assar a massa sobejante.
pão, bolos e bolinhos, biscoitos e bolachas, muffins e scones, waffles e donuts, bôlas e empadas, tartes e tortas, quiches e salgadinhos, crepes e panquecas, assados e cozidos, fritos e grelhados...
Mostrar mensagens com a etiqueta Pimenta da Jamaica. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Pimenta da Jamaica. Mostrar todas as mensagens
segunda-feira, 3 de dezembro de 2018
terça-feira, 27 de novembro de 2018
KAFTAS GRELHADAS COM MOLHO DE IOGURTE, ALHO, LIMÃO E HORTELÃ
A lista de ingredientes pode ser longa, mas acreditem que vale a pena, o sabor é igualmente proporcional.
Fáceis de fazer e com a vantagem de poderem ser preparadas no dia anterior e mantidas no frigorífico, ganhando ainda mais em sabor.
Típicas do médio oriente, comidas um pouco por todo o Mediterrâneo, do norte de África ao médio oriente, desde Marrocos, Turquia, Irão e até Grécia. O termo significa carne moída, podendo ser traduzido como almôndega. A carne usada, ou a mistura de carnes, varia com a cultura em questão, podendo ser vaca, borrego e até porco, como foi o caso, mistura de vaca e porco. Podem ser grelhadas, fritas, assadas ou guisadas, com formato de salsicha ou mais lenticular (como os nossos pasteis de bacalhau) e com ou sem espeto no meio.
Podem ser acompanhadas com batatas fritas, puré de batata ou enroladas com vegetais em juliana num pão árabe (como uma tortilha ou wrap) como sugere a Nigella no At my table.
O molho de iogurte é tradicional e faz toda a diferença, contribui com sabores frescos, o do iogurte, limão e hortelã e com o pungente sabor picante a alho.
À mesa são sucesso, é uma ótima oportunidade de introduzir novos sabores de ervas frescas ou especiarias. O molho nunca sobra e há quem o use como dressing da salada e se porventura parecer sobrar, umas pequenas tostas/crackers servirão para lhe dar fim ;)
Os espetos podem ser divertidos para os miúdos, por isso há quem coma as kaftas com o espeto na mão. Há momentos que apenas interessa que comam!
Fiz assim...
KAFTAS GRELHADAS COM MOLHO DE IOGURTE, ALHO, LIMÃO E HORTELÃ
INGREDIENTES
(Rende 12 kaftas)
300 g de carne vaca picada
300 g de carne de porco picada
1 cebola média
2 dentes de alho
2-3 cm de curcuma ou açafrão-das-Índias fresca ou 1 colher (chá) de curcuma moída
1 colher (chá) de sementes de coentros moídas
1 colher (chá) de sementes de cominhos moídas
1/2 colher (chá) de pimenta da Jamaica moída
1 colher (chá) de pimenta branca moída
hortelã fresca
salsa fresca
Para o olho de iogurte:
4 colheres (sopa) bem cheias de iogurte natural grego ou escorrido
sal q.b.
pimenta branca moída q.b.
1/2 limão (raspa e sumo)
hortelã fresca
1 dente de alho
PREPARAÇÃO
Numa tigela misturar as carnes, a curcuma, a cebola e os alhos finamente ralados, as ervas frescas picadas e os restantes temperos.
Envolver bem e levar ao frigorífico 1-2h.
Retirar porções de carne picada e moldar rapidamente nas mãos em formato de salsicha.
Espetar um pau fino para espetadas e moldar em volta a carne picada.
Dispor num tabuleiro as kaftas e levar ao frigorífico até à altura de grelhar.
Aquecer uma grelha ou chapa e grelhar as kaftas de todos os lados.
Para o molho misturar numa taça o iogurte, a raspa e o sumo de limão, sal, pimenta e a hortelã picada.
Envolver e reservar no frigorífico até servir.
Servir as kaftas com arroz, de cenoura por exemplo, ou batata frita, ou mesmo enrolada num pão pita ou outro pão chato árabe, acompanhado de salada de alface em juliana, cenoura ralada, couve roxa cortada finamente e com o molho de iogurte.
Optei por servir com grelos cozidos e salada de tomate, para uns e alface para outros.
NOTAS, MAS NÃO MENOS IMPORTANTES
- Aproveitando as ervas frescas que tenho disponíveis no canteiro, usei para temperar a carne das kaftas uma mistura de folhas de sálvia, hortelã, salsa e cebolinho;
- Será mais fácil moldar as kaftas se deixar repousar no frigorífico um pouco. Depois de as moldar também será mais fácil grelhá-las se estiverem sido mantidas no frio;
- Para que as kaftas não se desfaçam ao grelhar, deixar cozinhar bem de um dos lados e só depois virar para os restantes. Não cair na tentação de ir logo virando, pois a carne tende a prender na chapa enquanto não estiver totalmente cozinhada;
- Não gostando do gosto muito forte a alho, pode não o colocar no molho ou reduzir a quantidade usada.
Fáceis de fazer e com a vantagem de poderem ser preparadas no dia anterior e mantidas no frigorífico, ganhando ainda mais em sabor.
Típicas do médio oriente, comidas um pouco por todo o Mediterrâneo, do norte de África ao médio oriente, desde Marrocos, Turquia, Irão e até Grécia. O termo significa carne moída, podendo ser traduzido como almôndega. A carne usada, ou a mistura de carnes, varia com a cultura em questão, podendo ser vaca, borrego e até porco, como foi o caso, mistura de vaca e porco. Podem ser grelhadas, fritas, assadas ou guisadas, com formato de salsicha ou mais lenticular (como os nossos pasteis de bacalhau) e com ou sem espeto no meio.
Podem ser acompanhadas com batatas fritas, puré de batata ou enroladas com vegetais em juliana num pão árabe (como uma tortilha ou wrap) como sugere a Nigella no At my table.
O molho de iogurte é tradicional e faz toda a diferença, contribui com sabores frescos, o do iogurte, limão e hortelã e com o pungente sabor picante a alho.
À mesa são sucesso, é uma ótima oportunidade de introduzir novos sabores de ervas frescas ou especiarias. O molho nunca sobra e há quem o use como dressing da salada e se porventura parecer sobrar, umas pequenas tostas/crackers servirão para lhe dar fim ;)
Os espetos podem ser divertidos para os miúdos, por isso há quem coma as kaftas com o espeto na mão. Há momentos que apenas interessa que comam!
Fiz assim...
KAFTAS GRELHADAS COM MOLHO DE IOGURTE, ALHO, LIMÃO E HORTELÃ
INGREDIENTES
(Rende 12 kaftas)
300 g de carne vaca picada
300 g de carne de porco picada
1 cebola média
2 dentes de alho
2-3 cm de curcuma ou açafrão-das-Índias fresca ou 1 colher (chá) de curcuma moída
1 colher (chá) de sementes de coentros moídas
1 colher (chá) de sementes de cominhos moídas
1/2 colher (chá) de pimenta da Jamaica moída
1 colher (chá) de pimenta branca moída
hortelã fresca
salsa fresca
Para o olho de iogurte:
4 colheres (sopa) bem cheias de iogurte natural grego ou escorrido
sal q.b.
pimenta branca moída q.b.
1/2 limão (raspa e sumo)
hortelã fresca
1 dente de alho
PREPARAÇÃO
Numa tigela misturar as carnes, a curcuma, a cebola e os alhos finamente ralados, as ervas frescas picadas e os restantes temperos.
Envolver bem e levar ao frigorífico 1-2h.
Retirar porções de carne picada e moldar rapidamente nas mãos em formato de salsicha.
Espetar um pau fino para espetadas e moldar em volta a carne picada.
Dispor num tabuleiro as kaftas e levar ao frigorífico até à altura de grelhar.
Aquecer uma grelha ou chapa e grelhar as kaftas de todos os lados.
Para o molho misturar numa taça o iogurte, a raspa e o sumo de limão, sal, pimenta e a hortelã picada.
Envolver e reservar no frigorífico até servir.
Servir as kaftas com arroz, de cenoura por exemplo, ou batata frita, ou mesmo enrolada num pão pita ou outro pão chato árabe, acompanhado de salada de alface em juliana, cenoura ralada, couve roxa cortada finamente e com o molho de iogurte.
Optei por servir com grelos cozidos e salada de tomate, para uns e alface para outros.
NOTAS, MAS NÃO MENOS IMPORTANTES
- Aproveitando as ervas frescas que tenho disponíveis no canteiro, usei para temperar a carne das kaftas uma mistura de folhas de sálvia, hortelã, salsa e cebolinho;
- Será mais fácil moldar as kaftas se deixar repousar no frigorífico um pouco. Depois de as moldar também será mais fácil grelhá-las se estiverem sido mantidas no frio;
- Para que as kaftas não se desfaçam ao grelhar, deixar cozinhar bem de um dos lados e só depois virar para os restantes. Não cair na tentação de ir logo virando, pois a carne tende a prender na chapa enquanto não estiver totalmente cozinhada;
- Não gostando do gosto muito forte a alho, pode não o colocar no molho ou reduzir a quantidade usada.
Referências:
Alho,
Carne picada,
Coentros,
Cozinha grega,
Cozinha marroquina,
Grelhados,
Hortelã,
Iogurte,
Limão,
Molhos,
Nigella Lawson,
Pimenta da Jamaica,
Porco,
Salsa,
Vaca
segunda-feira, 26 de dezembro de 2011
PANFORTE DE CHOCOLATE
Panforte é originalmente um doce natalício italiano, de Siena e que por isso também pode ser designado por Bolo de Siena ou Panforte de Siena.
Panforte significa literalmente pão forte, pelo seu sabor intenso a especiarias [acho que também pode advir do facto da massa ser bastante dura ao envolver].
É um doce que lembra na cor e sabor o Bolo de mel, pois o mel também é um dos seus ingredientes.
Para além do mel os frutos secos são o ponto principal, podendo incluir frutas cristalizadas picadas. Nesta sugestão as frutas cristalizadas não foram incluídas, apenas a laranja cristalizada e o chocolate foi acrescentado.
Conserva-se muito tempo fechado num recipiente hermético. Se ficar ao ar torna-se mais macio, mais húmido e as tiras começam a colar umas às outras.
Tem uma textura que lembra a do Torrão de Alicante embora o sabor seja o de Bolo de mel ou de bolo de frutas.
Feito com alguma antecedência intensifica o seu sabor.
Ótimo para acompanhar um café ao almoço ou um licor ou vinho quente numa destas noites frias.
Fiz assim...
PANFORTE DE CHOCOLATE
INGREDIENTES
125g de nozes
125g de avelãs
125g de amêndoas
50g de laranja cristalizada picada
1/2 colher (chá) de mistura de pimentas (branca, preta e da Jamaica)
1/2 colher (chá) de canela moída
1/2 colher (chá) de sementes de coentros moídas
1 pitada de noz moscada
75g de farinha de trigo
1 colher (sopa) de cacau em pó
125g de açúcar
200g de mel
100g de chocolate negro em barra
açúcar em pó q.b.
PREPARAÇÃO
Numa frigideira pesada aquecida torrar ligeiramente os frutos secos. Retirar da frigideira e deixar arrefecer os frutos.
Pré-aquecer o forno a 150ºC.
Untar e forrar o fundo de uma forma de aro amovível de 26cm de diâmetro, com papel vegetal.
Numa taça misturar as nozes, avelãs, amêndoas, laranja, pimentas, canela, coentros, noz moscada, farinha de trigo e cacau.
Numa caçarola levar a lume médio o açúcar e o mel, até levantar fervura 1min..
Acrescentar o chocolate partido e derreter fora do lume.
Juntar de imediato a mistura de chocolate ainda quente na taça com os frutos secos.
Mexer rápida e energicamente a mistura e verter na forma.
Calcar com as costas de uma colher humedecida e levar ao forno 30min. a 150ºC.
Retirar do forno e deixar arrefecer um pouco antes de desenformar.
No fim de frio, colocar numa tábua e com uma faca grande de chefe e afiada, cortar fatias finas.
Envolver em açúcar em pó e guardar hermeticamente.
Antes de servir voltar a polvilhar com açúcar em pó.
NOTAS, MAS NÃO MENOS IMPORTANTES
- A quantidade de frutos secos indicados, de nozes, avelãs e amêndoas, pode ser parcialmente substituída por pinhões e nozes pecãs;
- A laranja cristalizada pode ser substituída por casca de limão cristalizada;
- A pimenta da Jamaica tem um gosto e aroma de cravinho, pelo que pode ser substituída por uma pitada de cravinho moído;
- Os frutos secos podem ser torrados durante 5min., num tabuleiro, no forno a 220ºC;
- Para untar a forma usar spray desmoldante no papel e laterais da forma;
- Depois do chocolate derretido na mistura de mel e açúcar, o processo de envolver nos frutos tem de ser rápido pois a massa endurece rapidamente;
- Para guardar envolver em película aderente e em alumínio e guardar hermeticamente.
Panforte significa literalmente pão forte, pelo seu sabor intenso a especiarias [acho que também pode advir do facto da massa ser bastante dura ao envolver].
É um doce que lembra na cor e sabor o Bolo de mel, pois o mel também é um dos seus ingredientes.
Para além do mel os frutos secos são o ponto principal, podendo incluir frutas cristalizadas picadas. Nesta sugestão as frutas cristalizadas não foram incluídas, apenas a laranja cristalizada e o chocolate foi acrescentado.
Conserva-se muito tempo fechado num recipiente hermético. Se ficar ao ar torna-se mais macio, mais húmido e as tiras começam a colar umas às outras.
Tem uma textura que lembra a do Torrão de Alicante embora o sabor seja o de Bolo de mel ou de bolo de frutas.
Feito com alguma antecedência intensifica o seu sabor.
Ótimo para acompanhar um café ao almoço ou um licor ou vinho quente numa destas noites frias.
Fiz assim...
PANFORTE DE CHOCOLATE
INGREDIENTES
125g de nozes
125g de avelãs
125g de amêndoas
50g de laranja cristalizada picada
1/2 colher (chá) de mistura de pimentas (branca, preta e da Jamaica)
1/2 colher (chá) de canela moída
1/2 colher (chá) de sementes de coentros moídas
1 pitada de noz moscada
75g de farinha de trigo
1 colher (sopa) de cacau em pó
125g de açúcar
200g de mel
100g de chocolate negro em barra
açúcar em pó q.b.
PREPARAÇÃO
Numa frigideira pesada aquecida torrar ligeiramente os frutos secos. Retirar da frigideira e deixar arrefecer os frutos.
Pré-aquecer o forno a 150ºC.
Untar e forrar o fundo de uma forma de aro amovível de 26cm de diâmetro, com papel vegetal.
Numa taça misturar as nozes, avelãs, amêndoas, laranja, pimentas, canela, coentros, noz moscada, farinha de trigo e cacau.
Numa caçarola levar a lume médio o açúcar e o mel, até levantar fervura 1min..
Acrescentar o chocolate partido e derreter fora do lume.
Juntar de imediato a mistura de chocolate ainda quente na taça com os frutos secos.
Mexer rápida e energicamente a mistura e verter na forma.
Calcar com as costas de uma colher humedecida e levar ao forno 30min. a 150ºC.
Retirar do forno e deixar arrefecer um pouco antes de desenformar.
No fim de frio, colocar numa tábua e com uma faca grande de chefe e afiada, cortar fatias finas.
Envolver em açúcar em pó e guardar hermeticamente.
Antes de servir voltar a polvilhar com açúcar em pó.
NOTAS, MAS NÃO MENOS IMPORTANTES
- A quantidade de frutos secos indicados, de nozes, avelãs e amêndoas, pode ser parcialmente substituída por pinhões e nozes pecãs;
- A laranja cristalizada pode ser substituída por casca de limão cristalizada;
- A pimenta da Jamaica tem um gosto e aroma de cravinho, pelo que pode ser substituída por uma pitada de cravinho moído;
- Os frutos secos podem ser torrados durante 5min., num tabuleiro, no forno a 220ºC;
- Para untar a forma usar spray desmoldante no papel e laterais da forma;
- Depois do chocolate derretido na mistura de mel e açúcar, o processo de envolver nos frutos tem de ser rápido pois a massa endurece rapidamente;
- Para guardar envolver em película aderente e em alumínio e guardar hermeticamente.
Referências:
Amêndoa,
Avelã,
Chocolate,
Cozinha italiana,
Mel,
Noz,
Ocasiões especiais - Natal,
Pimenta da Jamaica
sexta-feira, 23 de outubro de 2009
LOMBO DE PORCO EM SALMOURA
Um lombo macio e diferente do assado no forno ou na panela de pressão.
Fica húmido, bem temperado e aromático e com uma cor clara.
A salmoura onde é mantido durante 1 semana conserva-o. O sal é um processo natural de conservação de alimentos, quase tão antigo como a secagem, desidratação.
Cozinhar com sal, aliás com muito sal, pode parecer estranho e que comprometa o resultado final, mas não é o caso. Lembrem-se do Robalo ao sal, por exemplo, peixe assado com uma crosta de sal, feita de sal grosso e clara batida para unir o sal. Depois parte-se a crosta et voilá, o peixe não está salgado.
Esta receita foi tirada do Elvira's Bistrot, original da Alice Waters. A sugestão foi cozinhar o lombo, após salmoura, em caldo de legumes, mas pode ser assado no forno com um fio de azeite e um pouco de água.
Ter de esperar 1 semana para preparar o lombo e comê-lo é uma mais valia, pois a ementa fica definida para esse dia (mais dia, menos dia) e a preparação final é simples.
Fiz assim...
LOMBO DE PORCO EM SALMOURA

INGREDIENTES
Para a salmoura:
1 lombo de porco com 1-1,5kg
200g de sal grosso
150g de açúcar
2 folhas de louro
1 colher (chá) de pimenta preta em grão
1 cravinho
6 grãos de pimenta da Jamaica
6 grãos de pimenta vermelha (acrescento meu)
2 piri-piris secos
3 dentes de alho
1 colher (sopa) de tomilho seco
Para o acabamento:
2 colheres (sopa) de azeite
1l de caldo de legumes (sem sal)
PREPARAÇÃO
Num recipiente grande e vidrado colocar o lombo e cobrir com água de forma a que o lombo não flutue. Dissolver na água o sal e o açúcar.
Num almofariz colocar as pimentas, o louro, o cravinho e os piri-piris. Moer ligeiramente.
Juntar os temperos moídos à água com a carne bem como o tomilho e os dentes de alho.
Vedar o recipiente com película plástica aderente e reservar no frigorífico 5-7 dias.
No dia da preparação, escorrer e secar o lombo.
Num tacho onde caiba o lombo aquecer o azeite e dourar nele a carne, virando-a de todos os lados.
Adicionar o caldo de legumes e levar a ferver. Cozinhar em lume médio 1-1h15.
Servir fatiado acompanhado com arroz de castanhas, arroz de grelos ou de legumes, batatas assadas, fritas...
NOTAS, MAS NÃO MENOS IMPORTANTES
- Fundamental, o caldo de legumes onde se vai cozinhar o lombo não pode levar sal. Tem de se criar um meio hipossalino (hipotónico) para difundir o sal para esse caldo. Por isso, nada de caldo em cubos!
- Nã fica, mas se o lombo mesmo no fim de cozido ficar ligeiramente salgado, levar a ferver mais um pouco num novo caldo.
Fica húmido, bem temperado e aromático e com uma cor clara.
A salmoura onde é mantido durante 1 semana conserva-o. O sal é um processo natural de conservação de alimentos, quase tão antigo como a secagem, desidratação.
Cozinhar com sal, aliás com muito sal, pode parecer estranho e que comprometa o resultado final, mas não é o caso. Lembrem-se do Robalo ao sal, por exemplo, peixe assado com uma crosta de sal, feita de sal grosso e clara batida para unir o sal. Depois parte-se a crosta et voilá, o peixe não está salgado.
Esta receita foi tirada do Elvira's Bistrot, original da Alice Waters. A sugestão foi cozinhar o lombo, após salmoura, em caldo de legumes, mas pode ser assado no forno com um fio de azeite e um pouco de água.
Ter de esperar 1 semana para preparar o lombo e comê-lo é uma mais valia, pois a ementa fica definida para esse dia (mais dia, menos dia) e a preparação final é simples.
Fiz assim...
LOMBO DE PORCO EM SALMOURA

INGREDIENTES
Para a salmoura:
1 lombo de porco com 1-1,5kg
200g de sal grosso
150g de açúcar
2 folhas de louro
1 colher (chá) de pimenta preta em grão
1 cravinho
6 grãos de pimenta da Jamaica
6 grãos de pimenta vermelha (acrescento meu)
2 piri-piris secos
3 dentes de alho
1 colher (sopa) de tomilho seco
Para o acabamento:
2 colheres (sopa) de azeite
1l de caldo de legumes (sem sal)
PREPARAÇÃO
Num recipiente grande e vidrado colocar o lombo e cobrir com água de forma a que o lombo não flutue. Dissolver na água o sal e o açúcar.
Num almofariz colocar as pimentas, o louro, o cravinho e os piri-piris. Moer ligeiramente.
Juntar os temperos moídos à água com a carne bem como o tomilho e os dentes de alho.
Vedar o recipiente com película plástica aderente e reservar no frigorífico 5-7 dias.
No dia da preparação, escorrer e secar o lombo.
Num tacho onde caiba o lombo aquecer o azeite e dourar nele a carne, virando-a de todos os lados.
Adicionar o caldo de legumes e levar a ferver. Cozinhar em lume médio 1-1h15.
Servir fatiado acompanhado com arroz de castanhas, arroz de grelos ou de legumes, batatas assadas, fritas...
NOTAS, MAS NÃO MENOS IMPORTANTES
- Fundamental, o caldo de legumes onde se vai cozinhar o lombo não pode levar sal. Tem de se criar um meio hipossalino (hipotónico) para difundir o sal para esse caldo. Por isso, nada de caldo em cubos!
- Nã fica, mas se o lombo mesmo no fim de cozido ficar ligeiramente salgado, levar a ferver mais um pouco num novo caldo.
segunda-feira, 30 de março de 2009
BIFES DE SOJA DE CEBOLADA
Para variar de vez em quando, comemos soja.
Geralmente com a soja desidratada em cubos, fazemos jardineira; granulada, fazemos à bolonhesa, em empadão, lasanha, cannelonis, ou em qualquer outra aplicação de carne picada.
Desta vez foi em bifes.
Para além de todas as qualidades nutritivas: rica em proteínas e pobre em colesterol, a soja é prática de ter em casa, embalada desidratada, conserva-se na despensa até ser necessária ;)
Estes bifes foram temperados e preparados como se de carne se tratasse. Apenas foram demolhados em água durante algumas horas, da noite para o almoço ou do almoço para o jantar, como é de costume com os cubos ou grânulos.
Acompanhei com Batatas Fritas Caseiras de Frigideira ou Batatas à Mrs. Anna e salada de alface levemente temperada. A cebolada dispensa o tempero da salada.
O Rê adorou e para ele soja é carne! Só ainda não conhece o animal, lol
Fiz assim...
BIFES DE SOJA DE CEBOLADA

INGREDIENTES
5 bifes de soja
1 fio de azeite
2 tomates pelados
2 cebolas em rodelas
1 folha de louro
1 piri-piri
1 golpe de vinho (branco ou tinto)
1 pitada de pimenta da Jamaica
1 pitada de pimenta preta
sal
PREPARAÇÃO
Demolhar em água fria, durante algumas horas os bifes de soja. Escorrer e espremer ligeiramente.
Numa frigideira aquecer o fio de azeite e adicionar o tomate, o louro e o piri-piri. Com a colher, desfazer o tomate. Juntar as cebolas cortadas às rodelas e deixar fritar ligeiramente.
Juntar os bifes, levantando a cebola e cobrindo-os com esta.
Regar com o vinho e temperar com as pimentas e o sal.
Virar os bifes e tapar a frigideira, deixando cozinhar até a cebola estar no ponto desejado.
Servir de imediato com o acompanhamento preferido.

NOTAS, MAS NÃO MENOS IMPORTANTES
- A pimenta da jamaica não é pimenta, são sementes de uma planta do Pimenta dioica natural da América central. É produzida em larga escala na Jamaica. O sabor lembra uma mistura de noz mosca, canela e cravinho.
Geralmente com a soja desidratada em cubos, fazemos jardineira; granulada, fazemos à bolonhesa, em empadão, lasanha, cannelonis, ou em qualquer outra aplicação de carne picada.
Desta vez foi em bifes.
Para além de todas as qualidades nutritivas: rica em proteínas e pobre em colesterol, a soja é prática de ter em casa, embalada desidratada, conserva-se na despensa até ser necessária ;)
Estes bifes foram temperados e preparados como se de carne se tratasse. Apenas foram demolhados em água durante algumas horas, da noite para o almoço ou do almoço para o jantar, como é de costume com os cubos ou grânulos.
Acompanhei com Batatas Fritas Caseiras de Frigideira ou Batatas à Mrs. Anna e salada de alface levemente temperada. A cebolada dispensa o tempero da salada.
O Rê adorou e para ele soja é carne! Só ainda não conhece o animal, lol
Fiz assim...
BIFES DE SOJA DE CEBOLADA

INGREDIENTES
5 bifes de soja
1 fio de azeite
2 tomates pelados
2 cebolas em rodelas
1 folha de louro
1 piri-piri
1 golpe de vinho (branco ou tinto)
1 pitada de pimenta da Jamaica
1 pitada de pimenta preta
sal
PREPARAÇÃO
Demolhar em água fria, durante algumas horas os bifes de soja. Escorrer e espremer ligeiramente.
Numa frigideira aquecer o fio de azeite e adicionar o tomate, o louro e o piri-piri. Com a colher, desfazer o tomate. Juntar as cebolas cortadas às rodelas e deixar fritar ligeiramente.
Juntar os bifes, levantando a cebola e cobrindo-os com esta.
Regar com o vinho e temperar com as pimentas e o sal.
Virar os bifes e tapar a frigideira, deixando cozinhar até a cebola estar no ponto desejado.
Servir de imediato com o acompanhamento preferido.

NOTAS, MAS NÃO MENOS IMPORTANTES
- A pimenta da jamaica não é pimenta, são sementes de uma planta do Pimenta dioica natural da América central. É produzida em larga escala na Jamaica. O sabor lembra uma mistura de noz mosca, canela e cravinho.
Referências:
Cebola,
Cozinha vegetariana,
Pimenta da Jamaica,
Soja
terça-feira, 3 de março de 2009
EMPADÃO DE CARNE E ESPINAFRES
Empadão eu gosto de puré. Pode ser feito com arroz, ou mesmo com massa folhada, ficando uma grande empada, um empadão, lol
E para além de ser com puré, gosto dos de carnes.
Querendo um recheio mais cremoso pode-se adicionar à carne picada um pouco de molho béchamel, que nem precisa de ser feito à parte, para isso seguir as recomendações do Esparregado. Neste não usei, porque cobri a carne mesmo com Esparregado que tinha feito a mais, já com esta intenção.
EMPADÃO DE CARNE E ESPINAFRES
INGREDIENTES
Para o puré de batata:
2 tomates pelados picados

Fazer o esparregado numa frigideira.
E para além de ser com puré, gosto dos de carnes.
Aqui em casa o empadão tradicional é de carne de vaca picada, uma camada de queijo e pincelado com gema. Mas também se faz o de soja, e de vegetais (misturados ou não com as carnes). As azeitonas, sejam no recheio, ou na decoração, ficam sempre bem.
A sugestão de hoje é muito rápida porque resultou de carne assada do dia anterior. Foi picada, refogada muito rapidamente e arrumada no puré. Mais rápida ainda se for feita com puré desidratado. Já provei vários e não me satisfizeram, só reconheço uma marca...
O aproveitamento de carnes cozinhadas, cozidas ou assadas é perfeito. Já a pensar no empadão cozinha-se um pouco de carne a mais para poupar tempo para outra refeição. Nos dias de hoje não há tempo para outras coisas.
Querendo um recheio mais cremoso pode-se adicionar à carne picada um pouco de molho béchamel, que nem precisa de ser feito à parte, para isso seguir as recomendações do Esparregado. Neste não usei, porque cobri a carne mesmo com Esparregado que tinha feito a mais, já com esta intenção.
Fiz assim...
EMPADÃO DE CARNE E ESPINAFRES
INGREDIENTES
batatas
leite
noz moscada moída
pimenta moída
sal
Para o recheio:
carne de vaca cozinhada e picada
1 cebola
2 dentes de alho azeite2 tomates pelados picados
pimenta da Jamaica
sal
sal
Para o Esparregado:
ver Esparregado
PREPARAÇÃO
Cozer as batatas em água e sal. Assim que estiverem macias, escorrer e passá-las pelo passe-vite ou afim, usando o leite quente para facilitar no processo. Adicionar mais leite se necessário, e temperar de sal, pimenta e noz moscada. Reservar.Fazer o esparregado numa frigideira.
Num tacho, picar a cebola e os alhos, fritar ligeiramente no azeite e adicionar a o tomate pelado. Juntar a carne picada, e se estiver muito seco pingar com vinho. Temperar com a pimenta e sal.
Num pirex espalhar uma camada de puré, rechear com a carne e o esparregado, e cubrir novamente com o puré. Verter uma gema batida, e com o garfo espalhá-la e decorar.
Vai ao forno, no grill para dourar.
NOTAS, MAS NÃO MENOS IMPORTANTES
- Se o empadão é para comer de seguida não interessa que o puré fique muito mole, deverá ficar apenas macio; Nas refeições seguintes o puré tende a tornar-se mais seco, pelo que inicialmente não deverá ficar também muito espesso;NOTAS, MAS NÃO MENOS IMPORTANTES
- Vários vegetais se podem adicionar em camada, por cima da carne: cenoura cozidas em cubimhos, beringela ou courgette em cubos salteadas, azeitonas descaroçadas e partidas...
- O empadão pode ser congelado, numa caixa plástica ou no próprio pirex tapado, por isso na altura da montagem, pode logo usar-se um pirex mais pequeno para o efeito.
Referências:
Batata,
Espinafre,
Legumes - Vegetais,
Pimenta da Jamaica,
Vaca
Subscrever:
Mensagens (Atom)